quarta-feira, 9 de abril de 2008

COIN C DEN CIA



" 1900’s – Revolução Capitalista na Rússia. A Inglaterra é o grande império que domina a economia mundial. O Brasil mantém sua vocação de economia extrativista e exporta insumos brutos, para países mais desenvolvidos, como a própria Inglaterra.
" 1910’s - A Família Imperial Russa que mantinha a pobreza para se dar bem, começa a sentir que nem o Houdini, faz mágica. Revolução Bolchevista na URSS. Os alicerces do Feudalismo, caem de vez. I Guerra Mundial. A primeira guerra por mercado. Antes, as guerras eram por terras. A URSS absteve-se, assim como os Continentes Americano como um todo e a Oceania. O mundo era a Europa. A Alemanha, grande potência mundial, queria amealhar mais do que possuía. Queria formar um verdadeiro império econômico, nos moldes do Capitalismo, como se vê nos dias de hoje, com as indústrias sem pátria. Ou as pátrias, sob as patas de algumas indústrias de poucas nações. Às vezes não se está completamente equivocado, mas as condições ainda não são propícias e se coloca a carruagem na frente dos bois. Oriente era apenas umas fazendas, com criações de escravos amarelos. A Europa espargia para todo o mundo, cultura, modos, economia, moda e tudo o mais. Cada um por si e Deus por todos. Portugal e Espanha sobreviviam do que seus compatriotas que migraram para as terras dos outros, mandavam. Eram o próprio retrato das Cortes. Falidas, mas cheios de pose.
" 1920’s – A ideologia Nazista se dissemina pelo mundo de Deus. Vaticano, Itália, EUA e outras nações capitalistas apóiam as Forças Monarquistas da Espanha. URSS apóia as Forças Republicanas Legalistas. Vencem as Forças Monarquistas, lideradas pelo Generalíssimo Franco, com as bênçãos dos padres católicos que pegaram em armas, para fazerem valer a ideologia que se implantou, um regime autoritário, fascista e sem direito civil algum, inclusive o de defesa. Primeira vitória do nazi-fascismo, enquanto sistema político. Vaticano, EUA, Inglaterra e demais nações capitalistas apóiam o Partido Nacional Socialista, com Hitler como chanceler e depois de um golpe de estado, como o Führer, para combater a URSS que dava sinal de desenvolvimento econômico e social, enquanto o Capitalismo enfrentava ciclos de crises sem fim. Grande Recessão nos EUA que puxou a economia capitalista como um todo, direto para o buraco. Coincidentemente, o poderia inglês começou a dar lugar ao poderio estadunidense, quando quase todo armamento vendido, derivava dos EUA. Sem contar com a reconstrução da Espanha que deu um grande avanço para o domínio estadunidense no mundo. Começava a política de “destruir e derrubar, para ajudar a se endividar.” No Brasil se caçavam os cangaceiros com as bênçãos da Igreja Católica que era quase hegemônica em termos de religião no Brasil e se endeusava o Padre Cícero, além de um grande filho da puta, um Coronel de Barranco que se disfarçava de santo e mandava matar os desafetos, além de ser um dos maiores grileiros daquelas bandas. O Cinema Mudo, quase todo dominado por atores e produtores ingleses, é a grande novidade.
" 1930’s – As idéias fascistas tomam contam do mundo. A Igreja Católica Apostólica Romana, aproveita para incentivar a perseguição de seitas, outras religiões e até mesmo ideologia. Perseguem a Macumba, o Kardecismo, os evangélicos, os comunistas, os negros e todos os seus produtos, como capoeira, samba e cultos afro. Ninguém precisava de desculpas, para ser prepotente, arrogante e fascista. Era o modo da época. Era moda. Tortura era até aplaudida como método de educação de disseminação dos “bons costumes”. E ai de quem não fosse violento. Até Madame Satã, uma bicha declarada e histórica da Lapa, tinha de mostrar que era macho, mesmo brincando de puxar os outros, com a rosca. Homossexualismo, nem pensar. O cara tinha de ser “macho”. No mínimo a esposa e a amante. Eram socialmente requeridas tais atitudes. Delgado que não matasse ninguém, não prestava. Nem se fosse na base do sal e da secura. E as famílias pediam perdão, durante a confissão ao padre. Eu nunca sei se Deus é engraçado, ou engraçado, são as atitudes daqueles que se dizem próximos Dele. O Brasil dá um basta na Política do Café com Leite. O que fará os paulistas recordarem da Revolução Constitucionalista, por muito tempo, sem se tocar que o Brasil era bem maior do que São Paulo e Minas Gerais. Mas o Brasil conheceu o que significa privilégios assim que as caravelas portuguesas por aqui chegaram e a cultura de privilegiar uns, em detrimento de muitos outros, fincou barraca e não sai de jeito algum. Grudou na pele, como tatuagem. Os ciclos no Brasil, também estavam de mudança. Então o leite coalhou e o café estava muito forte e o povo colocou na marra Getúlio Vargas para mudar os rumos de tanto privilégio. Apesar de tudo, a Igreja Católica Apostólica Romana, segurou nos ovos do novo dirigente e conseguia mandar muito. A propaganda oficial utilizava-se do cinema, para disseminar suas idéias. Hitler aparecia mais do que qualquer BBB de hoje. E era bem aceito, por que era “temente a Deus.” Aliás o pessoal deve ter se confundido. Ele deve ter dito que era demente e o pessoal pensou que era temente, como acontece até hoje.
" 1940’s – Explode a II Guerra Mundial, com apoio do Vaticano, Inglaterra, EUA e demais nações capitalistas não atingidas. Como a expansão alemã era para o oriente, não se via perigo algum, mesmo por que, a intenção, era “libertar” com Deus, os países da URSS e consequentemente, dividirem os mercados. Surgiu a Corrida da Tocha Olímpica. Muita festa para os outros se divertirem. Os negros estadunidenses que enfrentavam o racismo deslavado dentro do próprio país, irritaram o Führer que começou a conhecer a derrota, a partir das Olimpíadas. EUA, Inglaterra e outros países capitalistas, mesmo com todo o cenário internacional, nem pensaram em boicotar os jogos. Até meados da guerra, EUA e Inglaterra apoiavam o Eixo. Quando perceberam que o Eixo, estava saindo do eixo e queria dominar tudo sozinho, a história mudou. EUA e Inglaterra declaram-se aliado dos Aliados e começam a fazer filmes, como se a história da guerra, fosse sua. A mania de utilizar a indústria cinematográfica para passar atos subliminares para o povo, disseminou-se. Os EUA vendem em consignação, armas para os Aliados. Já haviam feito o mesmo, para colocarem as coisas no Eixo. A economia Liberal que estava um fiasco no mundo quase todo, adotou ares de economia socialista nos EUA, com o intervencionismo do estado chamado de Keynesianismo. O Governo Brasileiro, com Getulio Vargas à frente, nitidamente dá sinais de apoio ao Eixo, inclusive com os Camisas Verdes, ou Integralistas, agindo sem restrição contra tudo o que poderia ser contrário a seus desejos. Muitos provêm da santa Igreja Católica Apostólica Romana. São carolas de carteirinha. Segundo a velha Propaganda Oficial do Brasil que não muda nunca, navios brasileiros vão a pique e a culpa vai para o Eixo que estava em guerra na Europa, mas mesmo assim, deslocava submarinos, passando por todo tipo de contratempo, para chegar à América do Sul e afundar os navios brasileiros que em nada, constituíam perigo. Mas tem gente que acredita até que os OVNI’s baixam todo dia na Terra, por que os nazistas não poderiam deslocar armas importantes, para o Brasil, mesmo que a guerra não tenha chegado nem próximo à América? Tem gente que acredita que a Tiazinha foi abduzida e os extraterrestres não fizeram nada, além de conversar, mesmo com aquela bunda que era um monumento, até a última revista masculina com ela protagonizou. Os tolinhos do cosmos, com toda a tecnologia do universo, não deram nem uma de Mané sem braço e a levaram para uma galáxia bem distante e no meio do percurso, pararam a nave, com a desculpa de pane, falta de combustível e mandaram ver: “Tiazinha, paixão da minha vida. Estamos em Ursa Maior do Centauro no Omega 3 e o mar não está para peixe. Estamos aqui, sem combustível e sabe como é, né? O seguinte, é o negócio. Eu tô há anos luz, distante da minha caríssima mulher e vendo a senhora indo, cheguei a seguinte conclusão. Ou dá, ou desce.” E a Tiazinha voltou serelepe, para nos contar a história. Um dia ainda, vou estudar logística com esses meninos verdinhos. Ou senão com os nazistas de antigamente. Vão ser bons assim, lá nos EUA. A industria siderúrgica nacional surgiu, em troca de uma base estadunidense no Rio Grande do Norte. O Brasil foi levado a se endividar com os EUA, com a missão da guerra. Realmente, muito importante que o Brasil participasse da tomada de Monte Castelo. A dívida com os EUA só cresceu e se conheceu o Castelo que realmente interessava e que depois iria levar avante a Ditadura que interessava aos EUA. Não tinha jeito de não participar. Era mais ou menos, como a história da Tiazinha. Ou resistia e ficava sem oxigênio, ou se fodia de qualquer maneira. Menos mal. Perdia a rainha, mas preservava as batalhas futuras. Os EUA perceberam que o grande plano Marshall na verdade, era a política internacional. Quanto mais se interviesse, sem levar em conta as desgraças pessoais, familiares, ou nacionais dos outros, ótimo, desde que gerasse lucros para a economia nacional deles. Inventaram a prática econômica do: “Foda-se o mundo que eu não me chamo Raimundo. Antes eles do que eu. Gerando fruto, não importa que morram os filhos da puta.” Então, os italianos, frouxos como sempre, tiraram o time de campo, quando viram que o cerco estava se fortalecendo. Quero dizer, o Eixo estava se enfraquecendo. Os partisans estavam por toda a Europa como gnomos, escondidos pelos jardins. Gritavam bem baixinho, para os sucessores da bicha louca e gorda que os governava, para ninguém perceber que ainda reverenciavam o fascismo, mesmo com il Duce já curtindo uma bem longe de la dolce vita. O Vaticano, ainda rezava para il Duce, mesmo que fosse pela preservação de sua alma, já que tinham sido tão próximos. Não sei quem comia quem. Se o Papa comia a irmã do Duce, ou il Duce metia de leve na irmã do Papa, mesmo com toda aquela repugnância que mostrava em público. Quem sabe, um metesse no do outro e ficasse tudo em casa, na maior discrição, como o faziam até hoje os padres? Hoje já se sabe que o pessoal do Vaticano, prima pelo voto de castidade, mas não deixa de brincar com a traseira. Podia até já ser possível naquela época, mesmo que fosse só na camuflagem. Só se descobriu nos dias atuais. Por fim, os EUA perceberam que só com a “troca” comercial, não manteriam o mercado à sua volta. Tinham de mostrar poder e força das armas. Aproveitaram que a guerra havia terminado em 1944 e mesmo com o Japão debilitado, sem nenhuma força de combate, postergaram a assinatura do armistício, até que os teste fossem todos realizados com sucesso e a fabricação chegasse a contento, para testar a Bomba Atômica, arma finalmente concretizada, quando do seqüestro de cientistas alemãs que foram mantidos em cárcere, não muito diferente dos campos de concentração alemãs e japoneses. Os EUA mostraram ao mundo que não eram o He Man, mas tinham a força. Assassinaram milhares de pessoa e só os alemãs foram julgados no Tribunal Internacional. Porém, o acordo geral do armistício, dividiu entre tantas coisas, os cientistas alemãs que já trabalhavam com energia atômica, há muito mais tempo do que qualquer outro. Inclusive a França que não soube dar seqüência ao trabalho de Madame Cury – no bom fraçaise, lê-se Madame Quirrí - e o seu marido o Pintocuxora.
" 1950’s – Os EUA já pensavam em manter a hegemonia mundial nas mãos, mas alguns outros cientistas que trabalharam no projeto atômico na Alemanha, foram deslocados para a URSS. As forças começaram a querer se igualar. A URSS apresentou sua Bomba Nuclear. Então, os conhecimentos foram espalhados pelas nações que interessavam aos dois mantenedores dos estados satélites. E a grande chance aproveitada pelos EUA, foi entrar com ajuda financeira, econômica, material e física, para os países destruídos. Principalmente os do Eixo. Com isso, os EUA mantinham-se na dianteira do mercado, enquanto a URSS estava com a cabeça na lua. No tratado do pós-guerra, além de dividirem os cientistas alemãs, dividiram a Alemanha. O poderio estadunidense mais do que crescia. E a URSS se sobrepunha, querendo conquistar mais e mais estados satélites, para o seu lado. Conseguiu mandar o primeiro homem ao espaço. Ficou fora de órbita. O mundo foi dividido entre Capitalista e Comunista. E os capitalistas, para se dizerem os donos da cocada preta, inventaram que a liberdade só existia nos seus satélites. Já estavam tentando dar a resposta ao Gagarin, pensando em fincar bandeira na Lua. Afinal, eram os detentores da democracia e da liberdade.
" 19960/70’s – As crises capitalistas, como uma das músicas do Lulu Santos, iam e vinham e não eram uma onda no mar. Não adiantava lutar na base das liberdades democráticas, pois o lado alcunhado de Cortina de Ferro, dava sinais que podia ser mais pujante. A Guerra Fria tinha de esquentar. Enquanto a URSS presenciava a vitória dos Revisionistas que deixaram o Internacionalismo na lata de lixo e pregavam uma tal de Coexistência Pacífica – no Brasil os seguidores da Cortina de Ferro, fundaram o PCB que mantinha a sigla do partido tradicional, mas as idéias eram totalmente divergentes dos princípios do socialismo histórico. Muitos reacionários de carteirinha, inclusive o Dr. Marinho, deu o maior apoio -, os EUA colocaram os planos feitos durante a II Guerra Mundial, pelo Pentágono, na rua. Para manterem a democracia e as liberdades, financiaram golpes de estado, onde as liberdades de expressão de manifestação e até de pensamento, foram abolidas. Mas tudo em nome de Deus, da Família e da Liberdade. Da África, à América, passando pela Europa e pelo Oriente Médio, baixou o cacete das ditaduras que se alinhavam aos EUA. Tudo em nome da Democracia. E da grande tecnologia que foi colocar os pés na Lua. Pelo menos, conseguiu tirar o pé da lama. Tinham aprendido bem a lição de fazer propaganda sobre tudo. De outro lado, alguns povos orientais, opunham-se ao domínio estadunidense e receberam apoio integral do imperialismo revisionista soviético. Para completar, bem no quintal dos EUA, um levante, tirou Cuba das mãos do Sargentão Fulgêncio Batista que agia como capataz dos grandes jogadores norte-americanos que faziam de Cuba, seu sítio particular, onde podiam dispor indiscriminadamente, do mar do caribe, das mulheres cubanas, a um preço módico, visto que deixavam o povo quase sem poder de sobrevivência, fazendo qualquer coisa, para se manterem vivos. A Contracultura, mesmo não apoiando o imperialismo revisionista soviético, dava mais trabalho ao Capitalismo Estadunidense, visto que acontecia dentro das suas fronteiras. Lutavam dentre tantas coisas, pelo direito da mulher poder decidir sobre sua própria vida. Sobre o seu corpo. Sobre sua sobrevivência. Uma luta que já se estendia desde a década de 1920, nos países “democráticos”. Enquanto a Revolução Bolchevista já havia resolvido há muito estas questões, nos países que se arvoram de livres e democráticos, ainda se discute coisas como estas. Para amainar um pouco a fúria feminista, os “donos da liberdade” diziam que as mulheres soviéticas e todas aquelas que trabalhavam, pensavam por conta própria e inclusive, praticavam esportes, eram lésbicas. Mesmo sem a intervenção direta do Kremlin, porém, com toda a incursão norte-americana, com o uso das mais modernas armas de guerra, inclusive o Napalm, uma bomba de gasolina que destrói em poucos minutos, toda uma florestas densa; uma republiquinha no meio do Oceano Pacífico, impôs-se contra armas tão modernas, só com o uso da inteligência. A utilização de armas tão primitivas, como o uso da inteligência humana. Davi venceu Golias e todas as suas armas e apetrechos, usando apenas sandálias Havaianas. Então, após a derrota fragorosa, toda a fúria se voltou contra a outra republiqueta que era quintal dos EUA. E para fazer com que mudassem de idéia com mais rapidez, criou-se a crise da Baía dos Porcos, onde os EUA, com a visão de wide world sheriff, determinaram o que colocar no quintal alheio, mesmo que fizessem o mesmo, em seu quintal. Contornada a crise, a solução foi boicotar o comércio exterior, feito entre e para a Ilha. Apesar de se dizerem os defensores das liberdades, não permitiam que ninguém passasse, ou fizesse negócio, para ver se matavam todo mundo de fome e retornassem às mesmas atividades de prostituição e jogos de azar na Ilha. Queriam democracia para a Ilha, mas agiam de forma totalmente dispare, com o boicote. Ninguém podia negociar com a Ilha, sem o consentimento do Mundo, como os soldados estadunidenses chamavam o seu país. Perderam uma, duas, até três vezes. Mesmo com o boicote perdurando por mais de 40 anos, “democraticamente”, a Ilha conseguiu mostrar um Sistema de Saúde, superior até mesmo ao dos EUA. Conseguiu um Sistema de Educação, onde nunca se apelou ao MOBRAL, muito menos ao EJA, tão eficiente, quanto o dos países nórdicos. Índices de criminalidade baixíssimos, como não acontece com o “Mundo”. Então a campanha contra a Ilha se volta ao que a eles não é permitido usar. Victoria Secret’s, parece uma coisa mais edificante do que a educação. Coca Cola, é mais importante do que a saúde. E Cuba Libre, só se entrar a Coca Cola. O mundo se dividiu entre a Democracia e os Ateus. E para manter a Democracia, quanta gente foi morta, tudo em nome de Deus. Para manter o domínio, não importava se o apoio dado, era para as forças mais atrasadas do mundo. Importava manter a pose. Até o Henry Kissinger, grande articulador das ditaduras através do mundo, foi agraciado com o Prêmio Nobel e logo da Paz. Imagina. Nota-se que é um prêmio de grande credibilidade. E a Irlanda era dominada pelos ingleses, Portugal por Salazar e a Espanha, pelo Generalíssimo, ainda. Estava começando a ficar difícil para os dois estados imperialistas, manterem sua força. Muita gente descontente começava a aparecer.
" 1980’s – Protestos por todos os lados, descontentamentos ao redor do planeta. Se os anos de 1970 foram o da Contracultura, os de 1980, foram da cultura do contra. Os países sob o domínio dos EUA, começavam a se libertar das Ditaduras sanguinolentas e sem piedade que vieram em nome de Deus e da Democracia. Os protestos de outra feita, começaram a se fazer muito mais presentes nos domínios dos revisionistas que também, não eram menos violentos. Para complicar o meio de campo, surgiu uma outra opção que se opunha tanto ao Imperialismo Revisionista, quanto ao Império Estadunidense. Alguns países de terceira, quero dizer, do Terceiro Mundo, proclamaram-se Não-Alinhados. Colocaram o bloco na rua. Até aí, nada contra. Perder-se-ia mercado, mas de alguma forma, poder-se-ia influenciá-los. Mas como desgraça pouca é boato, o fato é que esses insurgentes, começaram a estudar como se desenvolver com o advento da energia atômica, aplicada. E à frente, os filhos de Ghandi, quero dizer, a índia, aquele país de castas. O jeito era mostrar modernidade, do lado dos EUA. Para não perderem a mão do mundo, apoiaram Indira Ghandi, filha legítima de adoção, sei lá, mas de qualquer forma, parente daquele outro grande... para fazer ligamento de trompas em todas as mulheres de castas inferiores que podiam se aliar aos Não-Alinhados. E no Oriente, para tirar o peso das costas de extremamente machista da cultura judaica, os EUA apoiaram Golda Meir, mais macho do que muitos outros, uma ex-“terrorista sionista”, como classificava a ONU, para mostrar que o satélite estadunidense de maior destaque no Oriente, também tinha colhões. Mesmo que o Gênesis se oponha que uma mulher esteja à frente dos homens. Por muito menos, expulsaram o pessoal do Paraíso. Mas Deus me livre, essas histórias de Deus, só servem para justificar alguns casos. Alguma conveniência. De resto, fica no esquecimento, mantido no mais puro formol. Pronto, a luta de qualquer forma, tinha de ser, a de manter a ignorância, espalhada pelo mundo. Quanto menos países detendo o conhecimento sobre a energia atômica, muito melhor. Começaram os acordos internacionais, para se reduzirem as novas experiências. Ninguém podia experimentar novas armas atômicas, a céu aberto. Ninguém que fosse considerado subdesenvolvido, por que os EUA continuaram algumas experiências e a França, nem seu Sousa. Estoura o que quer, onde quer, sem o menor constrangimento e principalmente, sem o menor impedimento legal. Então vieram as Olimpíadas da URSS, com o urso Micha. Era meio afrescalhado, também, com um nome destes, mas deixou lembranças. Os EUA lideraram uma ação, até então ainda não vista. Boicote geral às Olimpíadas. Na mesma década, tentou demonstrar ao mundo, que podia realizar uma Olimpíada tão melhor do que a dos revisionistas. Um fiasco, no país satélite. Faltou alguma coisa, pois o Micha não saía da cabeça. Então levou para dentro do próprio país. Lá nunca falta nada. Eles têm tudo. Faltou muito. Sobretudo, criatividade. Que fiasco. Coisa mais feia. No máximo, ficou uma sensação que era tudo a maior propaganda, ainda mais, quando passou um cara voando em um equipamento que eles diziam que era o veículo do futuro. Só faltou carregar uma Pepsi Cola, nos beiços. A situação estava insustentável. Algo deveria ser feito, para se dominar o mundo. Os boicotes já estavam ficando ridículos. Quando as Olimpíadas eram realizadas em um país Capitalista, os Revisionistas boicotavam. Quando era feito em um país Revisionista, os Capitalistas boicotavam. Porém, perdiam o ranking olímpico que de alguma maneira, era uma forma de mostrar o seu poder sobre o mundo. Então reuniram-se Reagan, Tatcher e o Karol, um santo homem. Estava na hora de mostrar como faziam melhor, o bloco na rua. Começaram tumultuando a Polônia, com apoio a um idiota teleguiado chamado Lech – vamos ficar por aqui, pois o sobrenome dele, é muito complicado e eu não tenho a menor vontade de aprender - que deixou o país quase no caos total, quando o governou. Aliás, um desgoverno total. E mais uma vez, a Polônia, foi o termômetro do mundo, na sanha de dominação por algum estado, império, ou ideologia. E não é de hoje. Desde a Idade Média que sempre paga o pato. Triste sina de Policarpo Quaresma. Égua mano! O plano estava bem dividido. O Vaticano espalharia a insatisfação em suas pregações divinas, trabalho de conscientização, os EUA entrariam com o apoio logístico, tanto bélico, quanto financeiro do lado da CIA e do Pentágono e a Inglaterra, quase já sem força alguma no cenário internacional, ficaria como os ovos, numa relação sexual. De fora, só dando apoio. O verdadeiro apoio colhão. Estava formado o Eixo Moderno pelo Neoliberalismo. Um retoque no Liberalismo do passado, utilizado tanto na Alemanha, quanto nos EUA e que levou os países à bancarrota e consequentemente, à guerra. Era chique todo o revival, toda volta ao passado mesmo que não tenha significado grandes coisas. Voltou a religiosidade exacerbada, o culto ao casamento, a discussão a favor da virgindade, o incentivo ao consumismo desenfreado, os filmes de Hollywood, determinando o modo de pensar da sociedade, enfim, um retrocesso, para se chegar finalmente ao Neoliberalismo que já havia sido testado no Governo Pinochet, como modelo econômico, político e social. Um sucesso de falta de liberdades. De certa forma, um tanto o quanto retomando a idéia fascista de que quem se opõe, deve ser afastado de alguma maneira, do mercado. E para mostrar que não se estava brincando, veio a Reengenharia que “enxugava” as empresas e mantinha verdadeiros escravos nas linhas de produção. Ao mesmo tempo em que o Eixo Moderno atuava pelo fim da URSS, de outra forma atuava contra os movimentos populares no mundo todo. Descrédito dos sindicatos, esvaziamento das representações estudantis, com a figura do individualismo a todo custo, para se mostrar que se era “vencedor” e, afastamento de todo e qualquer movimento de base dentro dos domínios do Vaticano. A partir do santo Papa João Paulo II, de cada clérigo ligado a algum movimento popular, ungido a algum cargo na igreja, subiam seis, com alguma tendência nazi-fascista, como ele, na juventude na Polônia. O Vaticano começou a perseguir todos e qualquer coisa que pudesse depor contra seu modelo. O rombo no banco do Vaticano ficou esquecido e de repente, começaram a aparecer pessoas enforcadas em plena Itália, ligadas de alguma maneira, a essas transações. Como se Deus, tivesse orado para a Máfia acudir a imagem do Vaticano que estava começando a apodrecer, com tantas maracutaias, depois da morte suspeita do João Paulo I, inclusive com a ligação entre o governo do Partido Democrata Cristão, encabeçado por Aldo Moro que nem Ford ia, nem saía de Simca e eram escândalos diários na política italiana e o santo Papa. Até que as Brigadas Vermelhas entraram em cena e fizeram o bem, para todo mundo. Na Itália. Acabaram com a raça do pilantra que já era. Moro. Morto. Já não estava morno, estava frio. Morou? A morte do Aldo Morto consternou a Itália que se esqueceu quem era realmente aquele vagabundo. De certa feita, a atitude das Brigadas, democratizou a política que só tinha lugar para as mutretas do PDC e com o esfriamento do Moro, tirou o foco da ligação do Vaticano com tanta pilantragem. A corrupção, a roubalheira, o desmando na Itália e nio Vaticano, mudou o foco para a caçada às Brigadas Vermelhas, como se fosse a peste de todos os males italianos. Aldo Moro virou até herói. Depois de frio. Mais ou menos, algo entre o Mussolini modernizado com nova roupagem e o protótipo do Berlusconni. Grande herói. E quando ficou muito difícil de manter a Máfia, e as Brigadas já não eram lá tão vilã assim, o acordo entre o Vaticano, o PDC e a própria Máfia, mixou e liberou-se a caça aos outros mafiosos, para servirem também, como bode expiatório. O mafiosos do Vaticano, continuaram com o halo de santo. A guerra contra as drogas, apareceu, já que antes, o narcotráfico, interessava e muito a muita gente boa. Melhor alguns Capo di Capo afastados, mesmo que já não estivessem na ativa, do que manchar o santo nome da Igreja Católica Apostólica Romana. A velha política do Vaticano: “Eu sou de Deus. Mesmo quem for da gente, no caso de salvar a pele se fodeu.” Finalmente, o mundo de pensamento único. “ONE WORLD. ONE THINKING. THE SAME DREAM. POWER!” Surgia uma outra forma de se expressar politicamente. A ação verde. Em alguns países europeus, a luta pelo meio-ambiente não foi nem um pouco pacífica. Alguns grupos, verdes enveredavam para o embate armado. A porrada cantava para todos os lados. Inclusive nas artes, com os punks, o new wave, os dark, etc. Mas levava-se a pensar que a vida terrena não merecia grandes sacrifícios. O ideal, era se buscar um tal de equilíbrio. Queriam uns malabaristas pendurados sobre cordas a milhas de distância do solo. “O Universo em equilíbrio.” O pau cantando e o pessoal mandando pronunciar no máximo, o som primordial do universo. AUM. Algum. Atum. Anum. “Eu estou seco. Vai ver pelo menos no congelador, mais um.” Portugal enterrou Salazar e a Espanha deu lugar a um sobrinho-neto do Generalíssimo, um trono que estava esquecido e até apagado. O Rei Juan Carlos. Não sei se de Bourbom, de Scotch, ou de bombom de chocolate. Mudanças profundas, como na Contracultura, ainda não computadas historicamente. O começo da derrocada da Santa Igreja, mesmo com a credulidade aumentando. “Eu, eu, eu, a Santa Igreja...” A abertura de mercado como acordado, beneficiou as religiões que eram ligadas aos EUA. Os pregadores agora, ao invés de quererem imitar sotaque italiano, queriam imitar os norte-americanos com camisa de manga curta, abotoadas até o topo e gravata. A própria imagem da falta de semancol. Só comparável, ao sucesso da época, no Brasil que dizia: “... eu não usava óculos, eu não era assim, não...” A onda de filmes sobre os nerds que no fim, venciam os grandalhões dos colégios, queria dizer alguma coisa. “O Bill Gates vem aí...”
" 1990’s – Uma pena, o Universo nunca esteve em equilíbrio, mesmo por que as novas teorias dizem que está em expansão e se descobriram de forma empírica, os buracos-negros. E não eram o brioco das escravas das Américas. Mas de novo, a América estava ávida por mercados. E o mundo estava se desenvolvendo, como não esperava. Como o livro lançado pelo Elixico Paregórico Xarope Xavier, ninguém é de ninguém. Tem mais blocos políticos e econômicos, do que no carnaval. Os mercados que eram dominados, libertaram-se, de alguma maneira. Só havia um único senhor. Já não se podia mandar e desmandar, a não ser através do FMI. Espalharam-se pelo mundo, os shows televisivos religiosos, onde cultuavam um Deus único. A grana. Muita grana. Pobre, bastava a história do Cristo. Mas mesmo o organismo da ONU, estava perdendo totalmente sua credibilidade, de organismo idôneo. Estavam caindo as máscaras. Papai Bush que apareceu para a política, como financiador do Reagan e consequentemente, seu Vice-Presidente, foi eleito. Eleito para representar as empresas petrolíferas dos EUA. Era necessário recuperar mercados, visto que nem a guerrilha de Angola financiada diretamente pela CIA, fazia mais, do que amputar a população local. Estava faltando combustível, para continuarem mandando no mundo. O jeito era meter no curdos outros. Papai Bush, enviou armas químicas e biológicas, para serem usadas contra quem apoiava alguma ação contrária. E se dizia contrário a guerra biológica. Estranho, muito estranho. A URSS estava tão firme quanto o presidente alcoólatra Boris Yeltsin. Aliás, quem manda para a Praça Vermelha um cara com nome de quem não tem sangue? Boris é nome de vampiro. E o Boris do Kremlin, substituiu completamente as hemácias, os glóbulos vermelhos e brancos, o plasma, por litros e litros de vodka. As veias eram branquinhas, como nunca se viu. Nem o Drácula conseguiu chegar a tanto. Chupava tanto, quanto qualquer outro vampiro. Só não chupava pescoço. O negócio dele era colarinho. Gargalo. Gostava de sentir o teor das coisas. Principalmente, se fosse alcoólico. Os camaradas aproveitaram que o Boris não se agüentava em pé e resolveram puxar o carro do domínio Revisionista Soviético. O mundo já não era tão fácil de dominar, até que finalmente as ações do Eixo Hodierno deram resultado e conseguiram derrubar o Muro de Berlim que encobria a “liberdade” dos povos atrás da Cortina de Ferro. O teatro estava armado e os seus protagonistas, Reagan, Tatcher e Karol, estavam se debatendo, babando, não de alegria, nem de satisfação, mas coincidentemente, com... “Como é mesmo o nome daquele roqueiro inglês que me sacode todo dia?” Parkinson. Mal de Parkinson. Deus não teve dó. Sacaneou geral. O último a morrer, quase conseguio limpar o chão, com a língua. Estava mais decaído do que língua de cachorro em dia de muito calor. A porrada cantou lá para o Oriente. Os árabes que não tem nada a ver com a História do Cristianismo, começaram a carregar uma cruz muito mais pesada. E até que os EUA tentaram invadir Granada, colocaram e depois tiraram na marra o Noriega do Panamá, para escondê-lo em lugar incerto e desconhecido, para se manterem próximos, mas a coisa não foi adiante. E já fazia tempo. Melhor esquecer. O negócio era fazer novas Cruzadas, em busca de um novo Graal. Deram um Gral qualquer, para justificar a ingerência de novo, no Oriente Médio, dos cristãos de carteirinha. No Ocidente, mantinha-se a dominação através da pressão psicológica. Quem desvirtuasse da ideologia vigente, vixe gente, estava fora do jogo e não estava fácil jogar, pois nunca antes, o desemprego foi tão grande, através do mundo. Nem tanto devido às novas tecnologias, muito mais, devido ao modelo político, econômico e social que se impingiu, como moderno, mas já era gasto, pelo Pinocha. O velho Pinochet que se fez de leso, até a hora da morte, para não pagar as contas do que devia, em vida. Era muito macho, armado. Sem as forças, depois de velho, ficou frouxo e se fingiu de morto, como ficavam os presos políticos que ele mandava executar, sem ligar para idade, nem condições físicas. As Olimpíadas, depois de Seul que na verdade foi um c – u para conferir, voltaram a ser freqüentadas por todos os lados. Do outro lado do mundo, a ação psicológica não faria efeito, tinha de ser no braço mesmo, então surgiram a Al Qaeda para apoiar os EUA no Afeganistão e ao mesmo tempo, com o intuito de colocar nos curdos camaradas, tinham de ser eliminados, por terem dado apoio à URSS. E o executor seria o camarada Saddam Hussein. O III Reich surgiu, sem nenhum alarde. O que Richard Wagner – um dos meus autores musicais preferidos -, Schumpeter, Goebels e tantos outros pensaram para um estado nazista, o estado da Estátua da Liberdade estava executando, caladinho. E baixou no cenário internacional, o espírito do Führer, através de novo, de uma subida ao poder, não muito bem esclarecida do filho do outro. De repente, o Anarquismo tomou conta do mundo. O filósofo Bob Bush Filho, filho do Bob Bush Pai, decretou o fim das classes. Não sei se era o fim das classes sociais, ou o fim do refinamento, com aquele presidente alcoólatra que se batia nos móveis da Sala Oval e se engasgava com batata frita. Eram quedas e quedas, sempre com uma justificativa. Diziam as más línguas, riquíssimo, mas pouco letrado. Tão inteligente, quanto qualquer Ted Bear. Machucava-se, não por vontade própria, mas como se pode ver pelos olhos juntos, um defeito na linha de montagem. Um cromossomo fora do lugar. Só faltou vir com a língua de fora. Coitadinho dos Síndrome de Down. Comparação mais do que infeliz. E a falta de classe ficou gritante, quando pelo que parecia, só não era dependente químico, na Casa Branca, a Senhora Laura que só não dava o pé, mas é loura. As gêmeas, eram do mal. Ou seja, do babado. Bebiam tanto que se babavam toda. E chupavam. Não como o Boris Yeltsin, mas era só pedir... Bêbado não é dono de si. Nem de fá, nem de lá. Na verdade, nem tem dó. Dá, sem sentir, até debaixo do sol escaldante. E fica com a ré toda gosmenta. Ai de mi. Afinal os EUA não podiam ficar atrás da URSS, mesmo que o Muro tivesse caído e só quem permanecesse encima, era o pessoal do PSDB, nos governos reacionários de antigamente, eles tinham que apresentar a sua versão conservada em álcool na presidência. A reação voltou a dar as cartas no mundo, como se tivessem voltado ao mesmo tempo o Senador Mc Arthur, a Inquisição e as bordunas dos nossos ancestrais históricos. Finalmente uma ex-Miss Brasil perdeu a virgindade. Como a Brooke Shields, ela também cansou. E sentou. Não teve jeito. Rompeu o ligamento. A diferença era a idade. E como a Brooke Shields já estava acima do prazo de validade, tiveram de chamar pedreiro, para abrir caminho à marretada. Anos e anos, namorando o Michael Jackson, dá nisso. Aliás, não dá nunca. Ele dá por elas.
" 2000’s – A hegemonia total dos EUA é uma realidade. Armas, economia e até moeda. Mas espera um pouco. Surgiu um tal de euro que se coloca em igualdade de condição com o dólar. Tudo bem, pode até competir mas quero ver se consegue municiar o crime organizado pelo mundo, como os EUA. Pelo menos, em armamento, não tem quem se oponha a eles. Precisando testar, fazem dos países árabes, campos de teste. É como se jogassem diretamente, ou através do Estado de Israel, diversas bombas nucleares e ainda hoje, ninguém se mostrasse perplexo. Os aliados, viraram inimigos. O terrorismo, é o grande mal que tem de ser extirpado. As drogas, têm de ser combatidas diuturnamente. A Al Qaeda é um grupo que tem de ser perseguido. E o Iraque foi invadido sob o pretexto falso, mas mesmo assim, os adversários de hoje que eram os camaradas de ontem, estão sendo eliminados. A mão de Deus, como sempre disseram os liberais, parece que não conseguiu regular o mercado e uns quiseram ter mais do que os outros, ocasionando um desnível das contas nacionais, com uma grande inadimplência, respingando na economia internacional. Nova Recessão se aproxima. E novos mercados agora, só se for na Lua. “Tá dominado, Tá tudo dominado.” Até Taiwan que segundo acordo na ONU, deveria voltar ao domínio da República Popular da China, até hoje, está correndo solta, na rédea estadunidense. A própria ONU que veio substituir a Liga das Nações, está mais sem credibilidade do que sua antecessora. Não serve nem para fazer remédio. A recessão, como em 1929 ronda os lares norte-americanos. E para incrementar a ameaça, um outro país que insiste em se dizer Comunista, dá ares de grande vitalidade econômica. No Brasil o grande problema, ainda é a distribuição de rendas pessoais e estaduais. Uns têm mais privilégios do que os outros, sempre. O café foi substituído pela cana e o leite está mais encorpado. Tem até soda cáustica, na composição. E de novo, o povo levou quase na marra, alguém que tinha proposta contrária a de São Paulo. As novas trincheiras dos constitucionalistas de São Paulo, são a imprensa em geral. Mandam bala, todo dia, contra o presidente, em nome das vantagens que não querem repartir com o resto do país. De repente, duas figuras nascidas no mesmo dia do mês de julho, Bob Filho e Dalai que não tira o pé da Lama, encontram-se na surdina, em frente da mídia mundial. Um débil mental, que deseja imitar o Führer e o outro, esperto, travestido de pacifista. Não obstante todos os crimes cometidos pelo outro, o outro nem se tocou. Decidiram agir em conjunto. “The Bush in the Sludge. Dalai?” Sem mais nem menos, problemas para o lado da China começaram a pipocar. Os pacifistas budista, saíram às ruas, no Tibet para aprimorar o Kung Fu. A gritaria foi seguida em Taiwan e em outras regiões, guiadas pelos EUA. Até a Tocha Olímpica tem dificuldade, para seguir seu caminho, mesmo que sempre se tenha defendido o Direito de Ir e Vir. Não tem jeito. Armou-se um complô totalmente descarado, para impedir que o fogo arda nas costas dos chineses. Um monte de monges mais acesos do que a tocha, quer impedir que a tocha tenha paz. Totalmente desequilibrados. O Comitê Olímpico Internacional reúne-se para decidir pelo fim da solenidade da Tocha. Atocha todo mundo. Mesmo por que justificam agora, fora criado no tempo do Adolf, grande ídolo do George de hoje. Para não destoar tanto, a tocha que surgiu com Hitler, vai acabar no tempo do Bush. Tudo leva a crer que os ciclos estão se fechando. Os protestos são justificados pela falta dos Direitos Humanos na China. Mas por que só na China? Se isto é motivo para se impedir que se atoche a Tocha no fogo Olímpico, onde se vai fazer as Olimpíadas? Os EUA têm as prisões de mulçumanos, nem um pouco diferentes dos campos de concentração da II Guerra Mundial. A Inglaterra e a França perseguem imigrantes e até matam, sem o menor escrúpulo. Os ex-agentes secretos da URSS morrem de forma estranha, no conhecimento de todo mundo. Os russos e os outros estados vizinhos da Rússia, estão Putin com as ações do ex-presidente que vai se tornar Primeiro Ministro, como se não tivesse contas a prestar a ninguém. O Brasil ainda tem uma polícia que tem na tortura, um método de obtenção da “verdade”. As ações do Exército Brasileiro no Haiti, têm duras críticas, contra, de alguns ativistas internacionais que dizem que o Brasil faz a mesma coisa que fazem os EUA, para dominar os mais fracos. Cuba ainda prende quem se opõe ao estado, e o Fidel, está preso, com prisão de ventre. Porém, de outra feita, Cuba ainda se vê bloqueada para o mundo, pelo embargo “democrático” feito pelos EUA, como uma cortina de fumaça que manda prender e afundar, quem fura o bloqueio. Só se tem o direito de ir. De vir, está confiscado pelos Mariners que ficam nas costas da Ilha. Mania de marinheiro. A África com os mesmos problemas de sempre, da desnutrição dos seus filhos, da falta de educação de seu povo, ainda na Idade da Pedra, com sérios problemas com a aids, uma arma moderna, disseminada dos laboratórios... Não dá para dizer que isto não atenta contra os Direitos Humanos. Espanha e Portugal, ainda arrogantes, como se estivessem no tempo das Grandes Navegações, tratam migrantes de suas ex-colônias, como tratavam os escravos antigos. Resquícios do fascismo que ajudaram a disseminar pelo mundo. Da escravidão que os fez amealhar fortunas. E não deixam de explorar o tráfico de crianças e de prostituição, como se ainda estivéssemos no tempo de Dom Sebastião, Cabeça de Melão. O nazismo alemão declarado, instalou-se definitivamente no Vaticano. O ser humano continua procriando como se estivesse próximo à extinção, enquanto caga todo o seu entorno. Não muito diferente das Cortes da Idade do Ferro. E tome ferro no meio-ambiente. Etc e etc. Tudo leva a crer que as coisas estão retrocedendo. De novo, a crise no Capitalismo e um país Comunista, vivendo um verdadeiro boom, em todas as frentes. Mesmo por que atrás, em se tratando de oriental, é uma lástima. Um megalomaníaco, querendo dominar a todos. E a mentira, usada como arma para se invadir os outros países. Parece filme repetido. Só falta a Polônia entrar na História, como sempre entrou, de gaiata, para vermos até aonde vamos chegar. Mais de cem anos e ainda parece a mesma História. Quando vamos aprender com a História? Estou cheio dessa história! Só não entendi por que a Propaganda Oficial ainda não se pronunciou no Amazonas. O problema das terras é uma questão enterrada que não merece pelo menos uma nota do Governo do Estado? Estranho!

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