Ao primeiro (1º) dia do mês de abril, do ano de dois mil e oito (2008), às doze horas (12:00h) na Sede das Nações Unidas, onde apenas lá, vêem-se as nações unidas, situada na Casa Abaixo do Peritônio 171, na Cidade de Nova Iorque, Estado de Nova Jérsei, antigo Condado do Brim, Capital do Jeans, do Município da Seda, realizou-se mais uma reunião da ASSOCIAÇÃO DA VARIEDADE ANIMAL DO REINO IRRACIONAL DA ATIVA - AVARIA, com a presença dos associados e sob a coordenação de seu Presidente, Senhor Ban Kin Moon, um panda que não fala, não se mexe, não..., nem sai de cima que se calou do início ao fim e passou o comando, para o Excelentíssimo Senhor Presidente George W. Bush, o burro mais violento do mundo que tentou fazer o que bem entendeu, mas perdeu em todas as frentes. Começou denunciando o terrorismo, depois mandou bombardearem o próprio país, para invadir o país dos outros e insistiu na idéia de um arsenal de armas biológicas e químicas que seu pai havia esquecido no quintal alheio e como não conseguiu convencer ninguém, mandou enforcar todo mundo, em um julgamento sem pé, nem cabeça. Só com a língua de fora.
Então, ainda assim, acreditando que o mundo estava em paz, determinou a colocação de armas nucleares, no quintal da Rússia, o que deixou o Presidente Russo, muito Putin, um cavalo faixa-preta de ignorância pessoal.
Como o negócio é expandir para o Leste, financiou um ditador no Paquistão, um derrotado General Musharraf, uma hiena, com cara de besta que para ter alguma chance, manda matar descaradamente os adversários políticos, para não ficar mais Buhto.
E para mascarar o crime na sua cara, a hiena negociou com Mr. Brown, um veadinho bem anglo-saxão que dá o maior apoio à Scotland Yard que sai matando inocente a torto e a direito, para depois justificar que houve engano no combate ao terrorismo, sem convencer ninguém.
Daí em diante, ninguém se entendia mais na sede das Nações que se já não eram lá grandes coisas no quesito união, agora então, nem se fala. É cada um por si e o resto que se proteja dos raios solares, provenientes do efeito-estufa que a qualquer momento, estoura como milhares de bombas ao mesmo tempo, na gente.
Fora dos prédios, os populares gritavam pela preservação do planeta, pois a hecatombe que dizimou os dinossauros, ainda deu chance à vida e surgimos nós. Mas uma nova hecatombe no bioma planetário, vai dar... O que vai dar, esqueci, mas digamos que vai dar bomba. E o que vai restar, é... Também esqueci o que vai sobrar. Digamos que muito lixo.
Todos os diplomatas apontavam o dedo para o problema dos outros e perguntavam, quando se tratava dos seus: “Tem culpa eu? Tem culpa eu?” E cada um queria tirar o seu da reta. Foi uma verdadeira catástrofe. Sem gafe, nem estrofe.
Eram tantos problemas para se resolver que nem, até o fim do mundo, chegar-se-ia próximo de suas resoluções.
Todos chamavam os outros de terroristas e eram chamados de volta. O Canadá chamando o embaixador do Irã, o Irã chamando o embaixador do Canadá, a Índia chamando a diplomacia do Paquistão, o Paquistão chamando sem diplomacia, a Índia. Era todo mundo acusando todo mundo. Eram tão mais terroristas reunidos do que todo o contingente da Al Qaeda junto.
Com tanto terrorista nas Nações Unidas, não é de se estranhar que estejamos nos matar mutuamente, sem dor, nem leviandade.
A confusão se estabeleceu de vez, quando o Presidente Sarkozi, um pavão que adora fêmeas maiores do que ele, como qualquer animal irracional, não mostrou a que veio, além de levar as parceiras para se bronzear sob os raios ultravioletas, desviar a atenção das discussões políticas, para tranformá-las em fumaça e deu apoio incondicional ao burro mor, perdendo totalmente a identidade de sua raça. Já não falava “mon amour”, só sabia se expressar com: “I love you”. Não mantinha a tradição da “Française Cuisine”, só sabia pedir “BigMc”, para compensar sua altura.
De repente, o ambiente ficou sem condições higiênicas para se continuar discutindo. O Presidente Mahmoud Ahmadinejad, um tamanduá persa, respirou mais forte, causando sérios constrangimentos aos presentes que se sentiram lesados no ar que respiravam, com a ameaça daquela arma atômica. Deixou a todos atônitos, quando colocou em funcionamento, aquele aparato naso-militar, também chamado de chulapa nasal, ou narinas.
Todos correram para a janela das Nações Unidas, para verem se não caíam tontos sem ar para respirar, visto que a poluição estava produzindo mais CO2 do que se podia agüentar. De repente, enquanto ainda permaneciam procurando respirar ar puro, algum membro fálico desavisado e não identificado, sugeriu a união de todos, na tentativa internacional de se descobrir onde poderiam estar os terroristas. A sessão esvaziou de tal forma, sem se concluir os trabalhos, por que os outros membros, mesmo ainda sufocados e depauperados com a presença do Presidente do Irã, jogaram-se pela janela embaixo, saindo em disparada, sem rumo, talvez, para se esconderem em seus gabinetes. Até Ehud Olmert, uma ave de rapina que estava de braços dados com Mahmoud Abbas, um verme do deserto, pulou da janela embaixo, sem entender bem o que estava acontecendo. Mas tratou de correr para longe. Bem depois do Oriente Próximo, bem, no Oriente Médio e se possível, no Oriente Bem Distante dos olhos da opinião pública mundial.
E o assunto terrorismo continua ativo, sem se dar um rumo sobre o que realmente significa e quem são os verdadeiros terroristas.
Nações [nem tão] Unidas assim, 1º de abril de 2008
Primeiro Emissário: Hugo Chavez, um macaco-prego que não sossega em seu galho. Por que no te callas?
Segundo Colocado:Uribe, um bicho-pau mandado que cumpre todas as ordens do burro.
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