Não por preconceito, mas por sabedoria popular, há coisas que é melhor evitar, antes que se comprove a veracidade dos fatos.
Mulher de político
} Se ele coloca com força no contribuinte, imagina contra a de casa. O buraco deve ser enorme.
Mulher de militar
} Se ela já baixa o cacete do General, imagina com alguém sem patente.
Milk-shake de tucumã
} Se no pé ele já espeta, imagina congelado.
Marido bêbado
} Se bom, ele já não faz diferença, imagina dormente pela bebida.
Montinho no escuro
} Se no claro a gente já pisa sem ver, é melhor nem passar por perto. Pode ser, ou pode não ser, mas no fim, é sempre uma dor de cabeça.
Macaco-prego perto da mulher
} De repente ela acredita que descendemos dos símios e prego por prego, ela resolve experimentar o do parente que vive se masturbando.
Mulher com aquelas calcinhas que de calcinha só têm o nome.
} Se a calcinha já é daquele tamanho, se joga na água, vira rede de arrastão de traineira, imagina o resto. Não vai passar vergonha.
Cartão Corporativo de qualquer maneira, ou seja, de qualquer bandeira.
} O pessoal fica tão perdido quanto hímen, também conhecido como cabaço, na festa de Parintins que não sabe quando parar. No fim, o estrago é enorme.
Falar num tal de macramé
} Se tem uma coisa mais bicha, é este nome. Parece meio italiano – ma che merda! – meio inglês – massacre –, meio alemão – mein Krone - e meio português – me comer? -. Só costureiro famoso, é que adora falar, para se arrepiar todo.
Falar em desmatamento, na frente do Virgilio Vianna.
} Ele tem sempre um argumento, mesmo que a realidade esteja na nossa cara. Parece um tal de Bicudo que era ligado à família Sarney e veio cuidar da cultura no Amazonas, por fim, não fez absolutamente nada e deixou o maior rombo, mas saiu bicudo.
Falar em frutos-do-mar.
} Hoje em dia, qualquer coisa, pode ser considerada, até se nascesse o filho da Cicarelli, seria fruto do mar. Abriu muito.
Passar por perto dos trabalhadores da Prefeitura de Manaus que só agora, próximo às eleições, viram que as ruas estão todas esburacadas.
} Eles jogam piche e breu, para todos os lados, Nas calçadas, nas pessoas, nas portas das residências, menos na via pública. Já devem estar fazendo campanha. Para algum candidato de oposição.
Discutir política no Brasil.
} Por que desde que o Fernandinho inventou um jeito novo de fazer política, os partidos parecem escola de samba que não empolga o público, mas leva 10 em todos os quesitos. Política não é mais um ponto de vista diferente, de ver e de fazer as coisas, mas uma mesma maneira de iludir os outros, com discursos vazios, baseados em estatísticas furadas para simplesmente, locupletar-se com o dinheiro do povo que diziam defender. E depois do Fernandinho, o molusco que aparecer, vai levando do mesmo jeito o fazer política. Não se sabe mais, quem é quem. Parece álbum de família.
“Revolucionário” que adere a esquemas de roubalheira generalizada.
} Se eles não se preocupam com o povo agora, imagina quando tomarem o poder. Vão fazer uma panelinha, para beneficiar só os seus. Só vai mudar a posição do trono.
Político que sempre se desculpa, apontando o erro dos outros.
} Como o filho do Prefeito de Manaus que acha que não gastou nada, por que os outros parlamentares gastaram mais. Quer dizer, no dia em que ele assassinar alguém, ele se defende, mostrando que não é criminoso, por que tem sempre quem mate mais?
Falar mal da mulher dos outros, quando se é casado.
} Por motivos óbvios, nunca se sabe.
Dar palpite na relação dos outros.
} Por que, toda relação para o público externo, nunca é exatamente o que se vê na cama. E todo expert em relacionamento, nunca é tão bom na sua, como ensina para os outros.
Mulher de político
} Se ele coloca com força no contribuinte, imagina contra a de casa. O buraco deve ser enorme.
Mulher de militar
} Se ela já baixa o cacete do General, imagina com alguém sem patente.
Milk-shake de tucumã
} Se no pé ele já espeta, imagina congelado.
Marido bêbado
} Se bom, ele já não faz diferença, imagina dormente pela bebida.
Montinho no escuro
} Se no claro a gente já pisa sem ver, é melhor nem passar por perto. Pode ser, ou pode não ser, mas no fim, é sempre uma dor de cabeça.
Macaco-prego perto da mulher
} De repente ela acredita que descendemos dos símios e prego por prego, ela resolve experimentar o do parente que vive se masturbando.
Mulher com aquelas calcinhas que de calcinha só têm o nome.
} Se a calcinha já é daquele tamanho, se joga na água, vira rede de arrastão de traineira, imagina o resto. Não vai passar vergonha.
Cartão Corporativo de qualquer maneira, ou seja, de qualquer bandeira.
} O pessoal fica tão perdido quanto hímen, também conhecido como cabaço, na festa de Parintins que não sabe quando parar. No fim, o estrago é enorme.
Falar num tal de macramé
} Se tem uma coisa mais bicha, é este nome. Parece meio italiano – ma che merda! – meio inglês – massacre –, meio alemão – mein Krone - e meio português – me comer? -. Só costureiro famoso, é que adora falar, para se arrepiar todo.
Falar em desmatamento, na frente do Virgilio Vianna.
} Ele tem sempre um argumento, mesmo que a realidade esteja na nossa cara. Parece um tal de Bicudo que era ligado à família Sarney e veio cuidar da cultura no Amazonas, por fim, não fez absolutamente nada e deixou o maior rombo, mas saiu bicudo.
Falar em frutos-do-mar.
} Hoje em dia, qualquer coisa, pode ser considerada, até se nascesse o filho da Cicarelli, seria fruto do mar. Abriu muito.
Passar por perto dos trabalhadores da Prefeitura de Manaus que só agora, próximo às eleições, viram que as ruas estão todas esburacadas.
} Eles jogam piche e breu, para todos os lados, Nas calçadas, nas pessoas, nas portas das residências, menos na via pública. Já devem estar fazendo campanha. Para algum candidato de oposição.
Discutir política no Brasil.
} Por que desde que o Fernandinho inventou um jeito novo de fazer política, os partidos parecem escola de samba que não empolga o público, mas leva 10 em todos os quesitos. Política não é mais um ponto de vista diferente, de ver e de fazer as coisas, mas uma mesma maneira de iludir os outros, com discursos vazios, baseados em estatísticas furadas para simplesmente, locupletar-se com o dinheiro do povo que diziam defender. E depois do Fernandinho, o molusco que aparecer, vai levando do mesmo jeito o fazer política. Não se sabe mais, quem é quem. Parece álbum de família.
“Revolucionário” que adere a esquemas de roubalheira generalizada.
} Se eles não se preocupam com o povo agora, imagina quando tomarem o poder. Vão fazer uma panelinha, para beneficiar só os seus. Só vai mudar a posição do trono.
Político que sempre se desculpa, apontando o erro dos outros.
} Como o filho do Prefeito de Manaus que acha que não gastou nada, por que os outros parlamentares gastaram mais. Quer dizer, no dia em que ele assassinar alguém, ele se defende, mostrando que não é criminoso, por que tem sempre quem mate mais?
Falar mal da mulher dos outros, quando se é casado.
} Por motivos óbvios, nunca se sabe.
Dar palpite na relação dos outros.
} Por que, toda relação para o público externo, nunca é exatamente o que se vê na cama. E todo expert em relacionamento, nunca é tão bom na sua, como ensina para os outros.
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