quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

JE SUI CHARLIE!

Já viu, todo mundo está postando fotos com o dizer: Je Sui Charlie! Lindo se não fosse ridículo. Sim, eu poderia até dizer que eu sou Charlie, em alusão às charges francesas, pois, como disse, primeiro meus pais nos incentivavam a ler, com gibis, depois eu passei a ler espontaneamente, inclusive revistas em quadrinhos, dentre tantas, estrangeiras e anarquistas, acredito ter lido pelo menos alguma charge dos chargistas assassinados, eram o que chamavam de mulher francesa, só no lápis, farta plasticamente, boca carnuda e sem contornos, uma vagina logo abaixo do nariz, no que a tal de “Linda Mulher”, só no título do filme, quis imitar e ficou ainda mais feia.
Mas a humanidade tem sido levada pela histeria coletiva. O cara anuncia: “Julia Roberts Uma Linda Mulher”, de repente todo mundo tem tesão pela Julia Roberts, uma mulher que não tem nada demais de gostosa. É até de menos, mas por ora, não se apaixona pelas qualidades de quem queremos junto, mas pela propaganda que fazem para consumirmos determinados padrões.
As mulheres que o meu sobrinho mais velho se apaixonava, tinham só propaganda.
- Ainda vou me casar com a Sarapova!
Ia assistir tênis feminino, para ver quem é a Sarapova. Sem bunda, pernas e coxas finas, peito murcho, sou mais a minha “namorada” russa da internet. Sou mais as Irmãs Williams. Mas era propaganda, tem quem embarque sem pensar. Ele deixava mulheres bem mais prontas de lado, por não serem do padrão da moda. A única namorada que tinha corpão foi uma roraimense que disse que iria morar em São Paulo e dia desses estava num shopping de Manaus.
Mas o mundo não vive sem publicidade, e a publicidade, não para mostrar as qualidades do produto, mas para fazer o cliente babar com algo que nem sempre condiz com a realidade, mais ou menos como uma figura que me dizia.
- Eu sou uma mulher cara!
A outra.
- Eu não sou pro teu bico!
Não sei o que pensavam de si, talvez por tingirem os cabelos de louro, pensassem ser a Marilyn Monroe que para mim, eu comparo com a Tinão, os modos, aquele negócio de fazer charme, quando quer. Mas as outras pessoas em questão, são ruins de cama, de sexo, travadas, talvez por serem religiosas, mal feitas de corpo, tinha prostituta que cobrava menos de R$ 50,00, com tudo encima, muito mais bonitas, como já disse, aquela que me pediu carona, depois da vitória do Brasil, na Copa do Japão/Coreia do Sul. Uma garota linda, rosto, corpo, fiquei com medo de fazer alguma coisa a mais, pois estava morto de sono, os olhos ardendo, estava dirigindo como se com pimenta nas vistas e a nossa colega morava longe pacas, caso pelo menos me masturbasse, ou fizesse um boquete simples, eu iria dormir ao volante, só fiquei pegando nas partes, visto que ela trocou de roupa do lado do passageiro, aí seria muito para o meu gosto, mas nada demais que esfolasse as partes. Linda, linda, linda e fazia ponto na Djalma, sem se achar mais do que as outras.
Talvez essa publicidade toda das colegas, fosse uma maneira de convencer os outros, do que elas mesmas sabem que não são lá grandes coisas. A propaganda e a publicidade são baseadas em Goebbels, “uma mentira dita cem vezes, vira verdade”, quem sabe, elas não quisessem se vender mostrando um produto trabalhado na mente dos outros, ao invés do produto que se via com os olhos?
Antes as colunas sociais anunciavam mulheres assim: “A linda...”, agora mudou o foco, “...exibindo o corpão na praia”, a gente vai ver a foto, é a Thayla Ayala, acho que é assim que se escreve, a Grasi Massafera, vamos convir, é preciso ser muito sem personalidade para seguir o que os outros mandam. “Tammy Mirando exibindo o corpão na praia, depois que extirpou os seios”. Tem gente que vive nas colunas, sem nada a oferecer, como a Tammy e o Zezé de Camargo. O que me interessa que a Zilú passou a noite do Ano Novo com o Zezé? Se a Tammy está tomando injeção de hormônios? O que vai me fazer ser melhor? Mas é o que se chama hoje, de Jornalismo. Muito glamour e uma pobreza completa, até de espírito.
Não por menos a galera está se agarrando com travesti. Mas cada um deveria saber o que lhe é melhor. E não é assim.
Aliás, desde Einstein, que certas celebridades, como ele mesmo, têm mania de aparecer mais do que fazer algo que o valha.
[...]
N’ O Capital no Século XXI, até marquei, como se influenciam pessoas, com tolices, na ânsia de um mundo onde é só querer, tudo se realiza. Falando sobre Kuznets que eu até estudei em Economia, com o Saul Benchimol, um pessoal que é só o cara dizer que é Extrema Direita, já sai repetindo as bobagens, mas nem me lembrava mais, mais um daqueles que querem se contrapor à Teoria Socialista, só com eu acho, inventando história, como o faziam os nazistas para justificarem a soberania ariana. O que marquei no Início, Preâmbulo, não estou lembrado bem d’ O Capital...
- Em grande medida a “Curva de Kuznets” é produto da Guerra Fria
- Os vultosos desequilíbrios que se manifestaram no mercado financeiro, na cotação internacional do petróleo e nos mercados imobiliários durante as últimas décadas puseram em xeque a ideia de convergência inexorável para a “trajetória de crescimento equilibrado” descrita por Solow e Kuznets, segundo a qual tudo passa, em dado momento, a crescer no mesmo ritmo.
- Infelizmente as duas crenças otimistas (a “hipótese do capital humano crescente” e a substituição da “luta de classes” pela “luta das gerações”) são em grande parte ilusões.
Mas é iludindo que se vence, que se mantém a mesmice, a eguice de sempre.
O Rei Arthur, Prefeito Eleito de Manaus, está fazendo uma administração, para mim, pessoa física, aquém do que fez na primeira vez, quando ele se desgraçou correndo atrás de camelô que eu quase embarco num paletó de madeira, sem ter nada a ver com o peixe, nem banca de porrinha eu tinha, mas um meganha da “Garbosa” PM mirou na minha direção, justamente contrária à correria que apareceu de repente nas ruas vazias daquele dia e não acertou um tiro sequer, nem ao menos uma bala perdida nos manifestantes. Bicho ruim de tiro. Está fazendo só filantropia, só cultivando sua imagem, nada mais concreto, a não ser as sarjetas que fez no início e ate isso, recapeamento asfáltico, acabou e nem deixou lembranças. Quer resolver problema de camelôs, dando subsídios e colocando-os em shoppings populares. É filantropia, coisa que faz um bem danado ao ego, mas não resolve nada. Tem-se de buscar uma solução para a imigração enorme que sofre diariamente Manaus. Muitas vezes, independe do Prefeito, um crescimento demográfico acentuado, com a migração do interior e do resto do país e de países vizinhos, nem Jesus, nem Merlin resolveriam, faz um hospital com 1.000 leitos, aparecem milhões de grávidas ao mesmo tempo. Diz alguém, são 6.000 crianças a mais, em idade escolar, para o ano que se inicia. Eu sei, até marquei n’ O Universo Inflacionário um termo que eu acredito, corresponda a Manaus. “A densidade de massa que coloca o universo bem na fronteira entre a expansão eterna e um eventual colapso é chamada de densidade crítica.” A cara de Manaus. Só não chegamos ao colapso completo, porque muitos amazonenses, manauaras e manauenses, emigram bastante também, como o Pica de Açúcar que depois que as dondocas traíras dos maridos aparecem nas páginas policiais, está de mudança, com a “querida”, esposa, filhos, papagaio, periquito, a própria família cristã, como se diz, como se fosse grandes coisas.
Todo mundo, hoje, quer aparecer, não importa como. Antes dos “15 minutos de fama”, existia algum escrúpulo, mesmo porque as pessoas acreditavam mesmo em Deus e tinham medo de mijar fora do caco e se lascar no Dia do Juízo Final. Ficava todo mundo tolhido com a ideia do pecado, um povo castrado mentalmente, agora liberou geral. O cara é sodomizado mas jura que é de Jesus. Vira até celebrante de cultos religiosos, com o brioco pegando fogo, a fim de liberar o tonho, mas faz a maior figuração, quando não, os “irmãos” discutem que Jesus aceitava tudo, o que tem demais, fazer filantropia, entregando o boga ao bofe? É só ler na Bíblia, antes de sair achando por aí. Mas também virou moda, o cara ser e não ser, dependendo da conveniência, ele é cristão, mas acha que Deus é para todos, ele diz acreditar em Deus, mas divorcia feito louco, ou seja, Deus tem de ser bonzinho e deixar seus “filhos” fazerem o que bem os aprouver, ou viver como bem acham que tem de ser, sem seguirem regras. Antes, os religiosos é que se adequavam à Palavra, agora não, cada Deus tem de se adequar aos desejos de cada um, mesmo que esses desvirtuem das Escrituras.
Por falar em seguir regras, dia desses, 7 jovens sofreram um acidente na BR 174, alguns dizem que foi porque furou o pneu, mas eu já furei pneus à velocidades acima dos 100km/h, como disseram nas reportagens que estava o veículo na hora do acidente e não me acidentei por isso, até mantive a velocidade, até chegar a um borracheiro, à noite e em vias que não me deixavam muito seguros. Alguém nas cartas ao jornal, também achou estranho que uma Pajero Mitsubishi, perdesse a estabilidade a 100km/h, mas eu sempre digo, um monte de gente que acha que sabe dirigir, por mudar as marchas, frear e virar o volante, o carro sai de traseira, ou dianteira, mesmo com o controlo de tração, o cara causa um acidente sem precedentes. Gente muito ruim de roda, gente que se acostumou a fazer as coisas por atalhos. Dia desses, uma crônica do Cony, Deus e o Diabo conversavam sobre o que fazer com o Brasil. E em certo momento um virou para o outro e disse.
- É, agora todo mundo é ético, não é mesmo?
Exatamente. É moda. Um povo que não tem firmeza no que pensa, não sabe bem o que quer, um dia acha que “só se vence no Brasil, fraudando”, noutro, “um pessoal corrupto e eu tão correto!”
 Vinha conversando com o taxista e dizia que se fura o pneu, o carro, lógico, fica muito pesado para um lado, mas o cara controla e depois até fica fácil se acelerar mais, estabiliza, ele me deu uma ideia.
- Hoje o pessoal dirige sem as duas mãos no volante. É respondendo Whats App, é no computador, qualquer coisa em que bata o pneu, uma pedrinha no chão, se perde o controle e causa um acidente grave!
É que os pais viveram uma vida sem regras, estão passando isso às gerações de novos filhinhos de papai, o mundo de Kuznets, ou de Cinderela, quando chega a conta da funerária, acham que o mundo é cruel.
Hoje, todo mundo se mostra consternado com o caso da revista Charlie e se solidariza em rede de computadores. Mas de 100%, se chegarem a 20% os que realmente estão fazendo a coisa em relação ao acontecido, é muito. O pessoal está com o ego tão grande, não interessa se vai chocar os sentimentos dos outros, cada um quer aproveitar a onda, o momento para aparecer, para se promover.
É que nem aquele pessoal que jogava balde de água gelada encima de si, para revelar a distrofia amiotrófica ao mundo, uma forma de demanda mais pesquisas para uma solução, nem que paliativa, como fizeram com a SIDA, também conhecida como AIDS, ou agora, com o Ebola, não por fraternidade cristã, mas para não debelar uma crise que poderia inclusive atingir seus entes mais queridos. Tu achas mesmo que Luciano Hulk, Ana Maria Braga e outros, estavam interessados na situação da distrofia? Se estivessem na frente de um amiotrófico, digamos no estacionamento de um shopping e de repente perdessem a vaga, tu achas que iriam reagir com paciência, consternação, sei lá o quê? Mas, nunca!
- Sai seu torto filho da puta!
- Seu troncho de merda me roubando a vaga, idiota!
- Aleijão da porra, o que tu pensas que és para me vencer?
E ainda dariam aquele olhar matador, de cima a baixo, para deixar a pessoa se sentindo uma bosta. E em se tratando de pessoas com distrofia, seria um lance curto. “Eu sou melhor do que tu seu cocô!” Bem cristão!
Muita gente jogou água tépida, até esquentada no fogo, mas queria aparecer, dizendo que estava jogando água gelada participando daquela xaropada. Eu que tive o Tio Sylvio, acho que morreu com isso, não iria, nem se fosse para curar os outros, jogar um balde de gelo nos cornos. Iria curar os outros e pegar uma pneumonia braba, uma tuberculose que hoje o vírus está mais forte, misturou com o HIV está uma bosta, lembra-te de Ciência Política, onde a vida de cada ser vivo é seu bem mais precioso? Eu sempre me lembro de uma advogada de São Paulo que me fez ficar a madrugada inteira discutindo na internet, nos anos de 1990, o que era mais precioso na vida. Eu dizia que era a vida, ela, como boa advogada, dizia que era o amor.
- Minha filha, dinheiro, amor, sexo, qualquer coisa sem vida, não existe.
Mas depois eu me toquei, vai que ela é religiosa – militar e religioso, tem de ser religiosos, é o tripé do estado -, dessas, cheias de títulos escolares, mas semianalfabeta que ainda acredita no sobrenatural, podia crer que depois de morta, ainda poderia encontrar o amor de sua vida no Nosso Lar. E eu vos digo irmãos, no Nosso Lar, aquele motelzinho filho da puta e quente, mesmo cheio de amor para dar, não dá. Tem motel que só se liga o ar condicionado, quando chega o cliente, só depois de horas é que começa a ficar no clima. Eu tomava banho e vinha para a cama molhado, as coleguinhas de trabalho ficavam putas que eu molhava o chão, o colchão, mas não é a minha casa, eu não vou ficar ali o tempo todo. Imagina no Nosso Lar que era só na base do ventilador e daqueles de motorista de ônibus, pequeno e fraco. Foram três motéis que pareciam curso intensivo para o Inferno, Nosso Lar, Casa da Luz Vermelha - que até fui com uma cidadã top, mas só havia vaga para a uma hora do motel de luxo, para depois, nós estávamos numa fila enorme e não éramos o primeiro carro, então me indicaram aquela merda, o difícil foi fazer meia volta, carro à frente, atrás, gente querendo se esconder e tendo de ficar no meio da rua, mas conseguimos e fomos, bordel de merda - e o L’ Amour que até acabou, lá no Coroado que eu tinha maior vontade de dar uma pirocada na atende que me disseram, era filha do dono, casada e o marido muito sério. Deus me livre.
Eu já disse como surgiu essa coisa de se chamar de sério quem fazia o tipo soturno, só acabou com a discussão de São Francisco de Assis que disse que Jesus não deve ter sido tão “sério”, viver de cara amarrada, pois bebia nas tabernas, conversava com multidões, então caiu a mania de se achar que só merece respeito, quem é “sério”. Dia desses, Dona Therezinha achou o Ministro Levy.
- Muito sério. Tem uma cara de quem é sério.
- Tenho cá minhas dúvidas. Quem se gradua num curso e acha que sabe sobre a graduação alheia, no mínimo, para mim, é mau caráter, sem princípios e salafrário!
Não sei o que ela achou, calou, não disse mais nada. E o Joaquim, parece que é judeu, Levy, só me lembro da música tradicional hebraica que o pessoal canta no Brasil: “Joaquim cada tua meia...” Eu sei, ela mesma me dizia que eu era atrasado, “comunista arraigado”, quando falava em “globalização” e eu dizia que era uma forma de fazer os povos de besta, acabar com a cultura dos outros, como fez a “Santa” Igreja, a autoestima alheia, para dominar com só o que é seu. Não sei o que ela acha hoje da “globalização”. Aliás, ninguém fala nada, como o pessoal que teve orgasmos múltiplos, quando o George W. Bush decretou o fim da luta de classes, ou o pessoal nas “falcudades”, onde se tinha de incentivar que cada aluno tivesse sua ONG, uma maneira de terceirizar os lucros, como o Ronda no Bairro e trazer para o âmbito do Estado, o prejuízo. E eu continuo atrasado.
É até vergonhoso esse pessoal se valer de fatos trágicos, para ter seus  momentos efêmeros de fama ridícula. Deus castiga!
O pior de tudo, é que as pessoas vivem, não pensando o que é melhor para si, mas na base da histeria coletiva, alguém disse que isso é bom, todo mundo corre e acorre para comprar, para consumir, para falar o que acha que está na moda.
Só me lembro, acho que tinha uns 9 anos de idade, quando o tal de Roberto Carlos veio à Manaus, ainda com o Calhambeque Bibi, ainda fazia uma música audível e as dondocas de plantão, inclusive Dona Therezinha me puxando pelo braço, invadiram o apartamento do cara que faz um tipo danado. Ele estava de bobes na cabeça, fazendo touca, para quem não era dos anos ’60 do século passado, nem sabe como se fazia touca. As meninas colocavam o cabelo para um lado, em círculo, prendiam com grampos e deixavam no cabelo, por várias horas, uma meia feminina que eu acho, hoje, nem secretária usa mais, umas pernas finas, cheias de catombos, mas todo mundo é no natural. A última que usava meia feminina e era meia-calça, foi uma ex-namorada que para dar uma rapidinha, era um transtorno, até tirar a meia, a calça e a meia calça e ainda usava calcinha por baixo, só eu mesmo, para ter tanta paciência. O tal de Roberto Carlos expulsou todo mundo do apartamento onde estava, aquela simpatia, é só diante das câmeras. Como a Ana Lúcia, um tempo desses, falando que no filme Tim, o “Rei” aparecia como um grande amigo do Tião Maia. Falei que não, o Tim deu guarida para o Roberto quando veio tentar a vida no Rio e quando tinha o Programa Jovem Guarda que o Tim pediu para cantar, ele disse que não iria colocar um drogado, como se fosse santo.
Não só estamos no tempo da fama sem conteúdo, como, principalmente no Brasil do tempo em que todo mundo refaz sua biografia, segundo o que pensa ser melhor para cada época. A Xuxa que antes dizia que era normal andar sem calcinha, sem nada na Playboy, agora, sempre foi virgem, a Lucianta Gimenez que era uma garota de programa de luxo, internacional, agora era uma moça recatada, o Roberto Carlos nunca cheirou pó, nunca se drogou, é o “bom rapaz”, filho de Deus até debaixo d’ água.
Quando vamos voltar a viver a realidade?
E o pior é que isso perpassa para uma multidão que acha que fingindo, vai ser sempre feliz, até na Constituição, busca a felicidade nos supermercados, nas raves, nunca é uma coisa que tem a ver consigo, vem de dentro para fora, como um cagalhao de emoções.

Eu sei como acaba isso. Tive uma namorada que a felicidade dela dependia de mim e até a minha família concordava. Se gripava, a culpa era minha, se não sorria, a culpa era minha. Por isso, até para ereção, é preciso o cara comprar em farmácia, porque se está perdendo a capacidade de pensar por si, de responder suas cagadas, como pessoa com um pouquinho de ética e moral. 

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OBSERVADORES DE PLANTÃO