- Bom dia menina, garota, mulher
jovial, bonita, safada, traidora, infiel, telespectadora do Programa Fancy-se. Estamos
entrando no ar, enquanto não entramos pelo cano com o aquecimento global.
Hoje eu estou natureba acredita mana,
mina e mona? Abri a janela para aproveitar o vento. Nada de “arfuncionado”. Uma
ventania que até os pássaros estão voltando para o poleiro, ainda mais os
periquitos. A coisa está periclitante, sim, periga em tudo, e periga eu morrer
sem um periquitinho para chamar de meu, só meu. Periclita!
Menina, o mundo está mudado. Não só na
temperatura, tem gente que está andando com calcinha térmica, com gelo dentro,
para não assar a perereca, não é mesmo? Mas eu digo, também nos dogmas. Virou
puteiro. O Papa é contra o Machismo. Lindo, imagina, é como o rabino dizer que
de agora em diante, a mulher judia pode trepar com quem quiser e o pastor
protestante dizer que esse papo de mulher submissa já era. Acaba aquele
programa na Record, da filha e do genro do Bispo que tudo a mulher tem de se
foder para o marido ser o rei do lar,
gente tão à frente de seu tempo. E agora o mesmo Papa vem dizendo que se pode
sim, fazer planejamento familiar, ou seja, está nas entrelinhas que se pode dar
uma pirocada, sem precisar engravidar ninguém. Estou salvo! Antes, sexo, só
para procriar, isso com quem acredita em Deus, eu sou ateu, comigo, sexo até
para passar a raiva, é muito bom. É bom, até quando é ruim! Tem gente que acha
maravilhoso tomar no cu. Tudo bem, a gente respeita e se for do sexo oposto, a
gente satisfaz esse desejo, não é mesmo? O problema é se quiserem colocar no
meu. O que eu vou dizer para mamãe? Eu sou um moço de família se meu nome cai
na boca do povo, deixa como está, não tenho a menor curiosidade a respeito. Mas
como disse, se tu fores do gênero oposto e achares que não te importas em
empurrarem o cocô de volta, me liga gostosa, a gente mete com gosto. O pirulito
no caneco, a mangueira no bocal, vais morder banana com a boquinha de macaco,
posso empurrar teu barro, fingindo ser um trator Caterpillar, ou Massey-Fergson,
sem drama. Só se for a Ministra Katia Abreu, não tem jogo. Imagina a mulher com
uns vestidos cafonas, horrorosos, tira a roupa, é ainda mais feia, também não
estou tão a perigo assim, não achei meu membro fálico na lixeira pública, vamos
respeitar o meio ambiente! Entendeu o
falo que falo?
Mas eu disse no Genesis deste
palavrório todo que eu estou ecomestível hoje, não é mesmo? Nada de ir
trabalhar de bicicleta, de manter a Amazônia como um santuário intocável, vamos
deixar essas babaquices para o pessoal que precisa aparecer, quando está no
ostracismo.
A receita de hoje, são dois pratos
deliciosos, como uma mulher ardente de pernas abertas. Um na cozinha, a outra,
aí “vareia”. Na sala, no carro, atrás da cortina, na moita, no motel, até na
cama mesmo. Tudo é de comer.
Bem, primeiro a salada de forno.
INGREDIENTES
Cebola
Alho
Maçã
Cenoura
Couve-flor
Brócolis
Pimentão
Jerimum, jurumum, ou abóbora
E o que gostar que for verdura.
Ervas finas
Sal, sal vegetal, ou o que gostar para
salgar
Azeite de oliva.
Mas mulher atlética, mulher disposta,
mulher dos novos tempos, preguiçosa e vagabunda, dia desses, um ator
estrangeiro deu um pito nas suas fãs que se colocavam com o nome do Fulano e
mais o sufixo BITCH. O cara falou que elas têm de se respeitar mais, respeitar
a condição feminina, eu concordo. Quando um homem faz merda, ele está se
representando, quando uma mulher, um gay,
ou uma lésbica, por serem minoria política e representativa, fazem uma cagada,
elas representam não só a sim, mas toda uma luta por dignidade, todo gênero a
que pertencem. Como as pessoas estão histriônicas, na tentativa de aparecer.
Bem, como eu sei o tipo de
telespectador que nos assiste, vou facilitando as coisas. Histriônica é ridícula,
é torpe, é rasteira, entendeu? Eu sei que não vão procurar no dicionário, nem
mesmo, abrir o editor de texto do tablet,
do smartphone e colocar o pauzinho
encima, até abrir a tela e lá embaixo: DICIONÁRIO, pronto. As pessoas usam e
abusam das bugigangas, mas nem se orientam sobre as possibilidades que elas
oferecem. É só para fazer charme.
Mas voltando à salada, uma comida rapidinha,
que nem transa do ex-Deputado Fausto Sousa, quando o baitola que fazia o papel
de gigolô ligou para a garota e ela retrucou.
- Hoje não dá, eu tenho prova! Já
estou saindo pra aula.
- É o Fausto!
- Aquele velho?
- É. Rapidinho.
Ou seja, matou dois coelhos com uma
porrada só. Chamou de pedófilo e nos revelou que ele tem ejaculação precoce. Se
o cafetão demora mais ao telefone, quem ouviu talvez até soubesse que para pegar,
é preciso fazer manivela, num terra profundo. O pessoal é tão metido a machão, mas precisa
de remédio para ficar ereto, de tanta coisa que é melhor dar logo o rabo que é
mais rápido, porra! A dor? Depois, dizem os “entendidos”, acostuma. Hoje o
mercado de sexo é o que mais fatura, não porque as pessoas estão comprando
brinquedinhos, para suas fantasias sexuais, mas porque o pessoal está brocha, é
preciso não dar bandeira. Um piriquitão dando sopa, nossa coleguinha fazendo a
dança do cu tremido e o cara precisa de preliminares, de pílulas, de filminhos,
rapaz, na verdade não quer dizer que não gosta da fruta, é enrustido, fica
fazendo média. Quem é do ramo, só de pensar, já fica disposto. Talvez sejam os
níveis de testosterona que hoje, tem mais em mulher anabolizada, do que em
muito homem que finge que é e acaba não sendo.
Mas a salada que eu ia me esquecendo. Antes
de mais nada, aqueça o forno, em temperatura de 180ºC. Pegue todos os ingredientes
e coloque-os todos, num recipiente que abarque todos. De preferência cortados
em pedaços grandes e sem a semente, no caso de tomate, de maçã, de pimentão
etc. Acrescente as ervas-finas, o sal e o azeite que não pode, nem dever ser
extra-virgem que não deve ir ao fogo, para cozinhar, senão se transforma em
cancerígeno. O azeito comum mesmo. Até o topo. Uma lata, ou um vidro daqueles
de litros.
Cobre com um papel laminado, ou com
aquelas folhas de poliéster que aguentam o forno e marque 45’, quer dizer,
minutos, para quem não sabe, um (‘), minuto, dois (“), segundo e uma rosca (º),
hora. Linguagem de topografia, astrologia e de bússola.
Quando passar dos 45’, tirar do forno,
deixar o laminado até servir. O alho cremoso, sem gosto e ardor, a cebola que
nem uma pasta, a cenoura, macia, a maçã, incomparável, não tem quem adivinhe o
que é. O jerimum, bem, dá até para sonhar que vai se transformar em carruagem,
o problema é na saída, o cocheiro até sai, mas quando vierem as rodinhas, vai
ser uma dificuldade tremenda. Deixa o jerimum do jeito que ele é, sem
historinha infantil.
É tanto azeite que se mistura com o
arroz, com a comida que é servida do lado, até a mulher mais travada do mundo,
pelo menos no outro dia, está se cagando toda. Azeita o organismo, o que faz um
bem danado e evita câncer de intestino, câncer de ânus e o mais sério, uma
mulher ranzinza, chata, por conservar dentro de si, por dias, um bolo fecal que
parece candy dos príncipes ingleses,
quando casam. Enormes, o que as faz ficarem muito putas, no mal sentido e
acharem que é TPM. Não, é merda em conserva, no “istrombo”. Se joga mulher e joga essa merda fora! Azeita
os intestino, come fibra e de vez em quando, rabeia que ajuda a alargar a
saída.
Mas, mudando de chá para café e o
policial, acho que no Rio Grande do Sul que matou um surfista que pediu para
tirar o carro, em um lugar praiano, para que fizessem um trabalho no esgoto da
região? As pessoas estão se achando tão mocinhas dos filmes, tão intocáveis,
qualquer coisa, já tratam de aniquilar quem nem conhecem. A media se antecipa logo em dizer.
- Existem policiais e policiais. Os
bons e os maus!
Eu acredito em algo diferente. Existe
treinamento e falta de treinamento. Isso sim. O que iguala a ação, tanto no Rio
Grande do Sul, quanto em Roraima de nossos policiais que desde a Ditadura,
viraram militar, como se fossem uma Força Armada e ao invés de serem levados a
tratar com gente, ficam marchando, prestando continência e tudo, como se
estivessem em um quartel militar mesmo. Treinamento ruim, fazer de policial,
como se fosse um militar em guerra, é uma merda. E guerra contra civis
desarmados, contra pessoas do povo. Não dar treinamento a pessoas que só entram
na polícia com o pensamento de machucar, de “colocar ordem”, ao invés de pensar que a
primeira missão, é de servir os cidadãos, seja classe A, B, X, Y, ou Z, não
importa, é quem paga os impostos quem vai possibilitar o soldo no contracheque
no fim do mês. Depois, não interessa se é ateu, evangélico, judeu, agnóstico,
hindu, budista, preto, branco, amarelo, vermelho, heterossexual, bicha, sapatão,
mulher, criança, todos têm de ser tratados como cidadãos sem mácula. Todos são
inocentes, até prova em contrário. No Brasil não, dependendo da cara do cidadão,
a polícia já acha que é bandido, sem evidência, sem prova, sem ao menos cometer
delito e sem possibilitar a defesa, já executa, a pior pena de morte que há no
mundo, onde o policial é juiz, promotor, Deus, Imperador Romano e acha que pode
tudo e achando, pode executar uma pessoa, só por ter desconfiado que não era
inocente. E dia desses, nas cartas ao jornal, lá vinha o papo de que recebem
mal. O que tem a ver o cu com as calças? O cara pode receber mal, mas não sair
matando por instinto. Pode ser pobre e nem por isso perder a dignidade. Existe
um pensamento que quer dizer que dinheiro é tudo. O Fernandinho Beira-Mar e o
Marcola, ganham muito bem, assim como todos os narcotraficantes mundo afora e
nem por isso, deixam de matar, às vezes, só por brincadeira. Não confundamos
princípios, com conta polpuda.
Em Manaus, a polícia como que para
colocar numa posição vexatória, apresenta a dondoca que mandou matar a
adversária, ao invés de falarem sobre os fatos do crime, já julgam, antes mesmo
de se postar diante de um juiz. Imagina se enfrentar um júri popular, nem
precisa ir, já sabe que está condenada. Isso são elucubrações dos veículos de
comunicação que a cada dia que passa, parece terem mais e mais adolescentes nas
redações; “Ela é metida!” “Ela é abusada!” “Não perde a pose!” “É antipática!”
O que esses perfis, têm a ver com o crime em si? Mas ajudam a denegrir imagem e
a condenar, até o filho de Jesus com Gandhi, de propósito. É como os cidadãos
da periferia, detidos, a primeira coisa que fazem, é mandar que tirem as
camisas, para as fotos da media.
Antigamente raspavam a cabeça, antes mesmo de esclarecem qualquer coisa. Isso é
de uma infantilidade, quando não é maldade pura, covardia, usar um veículo que
atinge consciências, para colocar seu recalque para fora. Aquela repórter
enorme de gorda que era da TV A Crítica e agora está na Record Nacional, que
vive gritando contra a idoneidade alheia, sem haver julgamento, não diz que foi
Rainha do Peladão, antes de tufar daquele jeito. Será que tem medo que sua
imagem seja maculada? Dizem as más línguas também, que Rainha do Peladão...
Assim como pode ser, pode não ser, não dá para generalizar para todo mundo.
Mas vamos ao arroz, simples, rápido e mais
Fausto Sousa do que a salada em si. Rapidinho e cheio de muita coisa.
INGREDIENTES
Um copo médio, para duas pessoas, de
arroz
Cebola
Alho
Manjericão
Água
Ervas-finas
Sal vegetal
Azeite
E o que der vontade de colocar no
arroz.
Vamos ao modo de fazer.
Bem, de preferência, deixe por umas
horas, ou por dias, um recipiente com água e manjericão na geladeira. Reserve.
Na hora do preparo, deixa ferver a água com o gosto de manjericão ao lado.
Pique a cebola bem picada. Eu sei
telespectadora amiga, telespectador que ainda não criou coragem para sair do freezer, arrepiou até os cílios postiços
quando eu falei em pica. Mas segura a onda mulher. Picar com faca vagabunda. Reserva.
O alho, o mesmo jeito. Se quiser
colocar champignon – nunca acerto a
porra desse nome -, petit pois, é
ervilhas, acertei, aproveita.
Então, em uma vasilha, de duas a três
colheres de azeite, ou óleo, deixa o azeite esquentar, coloca um pedaço de
cebola para ver quando está bom, até pegar uma cor, joga o alho. Depois de bem
refogado, acrescenta o resto e o arroz ainda duro, para pegar gosto.
Então, quando o arroz, ainda duro,
estiver misturado aos ingredientes, acrescente um pouco de água fervendo e
deixe amolecer. Repetir a mesma presepada, até que estiver ao gosto do freguês.
Eu gosto de macarrão, meio papa, não sou muito chegado ao dente. Ao dente, é
escova, fio, fita, dentifrício, bochecho, essas coisas. Macarrão é ao prato. A
mesma coisa com o arroz.
Bem, quando o arroz já estiver quase
na consistência que se quer, acrescenta o sal, as ervas, acertando, até a hora
de estar no ponto. Devo dizer que hoje, queimei o céu da boca, de provar o
arroz, quente, quente, quente. Então, tampe a vasilha, baixe o fogo, não
mulher, o fogo do fogão, tu podes pensar em fazer sacanagem, mas não deixa
queimar, não, não é a rosca, queima se te dá prazer, não deixa queimar o arroz
filha da puta.
Mistura bem, retira tudo que possa
estar preso no fundo da panela e deixa por uns 20’ para secar o excesso de
líquido. Desliga o fogo, do fogão danada. Aí, é deixar mais uns 10’ tapados,
até absorver toda a água que ficou e crescer. É arroz na água, é quem nem
adolescente vendo sacanagem, cresce que é uma coisa.
Bem amiga, é servir e pegar o macho
pelo estômago.
O que fazer com o azeite que sobrou na
salada de forno? Bem, eu tenho uns amigos que dizem que usavam margarina da
geladeira, na hora de fazer sexo anal. Eu, quando ainda não usava preservativo,
colocava Vaselina, até que a Rainha do Bumbum me ensinou um tal de Quei Uai, ou
KY, eu tanto uso preservativo, quando unto com gel para passar até o
botãozinho. Quem sabe, com azeite deve ficar uma delícia, ademais, depois que
esfria, deve passar até a orelha. E ainda dá para provar com a língua. Vem salgadinho,
desde que lave antes o orifício em questão, senão vem amarguinho e é merda na
ponta da língua.
Por hoje, é o que tínhamos e não se
esqueça. Foda, foda, mas não queira foder o país! E o Papa liberou geral. Pode
cair na gandaia que é proibido proibir, não tem mais pecado. Só não queiram
colocar no meu que o Senhor falou que dói e eu, mesmo herege, sou filho de Deus
e não vou me foder com essa brincadeirinha sem graça. Tanta coisa para fazer, o
cara vai querer cu e logo o meu? Vamos jogar baralho, bafo, banco imobiliário,
videogame, o cara vai querer meter no meu? Nem morto Creuza!
Até o próximo Programa Fancy-se com
uma receita prática para a mulher pós-moderna que ainda perfaz dupla jornada,
para manter o casamento. Eu hein! Fui! Mas se for o caso de mulher com S, S de
Sadia, com carnes para dar e vender, mas se der, bem melhor, de graça, até injeção
nos óvulos, me chamar, eu volto! Vou e volto, vou e volto, vou e volto... ah, ah, ah...
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