terça-feira, 20 de janeiro de 2015

PROGRAMA FANCY-SE em NATUREZA REDIVIVA

- Bom dia menina, garota, mulher jovial, bonita, safada, traidora, infiel, telespectadora do Programa Fancy-se. Estamos entrando no ar, enquanto não entramos pelo cano com o aquecimento global.
Hoje eu estou natureba acredita mana, mina e mona? Abri a janela para aproveitar o vento. Nada de “arfuncionado”. Uma ventania que até os pássaros estão voltando para o poleiro, ainda mais os periquitos. A coisa está periclitante, sim, periga em tudo, e periga eu morrer sem um periquitinho para chamar de meu, só meu. Periclita!
Menina, o mundo está mudado. Não só na temperatura, tem gente que está andando com calcinha térmica, com gelo dentro, para não assar a perereca, não é mesmo? Mas eu digo, também nos dogmas. Virou puteiro. O Papa é contra o Machismo. Lindo, imagina, é como o rabino dizer que de agora em diante, a mulher judia pode trepar com quem quiser e o pastor protestante dizer que esse papo de mulher submissa já era. Acaba aquele programa na Record, da filha e do genro do Bispo que tudo a mulher tem de se foder para o marido ser o rei do  lar, gente tão à frente de seu tempo. E agora o mesmo Papa vem dizendo que se pode sim, fazer planejamento familiar, ou seja, está nas entrelinhas que se pode dar uma pirocada, sem precisar engravidar ninguém. Estou salvo! Antes, sexo, só para procriar, isso com quem acredita em Deus, eu sou ateu, comigo, sexo até para passar a raiva, é muito bom. É bom, até quando é ruim! Tem gente que acha maravilhoso tomar no cu. Tudo bem, a gente respeita e se for do sexo oposto, a gente satisfaz esse desejo, não é mesmo? O problema é se quiserem colocar no meu. O que eu vou dizer para mamãe? Eu sou um moço de família se meu nome cai na boca do povo, deixa como está, não tenho a menor curiosidade a respeito. Mas como disse, se tu fores do gênero oposto e achares que não te importas em empurrarem o cocô de volta, me liga gostosa, a gente mete com gosto. O pirulito no caneco, a mangueira no bocal, vais morder banana com a boquinha de macaco, posso empurrar teu barro, fingindo ser um trator Caterpillar, ou Massey-Fergson, sem drama. Só se for a Ministra Katia Abreu, não tem jogo. Imagina a mulher com uns vestidos cafonas, horrorosos, tira a roupa, é ainda mais feia, também não estou tão a perigo assim, não achei meu membro fálico na lixeira pública, vamos respeitar o meio ambiente!  Entendeu o falo que falo?
Mas eu disse no Genesis deste palavrório todo que eu estou ecomestível hoje, não é mesmo? Nada de ir trabalhar de bicicleta, de manter a Amazônia como um santuário intocável, vamos deixar essas babaquices para o pessoal que precisa aparecer, quando está no ostracismo.
A receita de hoje, são dois pratos deliciosos, como uma mulher ardente de pernas abertas. Um na cozinha, a outra, aí “vareia”. Na sala, no carro, atrás da cortina, na moita, no motel, até na cama mesmo. Tudo é de comer.
Bem, primeiro a salada de forno.
INGREDIENTES
Cebola
Alho
Maçã
Cenoura
Couve-flor
Brócolis
Pimentão
Jerimum, jurumum, ou abóbora
E o que gostar que for verdura.
Ervas finas
Sal, sal vegetal, ou o que gostar para salgar
Azeite de oliva.
Mas mulher atlética, mulher disposta, mulher dos novos tempos, preguiçosa e vagabunda, dia desses, um ator estrangeiro deu um pito nas suas fãs que se colocavam com o nome do Fulano e mais o sufixo BITCH. O cara falou que elas têm de se respeitar mais, respeitar a condição feminina, eu concordo. Quando um homem faz merda, ele está se representando, quando uma mulher, um gay, ou uma lésbica, por serem minoria política e representativa, fazem uma cagada, elas representam não só a sim, mas toda uma luta por dignidade, todo gênero a que pertencem. Como as pessoas estão histriônicas, na tentativa de aparecer.
Bem, como eu sei o tipo de telespectador que nos assiste, vou facilitando as coisas. Histriônica é ridícula, é torpe, é rasteira, entendeu? Eu sei que não vão procurar no dicionário, nem mesmo, abrir o editor de texto do tablet, do smartphone e colocar o pauzinho encima, até abrir a tela e lá embaixo: DICIONÁRIO, pronto. As pessoas usam e abusam das bugigangas, mas nem se orientam sobre as possibilidades que elas oferecem. É só para fazer charme.
Mas voltando à salada, uma comida rapidinha, que nem transa do ex-Deputado Fausto Sousa, quando o baitola que fazia o papel de gigolô ligou para a garota e ela retrucou.
- Hoje não dá, eu tenho prova! Já estou saindo pra aula.
- É o Fausto!
- Aquele velho?
- É. Rapidinho.
Ou seja, matou dois coelhos com uma porrada só. Chamou de pedófilo e nos revelou que ele tem ejaculação precoce. Se o cafetão demora mais ao telefone, quem ouviu talvez até soubesse que para pegar, é preciso fazer manivela, num terra profundo.  O pessoal é tão metido a machão, mas precisa de remédio para ficar ereto, de tanta coisa que é melhor dar logo o rabo que é mais rápido, porra! A dor? Depois, dizem os “entendidos”, acostuma. Hoje o mercado de sexo é o que mais fatura, não porque as pessoas estão comprando brinquedinhos, para suas fantasias sexuais, mas porque o pessoal está brocha, é preciso não dar bandeira. Um piriquitão dando sopa, nossa coleguinha fazendo a dança do cu tremido e o cara precisa de preliminares, de pílulas, de filminhos, rapaz, na verdade não quer dizer que não gosta da fruta, é enrustido, fica fazendo média. Quem é do ramo, só de pensar, já fica disposto. Talvez sejam os níveis de testosterona que hoje, tem mais em mulher anabolizada, do que em muito homem que finge que é e acaba não sendo.
Mas a salada que eu ia me esquecendo. Antes de mais nada, aqueça o forno, em temperatura de 180ºC. Pegue todos os ingredientes e coloque-os todos, num recipiente que abarque todos. De preferência cortados em pedaços grandes e sem a semente, no caso de tomate, de maçã, de pimentão etc. Acrescente as ervas-finas, o sal e o azeite que não pode, nem dever ser extra-virgem que não deve ir ao fogo, para cozinhar, senão se transforma em cancerígeno. O azeito comum mesmo. Até o topo. Uma lata, ou um vidro daqueles de litros.
Cobre com um papel laminado, ou com aquelas folhas de poliéster que aguentam o forno e marque 45’, quer dizer, minutos, para quem não sabe, um (‘), minuto, dois (“), segundo e uma rosca (º), hora. Linguagem de topografia, astrologia e de bússola.
Quando passar dos 45’, tirar do forno, deixar o laminado até servir. O alho cremoso, sem gosto e ardor, a cebola que nem uma pasta, a cenoura, macia, a maçã, incomparável, não tem quem adivinhe o que é. O jerimum, bem, dá até para sonhar que vai se transformar em carruagem, o problema é na saída, o cocheiro até sai, mas quando vierem as rodinhas, vai ser uma dificuldade tremenda. Deixa o jerimum do jeito que ele é, sem historinha infantil.
É tanto azeite que se mistura com o arroz, com a comida que é servida do lado, até a mulher mais travada do mundo, pelo menos no outro dia, está se cagando toda. Azeita o organismo, o que faz um bem danado e evita câncer de intestino, câncer de ânus e o mais sério, uma mulher ranzinza, chata, por conservar dentro de si, por dias, um bolo fecal que parece candy dos príncipes ingleses, quando casam. Enormes, o que as faz ficarem muito putas, no mal sentido e acharem que é TPM. Não, é merda em conserva, no “istrombo”.  Se joga mulher e joga essa merda fora! Azeita os intestino, come fibra e de vez em quando, rabeia que ajuda a alargar a saída.
Mas, mudando de chá para café e o policial, acho que no Rio Grande do Sul que matou um surfista que pediu para tirar o carro, em um lugar praiano, para que fizessem um trabalho no esgoto da região? As pessoas estão se achando tão mocinhas dos filmes, tão intocáveis, qualquer coisa, já tratam de aniquilar quem nem conhecem. A media se antecipa logo em dizer.
- Existem policiais e policiais. Os bons e os maus!
Eu acredito em algo diferente. Existe treinamento e falta de treinamento. Isso sim. O que iguala a ação, tanto no Rio Grande do Sul, quanto em Roraima de nossos policiais que desde a Ditadura, viraram militar, como se fossem uma Força Armada e ao invés de serem levados a tratar com gente, ficam marchando, prestando continência e tudo, como se estivessem em um quartel militar mesmo. Treinamento ruim, fazer de policial, como se fosse um militar em guerra, é uma merda. E guerra contra civis desarmados, contra pessoas do povo. Não dar treinamento a pessoas que só entram na polícia com o pensamento de machucar, de  “colocar ordem”, ao invés de pensar que a primeira missão, é de servir os cidadãos, seja classe A, B, X, Y, ou Z, não importa, é quem paga os impostos quem vai possibilitar o soldo no contracheque no fim do mês. Depois, não interessa se é ateu, evangélico, judeu, agnóstico, hindu, budista, preto, branco, amarelo, vermelho, heterossexual, bicha, sapatão, mulher, criança, todos têm de ser tratados como cidadãos sem mácula. Todos são inocentes, até prova em contrário. No Brasil não, dependendo da cara do cidadão, a polícia já acha que é bandido, sem evidência, sem prova, sem ao menos cometer delito e sem possibilitar a defesa, já executa, a pior pena de morte que há no mundo, onde o policial é juiz, promotor, Deus, Imperador Romano e acha que pode tudo e achando, pode executar uma pessoa, só por ter desconfiado que não era inocente. E dia desses, nas cartas ao jornal, lá vinha o papo de que recebem mal. O que tem a ver o cu com as calças? O cara pode receber mal, mas não sair matando por instinto. Pode ser pobre e nem por isso perder a dignidade. Existe um pensamento que quer dizer que dinheiro é tudo. O Fernandinho Beira-Mar e o Marcola, ganham muito bem, assim como todos os narcotraficantes mundo afora e nem por isso, deixam de matar, às vezes, só por brincadeira. Não confundamos princípios, com conta polpuda.
Em Manaus, a polícia como que para colocar numa posição vexatória, apresenta a dondoca que mandou matar a adversária, ao invés de falarem sobre os fatos do crime, já julgam, antes mesmo de se postar diante de um juiz. Imagina se enfrentar um júri popular, nem precisa ir, já sabe que está condenada. Isso são elucubrações dos veículos de comunicação que a cada dia que passa, parece terem mais e mais adolescentes nas redações; “Ela é metida!” “Ela é abusada!” “Não perde a pose!” “É antipática!” O que esses perfis, têm a ver com o crime em si? Mas ajudam a denegrir imagem e a condenar, até o filho de Jesus com Gandhi, de propósito. É como os cidadãos da periferia, detidos, a primeira coisa que fazem, é mandar que tirem as camisas, para as fotos da media. Antigamente raspavam a cabeça, antes mesmo de esclarecem qualquer coisa. Isso é de uma infantilidade, quando não é maldade pura, covardia, usar um veículo que atinge consciências, para colocar seu recalque para fora. Aquela repórter enorme de gorda que era da TV A Crítica e agora está na Record Nacional, que vive gritando contra a idoneidade alheia, sem haver julgamento, não diz que foi Rainha do Peladão, antes de tufar daquele jeito. Será que tem medo que sua imagem seja maculada? Dizem as más línguas também, que Rainha do Peladão... Assim como pode ser, pode não ser, não dá para generalizar para todo mundo.
Mas vamos ao arroz, simples, rápido e mais Fausto Sousa do que a salada em si. Rapidinho e cheio de muita coisa.
INGREDIENTES
Um copo médio, para duas pessoas, de arroz
Cebola
Alho
Manjericão
Água
Ervas-finas
Sal vegetal
Azeite
E o que der vontade de colocar no arroz.
Vamos ao modo de fazer.
Bem, de preferência, deixe por umas horas, ou por dias, um recipiente com água e manjericão na geladeira. Reserve. Na hora do preparo, deixa ferver a água com o gosto de manjericão ao lado.
Pique a cebola bem picada. Eu sei telespectadora amiga, telespectador que ainda não criou coragem para sair do freezer, arrepiou até os cílios postiços quando eu falei em pica. Mas segura a onda mulher. Picar com faca vagabunda.  Reserva.
O alho, o mesmo jeito. Se quiser colocar champignon – nunca acerto a porra desse nome -, petit pois, é ervilhas, acertei, aproveita.
Então, em uma vasilha, de duas a três colheres de azeite, ou óleo, deixa o azeite esquentar, coloca um pedaço de cebola para ver quando está bom, até pegar uma cor, joga o alho. Depois de bem refogado, acrescenta o resto e o arroz ainda duro, para pegar gosto.  
Então, quando o arroz, ainda duro, estiver misturado aos ingredientes, acrescente um pouco de água fervendo e deixe amolecer. Repetir a mesma presepada, até que estiver ao gosto do freguês. Eu gosto de macarrão, meio papa, não sou muito chegado ao dente. Ao dente, é escova, fio, fita, dentifrício, bochecho, essas coisas. Macarrão é ao prato. A mesma coisa com o arroz.
Bem, quando o arroz já estiver quase na consistência que se quer, acrescenta o sal, as ervas, acertando, até a hora de estar no ponto. Devo dizer que hoje, queimei o céu da boca, de provar o arroz, quente, quente, quente. Então, tampe a vasilha, baixe o fogo, não mulher, o fogo do fogão, tu podes pensar em fazer sacanagem, mas não deixa queimar, não, não é a rosca, queima se te dá prazer, não deixa queimar o arroz filha da puta.
Mistura bem, retira tudo que possa estar preso no fundo da panela e deixa por uns 20’ para secar o excesso de líquido. Desliga o fogo, do fogão danada. Aí, é deixar mais uns 10’ tapados, até absorver toda a água que ficou e crescer. É arroz na água, é quem nem adolescente vendo sacanagem, cresce que é uma coisa.
Bem amiga, é servir e pegar o macho pelo estômago.
O que fazer com o azeite que sobrou na salada de forno? Bem, eu tenho uns amigos que dizem que usavam margarina da geladeira, na hora de fazer sexo anal. Eu, quando ainda não usava preservativo, colocava Vaselina, até que a Rainha do Bumbum me ensinou um tal de Quei Uai, ou KY, eu tanto uso preservativo, quando unto com gel para passar até o botãozinho. Quem sabe, com azeite deve ficar uma delícia, ademais, depois que esfria, deve passar até a orelha. E ainda dá para provar com a língua. Vem salgadinho, desde que lave antes o orifício em questão, senão vem amarguinho e é merda na ponta da língua.
Por hoje, é o que tínhamos e não se esqueça. Foda, foda, mas não queira foder o país! E o Papa liberou geral. Pode cair na gandaia que é proibido proibir, não tem mais pecado. Só não queiram colocar no meu que o Senhor falou que dói e eu, mesmo herege, sou filho de Deus e não vou me foder com essa brincadeirinha sem graça. Tanta coisa para fazer, o cara vai querer cu e logo o meu? Vamos jogar baralho, bafo, banco imobiliário, videogame, o cara vai querer meter no meu? Nem morto Creuza!

Até o próximo Programa Fancy-se com uma receita prática para a mulher pós-moderna que ainda perfaz dupla jornada, para manter o casamento. Eu hein! Fui! Mas se for o caso de mulher com S, S de Sadia, com carnes para dar e vender, mas se der, bem melhor, de graça, até injeção nos óvulos, me chamar, eu volto! Vou e volto, vou e volto, vou e volto... ah, ah, ah...

Nenhum comentário:

OBSERVADORES DE PLANTÃO