A famílias não educam mais seus filhos
Isto é coisa para a escola
Mas a escolha nem sempre atende aos critérios familiares
E mandam uns seres primitivos para serem educados na casa dos outros.
Mas qualquer cara feia, alguma reclamação
É motivo para procurar o familiar Conselho Tutelar
A escola é processada e o aprendiz de marginal aprende como se valer da Justiça
Para sempre transgredir dentro da lei.
O idiota em idade escolar faz e acontece e rivaliza com quem se mete no caminho
É o dono da bola, é o cara da vez, é o exemplo de futuro
Bate em professor, anda armado, arma as maiores confusões
E os responsáveis, só aparecem, quando ele leva desvantagem.
Se na escola não aprendeu, ainda tem tempo bastante
E vai caminhando, em sua saga
Abrindo chagas no caminho, sem se importar com as feridas abertas
Pois o que interessa, é estar alerta aos seus interesses.
Onde aparece, quer sempre levar vantagem
Como se vivesse sozinho neste mundo feito só para si
E qualquer coisa que o desagrade, pensa que é só para provocá-lo,
Logo ele, o ser perfeito, onde o mundo gira em torno de.
Faz o merchandising religioso, fala em paz, para atrair a atenção
Mas todo dia, seleciona tudo o que tem a haver com violência
Cinema, rádio, internet, videogame, televisão e arte marcial
Ele quer seguir os exemplos dos heróis de Hollywood.
Ele aprendeu sempre que uma pessoa sozinha pode destruir um batalhão
Que para ele, qualquer coisa é possível, mesmo que vá de encontro à vontade dos outros
Pensa-se o ser iluminado, pré-destinado que pode estar acima da lei
E ele acredita piamente que é o eleito, para tanto.
Transgride no trânsito, transgride em casa, transgride só para
Ele pode, pois veio em missão ultra-secreta, melhorar o mundo
E suas idéias têm de vigorar, nem se for à força,
Mesmo que não faça idéia do que isto significa.
Buzina é chamamento para os outros, pára na via expressa, para conversar
Ele é o dono do mundo e se alguém reclamar
Ele acha que é um insulto proposital contra sua condição
De Dono do Mundo.
Queima pessoas que dormem na sarjeta.
Espanca empregada-doméstica na parada de ônibus.
Queima a colega por ciúmes.
Passa por cima de frentista caído e acidentado.
Depreda o meio ambiente, para lucrar com as obras.
Atira no vizinho no elevador.
Mata os outros, por causa de um acidente que ele mesmo causou.
Corrompe e é corrompido, mesmo ganhando salário acima da média.
Deforma a notícia a seu bel prazer.
E ora toda hora na frente dos outros, para esta violência acabar.
O pichador solitário de banheiro de colégio,
Revelou-se o assassino do Galdino.
A garotinha que o pai não deixava ninguém tocar um dedo,
Ateou fogo na colega, na porta da escola.
O rapaz que sempre se diverte e depois coloca a culpa no porre,
Passou por cima do frentista.
O covarde que sempre andou de turma, para bater em pessoas indefesas,
Agora quer lucrar, sem se importar com a natureza.
O garoto que se descontrola por qualquer motivo e nunca foi repreendido pelos pais,
Assassinou o vizinho no elevador, por descontrole.
O rapaz que comprou a carteira de motorista e acha que se tem de levar vantagem sempre,
Avançou o sinal, bateu no carro do outro e ainda o assassinou.
A garota que vendia o corpo para pagar a faculdade, comprou o diploma e viu antes, as questões da Ordem,
Virou julgadora, deu sentenças graciosas a bandidos perigosos, colocando a sociedade em perfeito caos.
O comunicador que deturpa as notícias,
Teve os princípios deturpados e matou a amante de trabalho.
E a oração pedindo tudo para si,
Deu certo, protegendo-o de pagar pelos crimes cometidos, com o beneplácito dos irmãos em cargos importantes.
Mas tudo sempre tem uma justificativa.
A luta agora é contra o terrorismo
Justifica até que se minta, para destruir e levar o terror à outras terras.
A violência agora vem de berço e se chama disputa de mercado
A realidade é enviesada, pasteurizada, para agradar a todos.
A corrupção agora é forma de governo
E falta de educação caseira que ocasiona a arrogância,
Simplesmente, é stress.
Isto é coisa para a escola
Mas a escolha nem sempre atende aos critérios familiares
E mandam uns seres primitivos para serem educados na casa dos outros.
Mas qualquer cara feia, alguma reclamação
É motivo para procurar o familiar Conselho Tutelar
A escola é processada e o aprendiz de marginal aprende como se valer da Justiça
Para sempre transgredir dentro da lei.
O idiota em idade escolar faz e acontece e rivaliza com quem se mete no caminho
É o dono da bola, é o cara da vez, é o exemplo de futuro
Bate em professor, anda armado, arma as maiores confusões
E os responsáveis, só aparecem, quando ele leva desvantagem.
Se na escola não aprendeu, ainda tem tempo bastante
E vai caminhando, em sua saga
Abrindo chagas no caminho, sem se importar com as feridas abertas
Pois o que interessa, é estar alerta aos seus interesses.
Onde aparece, quer sempre levar vantagem
Como se vivesse sozinho neste mundo feito só para si
E qualquer coisa que o desagrade, pensa que é só para provocá-lo,
Logo ele, o ser perfeito, onde o mundo gira em torno de.
Faz o merchandising religioso, fala em paz, para atrair a atenção
Mas todo dia, seleciona tudo o que tem a haver com violência
Cinema, rádio, internet, videogame, televisão e arte marcial
Ele quer seguir os exemplos dos heróis de Hollywood.
Ele aprendeu sempre que uma pessoa sozinha pode destruir um batalhão
Que para ele, qualquer coisa é possível, mesmo que vá de encontro à vontade dos outros
Pensa-se o ser iluminado, pré-destinado que pode estar acima da lei
E ele acredita piamente que é o eleito, para tanto.
Transgride no trânsito, transgride em casa, transgride só para
Ele pode, pois veio em missão ultra-secreta, melhorar o mundo
E suas idéias têm de vigorar, nem se for à força,
Mesmo que não faça idéia do que isto significa.
Buzina é chamamento para os outros, pára na via expressa, para conversar
Ele é o dono do mundo e se alguém reclamar
Ele acha que é um insulto proposital contra sua condição
De Dono do Mundo.
Queima pessoas que dormem na sarjeta.
Espanca empregada-doméstica na parada de ônibus.
Queima a colega por ciúmes.
Passa por cima de frentista caído e acidentado.
Depreda o meio ambiente, para lucrar com as obras.
Atira no vizinho no elevador.
Mata os outros, por causa de um acidente que ele mesmo causou.
Corrompe e é corrompido, mesmo ganhando salário acima da média.
Deforma a notícia a seu bel prazer.
E ora toda hora na frente dos outros, para esta violência acabar.
O pichador solitário de banheiro de colégio,
Revelou-se o assassino do Galdino.
A garotinha que o pai não deixava ninguém tocar um dedo,
Ateou fogo na colega, na porta da escola.
O rapaz que sempre se diverte e depois coloca a culpa no porre,
Passou por cima do frentista.
O covarde que sempre andou de turma, para bater em pessoas indefesas,
Agora quer lucrar, sem se importar com a natureza.
O garoto que se descontrola por qualquer motivo e nunca foi repreendido pelos pais,
Assassinou o vizinho no elevador, por descontrole.
O rapaz que comprou a carteira de motorista e acha que se tem de levar vantagem sempre,
Avançou o sinal, bateu no carro do outro e ainda o assassinou.
A garota que vendia o corpo para pagar a faculdade, comprou o diploma e viu antes, as questões da Ordem,
Virou julgadora, deu sentenças graciosas a bandidos perigosos, colocando a sociedade em perfeito caos.
O comunicador que deturpa as notícias,
Teve os princípios deturpados e matou a amante de trabalho.
E a oração pedindo tudo para si,
Deu certo, protegendo-o de pagar pelos crimes cometidos, com o beneplácito dos irmãos em cargos importantes.
Mas tudo sempre tem uma justificativa.
A luta agora é contra o terrorismo
Justifica até que se minta, para destruir e levar o terror à outras terras.
A violência agora vem de berço e se chama disputa de mercado
A realidade é enviesada, pasteurizada, para agradar a todos.
A corrupção agora é forma de governo
E falta de educação caseira que ocasiona a arrogância,
Simplesmente, é stress.
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