terça-feira, 18 de março de 2008

Feliz Pácoa - Direitos Humanos

DIREITOS HUMANOS I

Na praça pública, a multidão se aglomera para decidir sobre quem deve morrer. Sob tortura, sem poder ao menos se defender, entre dois criminosos, é escolhido um homem que passou a noite inteira sendo seviciado, sendo espezinhado, sendo humilhado, sendo machucado, por ir contra o pensamento dominante daquele império. O ladrão sujo, malvado e com uma larga ficha criminal, é solto, como se o outro, tivesse cometido crime maior. Um crime hediondo, ir contra as idéias dominantes. Entre assassinato e o livre pensar, escolhe-se o segundo, para se coibir, pensamentos divergentes.
Sim, por isto, já foram perseguidos pensadores, filósofos, cientistas e até gente acusada de “loucura” que a partir disto, caiu no ostracismo, mesmo que o laudo, nunca tenha sido dado em um consultório de um profissional da área. Ir contra a corrente, muitas vezes se constitui em um crime sem perdão. E quando alguém é dado por louco, mesmo vindo da boca de pessoas desqualificadas e até mais “loucas” do que ele, pode ser uma sentença de prisão perpétua.
E da praça, o “louco”, o “criminoso”, o “sem perdão”, foi levado ao calvário, para morrer asfixiado na cruz, pela decisão do povo que desde muito, odeia quem pensa diferente e sempre escolhe a morte.
Mas, muito antes da cruz, antes de qualquer julgamento, o homem já estava semimorto, tendo de agüentar todo tipo de tortura, na prisão.
E o que ocorre em praça pública, em nenhum momento jurídico, pode-se dizer que houve justiça, nem naqueles tempos. O que houve na verdade, foi uma encenação, onde se ilude o povo e se tira a culpa do legislador, em que ele, tirando o corpo de banda, lava as mãos na frente de todos, como se não tivesse dirigido toda aquela peça que ele mesmo já sabia como acabaria.
Houve justiça? Houve tratamento digno à pessoa, seja ela quem for?

DIREITOS HUMANOS II

De repente, após a Grande Crise Financeira dos Mercados Capitalistas, o mundo assiste à busca por mercados. Numa encenação grotesca, com o beneplácito dos países mais desenvolvidos e até de cidadãos mais favorecidos da época, com o intuito de atingir toda e qualquer ideologia divergente, o Exército Alemão fantasia alguns soldados com fardas do Exército Polonês e deixa nas suas fronteiras, pessoas que não eram benquistas pelo estado. Os soldados fantasiados de poloneses executam os soldados fantasiados de alemães. Não muito diferente do 11 de setembro de 2001 orquestrado nos EUA. Aliás, justificar invasões com encenações programadas, parece coisa de nazista, em todos os tempos.
Sob o pretexto de se defender, a Alemanha invade a Polônia e tenta refazer o Império Germânico de há muito, no esquecimento.
Sentindo-se poderosa, apesar de enfrentar uma crise econômica imensa, dentro de casa, abre frentes de luta, contra tudo e contra todos. E quanto mais se sente forte, mais rivaliza com todos, tendo inclusive, desgostado seus antigos aliados, fazendo-os decidir pelo lado contrário na guerra. Mais, ou menos em meados da II Guerra Mundial, os EUA e a Inglaterra que antes forneceram armas e táticas para o Exército Alemão, entram na guerra. Aliás, já estavam na guerra, desde a Guerra Civil Espanhola. Apenas mudaram de lado, não por ideologia, mas por perda de mercado.
Um homem que caminha tranquilamente nas ruas de Berlim, é preso, sem justificativa alguma. Seu crime, professar uma determinada religião.
A partir daí, sem nenhum julgamento, sem nenhuma defesa, sem poder ao menos dizer o que sentia, é colocado em um campo concentração, afastado de todos, inclusive da opinião pública, é seviciado, é espezinhado, é humilhado, é machucado, por ir contra o pensamento dominante daquele império.
Um crime considerado hediondo, por ir contra os princípios estabelecidos nos porões do novo governo.
E dentre tantos, ba’hays, testemunhas de Jeová, judeus, é determinado que seja eliminado em câmaras de gás, durante o que pensava ser seu banho regulamentar.
E a multidão, apoiava o chanceler no poder, como se ele fosse a coisa mais divina que tivesse aparecido em todos os tempos. Os índices de aprovação de seu governo, eram elevados, como o são o do Governo Uribe. Aliás, já falei que um sociólogo francês já definiu que democracia não se mede pelos índices de aprovação estatística, mesmo por que, todo ditador, sempre tem altos índices de aprovação, mas a relação com seus opositores.
E depois que o Exército Alemão perde a guerra, conhece-se o extermínio de milhares de pessoas que foram jogadas em valas abertas, pelo fato de não estarem dentro dos padrões estabelecidos, mesmo sem critério, pelo governo.
Houve justiça? Houve tratamento digno à pessoa, seja ela quem for?


DIREITOS HUMANOS III
De repente as eleições do país hegemônico que se diz o guardião da Democracia, parecem ter sido vencidas sob fraudes gritantes. O candidato apoiado e ele mesmo, acionista majoritário de campos petrolíferos, pela indústria do petróleo e das armas de guerras, é suspeito de ter fraudado as eleições, justamente no estado onde o irmão é governador.
As coisas não se esclarecem de maneira alguma. A recontagem é uma das primeiras farsas deste governo. Os votos desaparecem, são queimados, não servem, em sua grande maioria, para uma reavaliação digna.
A economia está em crise, como há muito. Mas como a economia mundial é dolarizada, isto dá fôlego ao país dominante do mundo.
Para tumultuar ainda mais a economia, duas novas moedas se fazem fortes. O Yen e o Euros. Com medo de enfrentar a volta da inflação e da recessão, o Yen se retrai. Porém, o Euros continua forte na balança comercial.
Pela primeira vez, o dólar tem um concorrente de peso.
Alguns governos, desdolarizam a economia e passam a adotar, como parâmetro, o euros. O que enfraquece o poder do dólar. Aliás, no dia em que os governos quiserem acabar com a hegemonia absoluta – aliás, eu nem sei se existe alguma hegemonia que não seja absoluta -, é só fazer o mesmo. Mas quem sabe, isto também seja visto como terrorismo?
O setor petrolífero, amargando a perda do controle mundial, para uns mercados de países subdesenvolvidos.
De repente, começa uma campanha contra o terrorismo, contra as armas biológicas e químicas, justamente, contra aqueles governos hoje ditos terroristas, entregues pelo pai do novo governante, em consignação, para eliminar os opositores, onde era o principal mentor, o Senhor Humsfeld, um incansável paladino antiterrorismo.
Por coincidência, nesta mesma época, o centro financeiro mundial, é atacado, por aviões que passaram sob o rígido controle aéreo do país belicoso, sem deixar rastro. Como, não se sabe até hoje. Eles têm radares e sensores, para todo lado. Sabem em milésimos de segundos, cada deslocamento em qualquer região do planeta, até do universo e não perceberam que os avi(l)ões haviam desviado a rota. Incrível. Terroristas altamente treinados. Deve ter sido pelo James. James Bond, Mc Gyver e companhia. Um dia, saberemos o por que de tudo isto. É mais ou menos, como outra questão, onde eles não conseguem acabar com o tráfico de drogas na Colômbia, mesmo tendo satélites espiões que sabem mais da vida de cada um, do que coluna de fofoca. Mistério!
Toda economia sempre sustenta alguma coisa. Será? Quem sabe quais os interesses reais pelas drogas? É só lembrar que as essas drogas foram disseminadas pelo mundo, no tempo das grandes ditaduras patrocinadas pelos EUA. E os soldados enviados ao Vietnã, considerados de última categoria, como negros, hispânicos, presidiários e contestadores, serviram de cobaia, para testes sobre essas mesmas drogas de hoje, ditas ilícitas. Além de terem, espalhado nos países dominados pelas ditaduras a seu comando. É só ler a belíssima história do Delegado Fleury e do Capitão Guimarães que grandes serviços prestaram à Ditadura e que têm sua história ligada ao tráfico de drogas. Grandes, não só torturadores, como traficantes. E outros.
A partir do ataque do 11 de setembro de 2001, quem sabe, para comemorar a chegada de Pinochet ao poder, 28 anos antes, sob os auspícios da CIA e do Pentágono; começou-se a caça às bruxas terroristas. Não executou o plano dos EUA, é terrorista. Pensou diferente, é terrorista. E sob o comando do presidente eleito de forma meio suspeita, disseminou-se através do mundo. Meio suspeita, só?
O Afeganistão, país sem grandes riquezas, mas porta de entrada para a região, coincidentemente, é dado como país terrorista. E o grande fato que comprova tudo isto, é o costume das mulheres usarem burka. Só podem ser terroristas. Quem sabe, no dia em que o Brasil for invadido, o fato das mulheres usarem tanga, seja visto, como ato comprovadamente de terrorismo.
A luta antiterror, se faz em várias frentes. Fazem as mulheres do Oriente Médio tirarem as burkas, para se venderem para as revistas masculinas, com sede na metrópole. Isto é modernidade. Fazem as mulheres serem depreciadas, como eram há muito tempo atrás, como mercadorias que podem ser negociadas, sendo chamadas de garotas-de-programa, vendendoi o corpo, como qualquer mulher da antiguidade, sempre fez, para depois se lançarem como cantoras de sucesso. Isto é pós-moderno. Acabam de vez, a extirpação do clitóris, para evitar assim que as mulheres sintam prazer, para ficarem que nem fanáticas, em templos, onde os pastores pensam mais em dinheiro do que em Deus e onde tudo é pecado, principalmente, o desejo feminino. Sexo, apesar da preservação do clitóris, é pecado. Isto é contemporâneo. Na verdade, a luta antiterror, é a troca entre a cultura alheia, pela cultura do Grande País Hegemônico que não é lá, grandes coisas. A troca do vontade do Senhor dos Exércitos, pelo Exército do Senhor das Vontades.
É uma vergonha que países subdesenvolvidos, como o Iraque, queiram reinvestir o dinheiro ganho com petróleo no próprio país. O correto é gastar tudo nos EUA, onde, a toda hora fatos corriqueiros, de pessoas que representam a sociedade muito bem estruturada, coloquem em risco a vida de muitas outras pessoas, com extermínios em massa. É a cultura que quer dominar mais do que nunca, o mundo. Onde filme de ação, é carro explodindo, pessoas solitárias vencendo exércitos bem treinados, pela simples propaganda de armas que se quer vender para o mercado-negro.
E quando o governante do Iraque quer investir na agricultura, na economia nacional, de repente, faz-se a luta antiterror. Além de se invadir o país alheiro contra a resolução das Nações Unidas e depois, vindo à tona, sob forte mentira sobre a manutenção de armas de eliminação de grande massa humana, com o consórcio do pai do “mocinho” da história, em pouco tempo, assim mesmo, ainda se executam os representantes de governo, sob o julgamento de uns títeres colocados pelo mentiroso invasor.
Pronto, de repente os EUA que perdiam o controle sobre a grande produção de petróleo mundial, ficou com mais da metade percentualmente, em mãos. Alaska, recurso próprio, Arábia Saudita e Iraque, os maiores produtores do mundo, Kuait... Quer mais. Sim, existem alguns grandes produtores que estão pentelhando as idéias, mas isto é questão de horas, para se invadi-los também. Pelo menos, a mídia está preparando com afinco a opinião pública, para tanto. Irã e Venezuela que se cuidem. Uns “loucos” governando estes países. Justamente um coronel do Exército da Venezuela que tanto serviu aos interesses hegemônicos, agora que quer distribuir rendas em seu país, é chamado de “louco”. Eu não entendo. Aliás, nem posso entender. Nunca fiz Psiquiatria, para chamar, ou deixar de chamar os outros de louco. Já me chamaram muito de louco, desde criancinha, mas eu primo por preservar minha personalidade e isto não me afeta. Nem me deixa doente.
Com o mercado do petróleo, nas mãos da Grande Hegemonia e com a crise mundial do aquecimento, de repente, o barril de petróleo sobe a cada minuto nas bolsas através do mundo. Dizem que é por causa dos investidores, mas será que se o mercado estivesse diversificado, esta alta seria tão gritante assim? Ou será que vendo que o petróleo com os dias contados, ou por escassez, ou por novas fontes vindo substituí-lo, alguém quer ganhar tudo o que pode de uma vez, agora, sem se importar se agindo assim, vai enfraquecer ainda mais os países subdesenvolvidos que dependem desta fonte? Não sei.
Então a luta contra o terror, reviveu os campos de concentração. E até quem vive chorando pelos cantos de ter sofrido em tempos anteriores, torturas bárbaras e indecentes, compactua com.
Adjetivam-se as pessoas de terroristas, como sempre se adjetivou os contrários de loucos e assim, tudo se justifica. É contrário à ideologia dominante? É terrorista. Luta popular, para a tomada do poder? É terrorismo. Enclausurar pessoas sem julgamento, sem direito ao menos de falar com a família? É a preservação da liberdade.
E os prisioneiros de guerra de Abu Graib, de Guantânamo, dos campos de concentração espalhados pelo mundo, inclusive das FARC, são julgados advogados de defesa.
Houve justiça? Houve tratamento digno à pessoa, seja ela quem for?

DIREITOS HUMANOS IV

Há pouco tempo, chegou a público, a história de uma adolescente, ainda menor de idade, do interior do Brasil, presa em cárcere reservado a adultos, junto com homens de todas as espécies e personalidades. Autoridades, inclusive do mesmo sexo da adolescente, fizeram vista grossa para o fato e a deixaram pagar uma pena de um crime considerado vil. Ser pobre. Foi seviciada, estuprada e quase esquecida no cárcere.
Algum tempo depois, já na madrugada, de repente um automóvel considerado de luxo, conduzido também por uma adolescente, mas, já com a maioridade, para portar uma carteira de habilitação, sai da direita para esquerda, fazendo uma varredura na via pública, bate numa motocicleta que conduzia duas outras jovens mulheres que haviam acabado de sair do trabalho e em mais um outro carro que trafegava à frente.
As duas jovens mulheres morrem instantaneamente, no ato. A jovem causadora do acidente mostra-se arrogante com as autoridades e além de se recusar a fazer o teste do bafômetro, ainda não quer sair do carro que dirigia, emprestado do namorado que ficou em local ignorado e não sabido e a deixou com outro, ao lado.
Apesar de duas mortes e alguns feridos, inclusive o carona, o crime tem fiança, para permitir a liberdade de qualquer acusado.
A fiança, primeiramente, é estipulada em R$ 15.000,00. Mas como o proprietário do carro, é dono de trading, é pessoa com recursos, a fiança baixa para R$ 8.000,00, mesmo sabendo-se que a condutora estava alterada com substância alcoólica no momento do acidente, sendo confirmada pelo olfato das autoridades presentes no local e na delegacia.
A jovem presa com vários homens, era presumível que fosse pobre. A condutora do automóvel, pela presunção de que quem tem um veículo automotor, ainda hoje, mesmo que as condições da economia do momento permitam que estejam baixando, é considerada rica. Não só isto. Freqüenta faculdade particular no país, onde até criança de 8 anos faz vestibular e passa. As sentenças, apesar dos fatos, são totalmente díspares. E a sociedade imóvel, parece compactuar com tudo. Fazer o quê? Ainda dá tempo do Pilatos representar a cena de lavar as mãos.
É a questão filosófica que eu acho que eu já falei alguma vez, por aqui. “Não é a roupa...”
Dia desses, assistindo um telejornal, um homem trajando paletó, devidamente alterado, não obedecia nenhuma ordem das autoridades que o queriam prender, por direção perigosa. Sendo inclusive brutal com as autoridades que de maneira alguma, invocaram o desrespeito à sua autoridade.
Fosse com outra pessoa, em trajes considerados menos elegantes, menos dignos, ou menos pomposos, em uma periferia qualquer, já teria levado, no mínimo, uma bolachada no pé da orelha. Isto é, se já não estivesse morto em um varadouro qualquer.
Mas, desde o Descobrimento, o Brasil preserva os privilégios. E para se ver alguém com privilégio, é necessário que outros tantos, tenham os seus revogados.
Talvez por isso, a Austrália, com menos tempo de vida, uma ex-colônia penal de criminosos perigosos da Inglaterra, esteja à frente do Brasil, sempre. Como todo mundo era bandido, então o jeito é se fazer leis sérias e sólidas. E autoridades que não privilegiam tanto uns, pela aparência, em detrimento do todo.
Crime hediondo, é ser pobre. Crime de trânsito é apenas infração, visto que a Teoria de Ford, ainda não chegou ao Brasil e assim se mantém uma diferença brutal entre as classes e alguns privilegiados. Portanto, carro é coisa de rico e rico não vai preso. Mesmo por que, mesmo julgado, condenado, os bens não são seqüestrados e assim, pode pagar por uma boa defesa, com o dinheiro de crime e tenha sempre uma habeas-corpus, ora por ter a pressão alta, hora por estar com depressão, ora por não se sentir confortável nas cadeias brasileiras, enquanto muitos mofam por anos, mesmo sem serem julgados, com tuberculoso, aids, fome e esquecimento.
Houve justiça? Houve tratamento digno à pessoa, seja ela quem for?

DIREITOS HUMANOS V

Muitos até hoje, são contra a defesa dos Direitos Humanos. Eu, sinceramente, não sei por que. Justamente quando a Páscoa, tanto dos judeus, quanto dos cristão e até a data sagrada dos mulçumanos se aproxima, seria de bom tom, refletir o quanto não se apóiam os governantes, para eles manterem o domínio, sobre a maioria, mesmo com atos, nem sempre, tão louváveis, ou dignos.
E não se envolvendo com nada, apenas se repita o ato do Poncius que jogou a culpa de tudo, para os ombros alheios, quando ele tinha condições de se envolver e evitar crime maior.
Os Direitos Humanos vieram justamente, para acabar com os privilégios. Só quem acha que ser crucificado, é um ato bestial contra os seus, mas correto contra os outros, pode se mostrar contrário aos Direitos Humanos. Só quem chora o Holocausto dos seus, mas acha que se tem de fazer um holocausto contra os vizinhos, pode ser contrário aos Direitos Humanos. Só quem quer manter preconceitos, racismos e privilégios, luta contra os Direitos Humanos. Só quem é “louco” de verdade, é a favor do martírio, da tortura, da falta de justiça e principalmente, do bem viver de poucos, em detrimento da maioria, justificando-se sob o manto da injustiça, pode ser favorável a atos como os justificados pelo Humsfeld, pelo Goebels, pelo Pilatos e tantos outros da(s) História(s).
E tu és humano para respeitar os direitos, ou achas que a barbaria é o estado mais moderno das coisas?
Não sei se eu estou direito, mas eu fico com os humanos.
Boa Páscoa para ti. Tempo de renovação.

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