El Comandante, ou Che, ou Ernesto
Guevara de la Serna tinha razão quando dizia que povo que não conhece sua
história tende a repetir os mesmos erros. Diria mais, povo que não sabe
História Geral, tende a pensar que é o máximo, quando apenas está repetindo o
mínimo de quem foi maior.
Mas por que isso?
Bem, de uns tempos para cá, discute-se
muito frivolidades e se deixa o essencial de lado.
Em Manaus tem-se discutido muito as
mulheres que traíram os maridos, com o marido de outra. Até nesta discussão, dá
para focar em outros temas, além da novela que se está criando.
Todo mundo fala muito nos maridos que
são cornos. E a mulher que foi traída, ainda não existe, é invisível, ou sem
tanto valor? Mulher no Amazonas, depois do “progresso”, deixou de ter poder,
passou a ser estuprada e virou troféu, ou joguete de quem quer mostrar mais aos
outros, do que desfrutar do que dispõe.
A ex-mulher do publicitário deve estar
esfuziante por ter sido trocada por uma garota mais nova, coisa que parece não
evoluir e agora ver quem a traiu, saindo nas páginas policiais como corno. O
cara enriquece, deixa a mulher por uma mulher nem tão mais bonita, pois dizem,
a mandante do crime era gorda, passou por várias intervenções cirúrgicas,
alisou cabelo, pintou, até que ficou mais “comestível”, ou menos bagulho. Mas
em pleno Século XXI, ainda se tem a relação sentimental, muito focada no poder,
no dinheiro, em troca, em quem pode pagar para quem, para ficar ao lado. Por
que, quem acredita no amor tutti-frutti,
aquele negócio grudento, tem de procurar mulher mais nova, quando ascende
socialmente? Talvez para mostrar aos outros que pode pagar por amor. Então não
reclame. Mas é a mania de se seguir estereótipos, mesmo que esses venham das
catacumbas de tão arcaicos que são.
Outra discussão que se pode tirar disto.
Como os negócios em Manaus/Amazonas, ainda estão muito próximos dos negócios. Como
disse o Cris, das vizinhas dele do Peladão: “o poder da buceta!” A mulher é uma
requenguela lá do Cafundó que ao invés de estudar, prefere se diplomar em como
atrair velho-babão,menino-barrigudo, de repente um babaquara se apaixona por
ela, “banca”, paga carro, casa, viagens e quando pode a presenteia com uma
empresa comercial. É típico. Daí atrapalha quem está no ramo,
profissionalmente, com compromisso de verdade. Mas quando o amor depende mais
de fatores extrenos, do que da empatia entre os dois, logo vem o divórcio, um
negócio que se fecha, mas já causou danos ao setor, muitas vezes esses bibelôs
de donos ricos, não precisam mostrar serviço, a empresa é vistosa, cara, mas é
como uma lavagem de dinheiro, porque os lucros tanto faz, estão garantidos, o
gestor não precisa ser eficiente, eficaz, muito menos efetivo, é apenas uma brincadeira
para os envolvidos. E quem entra na concorrência com capacidade, mas sem um
bobo da corte para “bancar”, tem de fechar as portas, contra quem pode elevar,
ou baixar os preços dos produtos, sem problema. E por causa de um homenzinho
que não sabe se apresentar elo que pode oferecer à uma mulher, tem de “bancar”,
a economia local não sai do rami-rami, de hoje se ter várias empresas num
setor, amanhã, todas fecharem as portas e se ficar a ver navios. Porque não se
evolui no conceito de ser homem, ou pior se regrediu, pois já fomos uma região
onde mulher decidia ao lado dos homens, mas depois se achou que “progresso”, é
imitar quem é inferior, quem está aquém de nossas capacidades.
Na coluna do domingo passado, Márcio
Sousa diz que a Colônia do Pará, São José do Rio Negro ter se incorporado ao
Brasil, é como se o Sul dos EUA, tivesse ganhado a Guerra da Secessão, visto
que éramos muito mais evoluídos, inclusive em manufaturar os produtos
exportados, o que a Colônia Brasil, não o fazia, era apenas tirar e mandar in bruto. Sem contar as tantas
diferenças que nos fazia á frente.
Mas hoje, quando se fala em sexo casual,
no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, em Brasília, o que aqui nem tinha classificação,
por ser normal, debate-se em escala social, a “infidelidade”, como se isso
existisse realmente, fosse um conceito muito arraigado em descendências de
tribos que segregavam o mínimo possível e tinha o sexo e a sexualidade, como um
fator de integração de se conhecer o outro, de prazer em congregar.
E a história de traições me fez lembrar
a vez em que destruí, um carro novinho, deu dano total.
Saí da faculdade, passei no Galvez, Bar
Galvez e estavam lá, uns caras que eu não gostava muito, com a Dedeia. Eles não
eram de ir à bar, eram chatos, decidi nem parar, ir direto para casa. Lá pelas
23:00h, um quarteirão para chegar em casa, o sinal estava verde, acelerei,
naquele tempo, a essa hora quase não havia trânsito, quando pensei que iria
passar fácil, apareceu um carro que dentro, um casal estava se beijando. Acho
que por isso, tanto não viu que o sinal estava vermelho para ele, quanto que o
carro estava perdendo a velocidade. Não deu para fazer mais nada. Depois foi
preciso contratar advogado que ainda ficou com o dinheiro da indenização e Seu
Clóvis deixou por isso mesmo. Foi difícil incriminar o dito cujo, porque ele
foi prestar queixa de tinha sido batido na mesma hora, à uma quadra dali. Até
esclarecer que era tudo mentira, passou muito tempo. Mas depois se soube o que
estava acontecendo. O cara era gerente do Lloyd’s Bank, a família, esposa e
filhos tinham ido na frente, ele ficou curtindo uma vida de solteiro e não
queria de maneira alguma que esse caso tivesse repercussão nem no banco, nem no
lar.
Muito parecido com o caso das “bancadas”.
O Pau de Mel já está de mudança, vai com a esposa e se esquece, vai deixar a
merda borbulhando por aqui mesmo. As “gatinhas” de clínicas cirúrgicas vão
perder seus “patrocinadores” e eles mesmos, que tanto traíram mulher em
gandaias, vão fica com a fama de traídos.
Mas, em certo ponto, tem tudo a ver com
os estereótipos. Amazonense tem fama de ser quente, e goiano fama de corno.
Quem sabe, dão não surja nova dupla sertaneja? Frente & Costa.
UMA BOA ALMA
Eu pensei logo numa personagem quem não
está nem tão distante do nosso tempo que envolveu muita gente famosa. A Alma
Mahler, mulher do compositor Gustav Mahler.
O marido, o mala do Mahler era judeu,
foi perseguido pelo Nazifascismo, a Igreja Católica etc., como era comum ao
início do século passado, fins do século retrasado e fugiu com o pai da
perseguição, por muito tempo de sua vida. Converteu-se a uma dessas religiões
protestantes e fazia música sacra, para sobreviver, nesses templos religiosos.
Daí começou a explorar o universo musical, passou a reger orquestras, mudou
para os EUA, e virou compositor também. E casou com a Alma que passou a se
chamar Mahler. De uma vida dura, passou a ter algum conforto, mas nem assim
aproveitou-o. A Alma que não era santa, trancava-o
em casa, para ele compor, para ele trabalhar e ia foder com outros artistas
famosos que depois ficaram com o nome na História, como o mais famoso, um
escultor que não me vem o nome à cabeça no momento. E diante do fato, Mahler
procurou ajuda com o Doutor Freud, numa ciência que estava começando a surgir,
para saber o que fazer da vida. É muita gente que ainda estava insipiente que
se encontrou nas encruzilhadas que depois vieram a ser famosos por seus feitos
pessoais e profissionais. E a Alma também compunha, mas não precisava ficar
trancafiada em casa, preferia arejar a cabeça, sentando em outras cabeças. Não
dizem que o sexo está na cabeça? Acredito, posso nem estar pensando nessas
imoralidades, vem uma mulher atraente, dá uma chupada na cabecinha, realmente a
conclusão é de que o sexo está na cabeça. Mas uma chupada no saco, também faz
um bem danado.
Bem, o Mahler morreu de tanto desgosto,
teve uma vida muito infeliz, uma sina muito triste, que transparece em suas
músicas, sempre plangentes, mesmo que cantem: “Eu estou plena de alegria, mais
do que de tristeza”, ou, “minha alma exultante de prazer”, não é bem o que
transparece, parece o cara que todos estão rindo, ele está sério e alguém
pergunta se ele está triste.
- Não, eu estou gargalhando por dentro.
Era o Mahler.
Dá para fazer um comparativo entre as
duas mulheres em tela no momento, com a Alma que parecia estar mais para
espírito de porca, mas é preciso saber História.
Dia desses a vizinha que sabe mais daqui
de casa do que nós, falou que havia uma casa de abelhas africanas no
abacateiro. Depois se chegou à conclusão de que eram só cabas, ou vespas como
se conhece fora daqui, sem casa alguma. E logo e por isso, as senhoras daqui queriam
cortar o abacateiro. É uma mania de dar satisfação à vizinha que ela deve estar
se achando muito importante. Um tempo já falou que um arbusto jogava muita
folha para o quintal, mandaram cortar. As palmeiras da casa dela jogam galhos
no nosso, ninguém fala nada. Havia um camaleão que transitava entre o
abacateiro, os mamoeiros, outro arbusto e o forro da casa e, segundo a Helena,
diarista, foi morto no meio da rua. Ela até agora não entende como alguém
conseguiu matar o bicho, tão próximo do meio-fio. Ela é catarinense, chega a
ser mais tola do que as filhas. Eu sei. Gente que se acha melhor do que tudo,
gente recalcada que usa o que tem, para abusar e exceder de seus direitos e
deveres, e gente miserável de espírito. A vizinha veio reclamar que o camaleão
ia para o quintal dela, fazer cocô. É adubo, além do mais, em sendo camaleão que
vinha pela parede verticalmente e entrava no quintal pelos canos para não
deixar alagar o quintal que dão para a área de trás do condomínio, exatamente
para isso, não tinha como dizer quando ele deveria vir ou não, e,
principalmente colocar regras na sua necessidade animal de excretar o que está
demais no organismo. Ela de outra vez queria que se plantasse uma árvore de boa
altura, ao lado do muro, frondosa que crescesse e desse sombra para o quarto
dela de tarde, eu falei para ela plantar na casa, muito mais próximo, uma sombra
maior. Ela está testando até onde as senhoras cedem, eu vou começar a cortar as
asinhas. O abacateiro continua em pé e se cortarem, vou começar a discordar de
fazerem o que a vizinha determina. Acho que depois que viu que eu estou atento
ás questões, ela sossegou. Foi reclamar que se estava fazendo barulho, quando
as crianças estava dormindo num horário que não tem regras de silêncio. Quando
fazem festas que até a meia-noite, parece que está todo mundo dormindo, depois
disso, o som aumenta, as pessoas gritam ao microfone, ela não se lembra que
também existem senhoras idosas deste lado que precisam dormir em paz. Mas ela fez
uma confusão com as cabas e acabei telefonando para a Administração do
Condomínio e depois Dona Therezinha não sabia o que fazer, falei que falei com
a administradora, ela iria mandar uma pessoa do quadro de jardinagem e serviços
do Condomínio, ver o que podia fazer. O nome dela é Lúcia. Então Dona
Therezinha falou que é um bonito nome. Deve vir de lucidez. Sim, lucidez, luz,
Lúcifer. Dona Therezinha já ficou nervosa. Lúcifer para cristão é quase um atentado
terrorista. Então falei sobre a mitologia que envolve o Lúcifer e as pessoas
não sabem. Era o anjo de LUZ, portanto quando evangélicos e espíritas falam
tanto em luz, não quer dizer nada, era o anjo mais querido por Deus, o
braço-direito do Senhor, o mais belo, por isso se insurgiu, achando que beleza
é tudo. E brigaram por que ele cometia a soberba de se vangloriar de sua beleza,
Então Deus o empurrou do Céu, expulsou-o peremptoriamente e o ex-filhinho de Papai
do Céu, ficou conhecido como o Anjo Caído, Ser de Luz, Lúcifer. E dele surgiram
as Legiões, os inimigos do Céu. Capeta, Capiroto, Diabo, Belzebu, Cão, Satanás...
Que naquele filme O Advogado do Diabo que pode ser interpretado de várias
maneiras, religiosamente, filosoficamente, psicologicamente, quando a
personagem principal tem um momento de lucidez e se desilude com aquela
ostentação na base do vale tudo, a Lucidez, fala à ele.
- Eu não tenho culpa. Eu sou apenas
aquele que permite que as pessoas obtenham o que querem!
E a lucidez é muito importante para
tudo. Eu posso beber? Posso, mas até que ponto? Eu posso andar armado? Posso,
dentro da lei, mas até que ponto eu não extrapolo, para subjugar alguém em
inferioridade? Eu posso tudo? Posso, mas tenho de saber que tudo tem seu lado
bom, seu lado mal, seu lado mais ou menos, depende como eu faço uso das coisas.
Uma arma pode servir para se defender de algum animal silvestre, pode ser
apenas um instrumento de diversão em um stand
de tiros, pode ser o instrumento que eu caço e me mantém de pé e forte, como
pode ser um instrumento de ataque, pode ser um instrumento que me leve à
cadeia, ou me faça infeliz por não medir as consequências e ao me ver armado,
achar que eu estou acima de tudo, depois de passada a ira, quando se abate a
Lucidez, eu me veja infeliz por minha própria ação. Tudo depende do uso que se
faz das coisas e como.
As pessoas se assuntam, não sabem fazer
inferências, muitas vezes porque não conhecem
mais do que o que veem na ponta do dedão. E como não podem ir além,
contentam-se em discutir picuinhas, sem tirar disso, nenhum ensinamento mais
profundo.
A TOLICE DO SER
Bem, mas desde manhã, do dia 20 de
dezembro de 2014, eu estou querendo uma resposta para o que fizeram com as
árvores no canteiro central da Avenida Efigênio Salles, exatamente em frente ao
Condomínio Ephigênio Salles, onde se trava uma verdadeira batalha contra os
periquitos de asa-branca e agora, outras espécies de periquito que também estão
aparecendo mortos nas imediações.
Justamente quando finalmente o mundo
inteiro discute a necessidade de se integrar as ações humanas à natureza, no
Amazonas e principalmente em Manaus, parece que se está fazendo o contrário.
Quando a sensatez, a prudência mandam
conservar biomas, recursos hídricos, riquezas naturais, faz-se o contrário, são
os PROSAMIN da vida, os habite-se do IPAAm que permite que se destrua vasta
camada de mata nativa e primária e agora, até a extinção dos periquitos, como
uma maneira de se mostrar mais poderoso, como se pensava na Europa do Século XIV,
onde o homem, por não ser deste mundo, como pensavam, podia “dominar” a
natureza e o que significava dominar? É matar periquito da região e trazer para
cá, tuiuiús, falcões, aves que não tenham correspondência alguma com nossa
realidade. Não é um problema de ser preservacionista, mas as coisas estão
interligadas. Matando as palmeiras acabam-se papagaios, periquitos, araras,
tucanos, uma vasta população de espécies. Vai interferir na proliferação, ou
diminuição de insetos nessa região, na perenidade de mares, igarapés, lagoas,
lagos, rios e por aí em diante. Quando a Monsanto, uma empresa que há muito
tempo só faz desgraça no mundo e por ser uma transnacional norte-americana
ninguém chama de terrorista, nem veja perigo contra a humanidade, insere uma
semente geneticamente modificada para não atrair abelhas, ou morcegos, ela está
acabando o ciclo de comer, defecar e semear que esses seres fazem com tanta
singeleza. Mas o cara é um estúpido rastaquera que muitas vezes ganha dinheiro
com fraudes, com maracutais, com negócios escusos, aí quer ser o europeu do
passado, nos dias de hoje no Amazonas. Ainda tem gente querendo ser nobre,
aristocrata em pleno Capitalismo, imagina o que a estupidez não pode fazer com
gente que pensa que não têm consequências os atos que cometemos.
Justamente as mangueiras, as árvores
onde os periquitos faziam dormitório, foram pelada, galhos e mais galhos
espalhados pelo chão. Às 19:00h de hoje, ainda, quando os pássaros já estão
aninhados e dormindo, os periquitos continuavam a voar, a fazer barulho,
procurando um lugar.
Oxalá não tenha sido uma ação do Prefeito
Arthur Neto, para agradar aliados de campanha, senão, mais uma vez ele está
demonstrando que este novo mandato, é uma lástima, o primeiro, no meu ponto de
vista, em gestão, foi acima do esperado, ainda mais acostumados com gente sem a
menor competência para nada, um algo a mais, parece o melhor que podemos obter,
não fosse o caso dos camelôs, a insensibilidade com a necessidade humana, seria
uma administração histórica. Mas esta agora tem sido marcada por muita falação,
muito conchavo com gente que foi inimiga inclusive de seu pai, quase uma “endireitada”
generalizada, um homem que era lúcido, pertencente à Esquerda, lembro-me de
quando fomos discutir algo na casa dele, relacionado à juntar forças para
combater a Ditadura que persistia, ainda não tinha sido eleito para nada, quando
ainda era casado com a primeira esposa, diante deste Prefeito, parecem duas
pessoas completamente distintas.
Começou com muita promessa e depois
desculpa. Dizia que em 100 dias iria tirar Manaus do marasmo que ficou dos
eleitos anteriormente que não fizeram nada, além de alimentar suas contas
pessoais. Nos 100 dias, veio dizer que tivessem paciência, pois a coisa era
muito difícil de resolver que ele não podia fazer mais do que se colocava
adiante de suas possibilidades. Eu sabia, por isso, fosse eu candidato, ou até
gestor público, nem por demagogia, prometeria o que era impossível de fazer,
mas no meu caso, quando eu prometo, eu tenho de cumprir de qualquer maneira,
colocaria gente diuturnamente, feriados, fins de semana para chegar o mais
próximo do prometido, ou faria melhor, não prometeria.
Depois veio dizer que assumiu uma
prefeitura com um rombo enorme nas contas públicas o que foi desmentido pelo
TCE e outros órgãos do serviço público. Foi o prefeito com o maior caixa no
momento que assumiu, de todos os tempos da História de Manaus. Depois diz que
não recebe dinheiro federal, por ser do PSDB, por estar sendo perseguido, o que
mais uma vez foi desmentido, dinheiro tem, está contingenciado, porque todas as
prefeituras do Amazonas estão na lista de inadimplência com a prestação de
contas, inclusive a Prefeitura Municipal de Manaus e isso ele não explica.
Chegando ao terceiro ano de mandato, as
ruas de Manaus estão mostrando o serviço de porco que é feito. A camada
asfáltica é tão fina que parece um cascalho que se come na rua. Não precisa ser
muito inteligente para saber que é putaria. Tem gente querendo fazer
retrabalho, não por incompetência, mas por muita competência em fraudar
licitações, para desviar dinheiro público.
O Centro da Cidade que tanto prometeu
revitalizar está só no gogó, as ruas estão abrindo verdadeiras crateras, nunca
pode chegar aos bairros periféricos, uma hora por estar atuando no QUADRILÁTERO
DA COPA, quando as ruas no entorno dos Colégios Adalberto Valle e Lato Senso
não faziam parte, mas por servirem aos filhos da burguesia, estão que é um
brinco na mesma época e não fazem parte de nenhum quadrilátero, triângulo reto,
círculo de fogo, nada. Outra hora não pode atender a periferia, por se Natal,
por estar focando o Centro, por... E vai acabar não fazendo nada, além de
querer sair como vítima.
Com tanta coisa para se preocupar, vê-se
as árvores cortadas, para espantar os periquitos da área do Ephigênio que como
o pessoal que mora na Ponta Negra, acha que tudo que está próximo, lhes
pertence.
Oxalá não tenha sido obra da Prefeitura
de Manaus, tenha sido mais um crime de uma gente rasteira, rastaquera que nunca
comeu mel, quando come está se lambuzando, porque em sendo um crime oficial,
perpetrado contra a natureza, para beneficiar dondoca anencéfala, político
drogado, é mais uma bola fora, é querer chamar a discussão para uma coisa tão
ínfima, tão pequena, quando se pode centrar fogo em desenvolver Manaus, em ter
uma visão de estadista, com uma obra que beneficie hoje, mas sirva para outras
eras, como foi a gestão de Eduardo Ribeiro que legou tantos monumentos, tanta
coisa que ainda nos serve e nos servirá por muito tempo. Falta o prefeito que
tenha uma visão de como desenvolver a economia, além dessa bosta de Zona
Franca, alguém que saiba atuar na área dos conceitos que eleve a autoestima do
povo, ao invés de o deixar na lama. Mas esse tipo de político pode até existir,
mas não vai querer rsolver problemas estruturais, quando pode ter o mesmo
discurso à cada eleição, sem solução, justamente para se ter um assunto como
promessa de campanha.
Imagina cortar os galhos, para que os
periquitos encontrem outro abrigo, sejam expulsos da frente da casa de madame.
Só que, quando eles vêm às 18:00h,é o limite que podem se guiar na escuridão.
Quando não têm onde posar, ficam até depois das 22:00h voando, sem rumo, sem
saber se guiar na escuridão, animais de hábitos diurnos, é atentar mais uma
vez, para que mais mortes aconteçam, para beneficiar alguém que tem o santo
muito forte, alguém que tem o anjo da guarda com uma asa muito grande, ou alguém
que ascendeu socialmente, seja como for, mas continua na escuridão da
estupidez, muito próximo à ignorância total.
E se o Prefeito entrou nessa briga para
favorecer gente assim, apenas está mostrando que a força do dinheiro, pode
tudo, inclusive destruir o que pode nos dar algum alento de sobrevivência
ambiental e ele se corroeu daquele Arthur de antes, para uma pessoa que parece
trabalhar contra si e seus antigos ideais.
Mais um crime, como se fosse possível
exterminar tudo o que tenha relação com a natureza, porque Dona Korina
Stapakoulos se stressa com canto de periquitos, mas no meio do trânsito, ache
bonito apertar a buzina incessantemente, como seus clientes apertavam seu
ganha-pão que depois passou a amamentar os filhos da senhora de classe. Classe
bem chula.
É o progresso que se faz sem
conhecimento, sem razão de ser que acaba sendo um estorvo, nos dias seguintes.
A Prefeitura de Manaus, trabalhando
contra a natureza do Amazonas. Que nível
precisamos chegar, para chegar ao menos ao nível de seres conhecidos
internacionalmente, como estúpidos.
E o faz, na covardia, exatamente em
época de feriado prolongado, onde as pessoas nem se toquem e estejam mais
preocupada em consumir e nada mais. Um
Bolsonaro contra o povo e agindo sorrateiramente assim, até faz parte de seu
histórico de vida, mas o Arthur, Neto aliado à Extrema Direita, é desvirtuar
muito, inclusive da história da família, é manchar um sobrenome que já foi tão
combativo e próximo ao povo e ligado em avanços significativos.
O que ele está tentando tirar o foco,
para a discussão continuada de um crime muito tosco?
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