terça-feira, 6 de janeiro de 2015

É FOGO!

De repente corre-corre, água, fogo, engarrafamento, distúrbio por todo lado, não mano, não era mais um dia normal em São Paulo. Era Manaus.
Sim, o Brasil 2015 está mais para piada, está tudo invertido. Como diria o Benjamin, meu querido primo
- E o ponto de inflexão?
- De inflexão eu não sei, mas estou com um tremendo ponto de interrogação na cabeça.
As chanchadas de antigamente, perdem para as piadas reais de hoje.
A graaaaaaande Katia Abreu, Sinistra da Agricultura já declarou.
- Não existe mais latifúndio no Brasil!
Algo assim como o George W. Bush ter declarado o fim da luta de classes, no meio do Neoliberalismo. Se fizerem um teste de Q.I. nos dois juntos não chegam a 2 %. Um neurônio de um, outro do outro, se jogar no liquidificador, não sai uma inteligência sequer. A estupidez em forma de gente.
Mas faz muito bem. Por que gastar dinheiro com a Educação? Os economistas que estão se formando, parece que são focados em um ramo, não veem a Economia, como uma ciência que tem conectividade com tudo, o passado, o presente e o futuro, História, Filosofia, Política, não, economista hoje é para aprender a fazer gráficos sobre um assunto específico, continhas para empresas específicas e pronto. Aí o Lula que adora o Palocci e era metalúrgico com segundo grau quase completo, fala para a Dilma que é Doutora em Economia que o indicado do Palocci que é Médico, é o Levy que é Engenheiro Eletricista, para a Economia Nacional. Ou seja, vamos fechar as faculdades, hoje se precisa de foco, o cara se (de)forma no M.I.T., é indicado para o programa do PT que jurava que não era neoliberal, mas é Neoliberalismo, sem tirar nem por e quem paga a festa é o Bradesco, onde o cara serviu e quem dá o maior apoio, é o Seu Gerdau, aquele que em todas as listas de corruptores, de gente safada, ele entra, mas ainda tem a cara de pau de elogiar os outros, em público. Este é o Brasil 2015, a maior piada de todos os tempos.
E agora, quem está contra a posição da economia neoliberalizante, é o candidato derrotado que agora virou socialista de bandeirinha rosa nas mãos. O PSDB está clamando uma manifestação de rua, contra o Plano Neoliberal do PT.
- Ei! Ei! Ei! Fora o burguês!
- Não, não, não, a “gente somos” foda! Deixa o Levy e manda a Dilma pra fora!
Bem, mas o assunto nem é político, é apolítico, digamos assim.
Lá na foz do Dom Pedro, ilharga com a Alvorada, eis que tocou zaralho geral!
Muitos curiosos, aliás, curioso é o que nunca falta.
[...]
Uma certa vez, ia entrando no Shopping e vinham no outro sentido, duas moças. Uma delas começou a passar mal, a outra saiu em desespero. Para mim, não queria ser ligada à outra, nesses momentos. Foi difícil segurá-la, por estar rija e eu a coloquei no chão, já se batendo. Teve uma crise de epilepsia, depois que estava no chão, apareceu gente de todo lado. Pedi ao segurança chamar a ambulância e falei para o pessoal sair, ela precisava de ar. Para ajudar, ninguém, mas para pensar que o mundo é novela, todo mundo. Até que chegou a ambulância do Shopping e fomos à enfermaria, uma médica que estava muito puta naquele dia, ou é muito mal humorada, para lidar com gente. A outra garota não queria que se falasse que a amiga tinha epilepsia. Eu acho que tem de falar, para se tratar, tomar remédios e não ficar em perigo no meio da rua. Falei dos arranhões para a médica, a mulher me olhava como se eu fosse o inimigo da Primeira Guerra. Talvez ela quisesse descansar, só ganhar na maciota, a mania do pessoal ter emprego, passar dias sem fazer porra nenhuma, mas achar que é trabalho. Ainda existe uma dicotomia entre trabalho e emprego, podem ser a mesma coisa, como também, o que tem acontecido muito, podem ser completamente díspares.
[...]
O pessoal que foi ao Eduardo Gomes, para ver a chegada da dondoca que mandou matar a adversária que traiam os maridos com o Pica de Açúcar, findo o espetáculo no aeródromo, na passagem, um povo que se diz muito feliz e é ávido por diversão, o que parece ser uma fuga constante, já ficou por ali mesmo.
Aliás, os meios de comunicação falam em socialight, sem saber que o termo em si, é pejorativo, era para umas senhoras de sociedade que apareciam nas colunas sociais e mantinham alguma relação com “subversivos”, apoiavam algumas causas contra a Ditadura de 1964 e então as chamavam de Socialistas Light, ficou socialight e as bestas que não leem, não se informam, pensam que é um termo para qualquer dondoca.
Mas não podemos esperar muito desses formadores de opinião, quase todos com nível abaixo do básico que fazem Supletivo, ou EJA e entram nas “falcudades” para mostrar a professora, a reitora todo dia, para obter notas.
Se no nível superior, as pessoas graduam e se pós-graduam para darem golpes, para serem espertos, sem tirar nem por, de quando eram ignorantes, o que tem de engenheiro eletricista achando que é advogado, sabe tudo, sem estudar nada, único curso onde se vai à faculdade aprender a decorar, menos de eletricidade, o único que está no lugar certo, é o Eduardo Braga, que fez um projeto de captação de água em Manaus, o Proama, que ficou anos só como Prolama, e não tinha como distribuir, é a mãe do Prosamin, porque o pai é o Amazonino, com o Nova Veneza que nunca saiu do gogó, e as barreiras para proteger a Ponte que Partiu de Iranduba para Manaus? O Braga foi duas vezes Governador, virou Senador, perdedor contumaz, Ministro, veio o Omar, o Omar de novo, o Melo, o (10)Melo(lado) de novo e as defensas? Talvez em se tratando de Ministério da Minas e Energias, faça mais merda, na sua área de competência. Imagina o Levy como engenheiro, daria um ótimo jogador de basquete na quadra da Portela. Vele tudo.
Aliás, Dona Therezinha achou a tal de Urach que hoje é chamada de modelo, antigamente era chamada de um palavrão que nem mãe de árbitro de futebol gostava, “uma moça tão inteligente”. Ela “colou” da internet uma frase feita, como a propaganda do Satander que colou a parábola do pescador que se encontrou com um assessor econômico. A Urach agora que virou Emília, a boneca de farrapos, está querendo posar de inteligente.
- A gente passa a vida procurando gastar dinheiro para agradar os outros e gasta a saúde, depois gasta o dinheiro, da vida, para procurar saúde!
Ah se não existisse a internet ainda! Oh pessoal inteligente. Eu não digo, é a mesmice de sempre. Até para dizer o que se quer, esses jumentos procuram palavras alheias. Égua!
Nesta piada que tem de virar país, pescador sulista acha que para ganharem dinheiro, não se deve fazer defeso. Que liiiindo! Imagina se todo mundo começa a achar.  
Então o pessoal que estava fazendo compras na feira do Alvorada, o pessoal que estava esperando passaporte na Polícia Federal, o pessoal que estava lavando a bunda de cavalo da Polícia Militar, o pessoal que iria tomar café na padaria, dentre tantos filhos da puta sem ter o que fazer, ficou no sereno, “brechando”, querendo saber o que estava acontecendo de verdade.
Para quem não é do Norte e não votou no candidato derrotado, “brechar” é ficar vendo o que não se sabe nem que se está sendo observado. É olhar pela brecha, coisa de gente curiosa.
As emissoras de televisão de Manaus, num pool, à frente, a TV Cultura e a TV Assembleia, como no dia da posse do José Melo que graças a Deus, dava pau, porque o cara parecia um idiota com um microfone na mão.
- Edilene, fica tranquila que eu num vô falá aquilo não! Hi! Hi! Hi!
Não a-ma-zo-neeeeeeeen-ses! Não era quadrilha de festa junina, era a posse do José Melo, da velha quadrilha que desgoverna o Estado do Amazonas e tem feito uns Ministros, desde a Constituinte que se destacam por fazerem merda.
Imagina, numa recepção oficial, o Governador sendo empossado, com uma postura dessas, imagina a sós. Pelo menos Edilene é nome de gente, dá para saber como falar. Falar Primeira Dama. Porque tem umas que até no nome são complicadas. Imagina na ética!
O Amazonas está regredindo, está involuindo com esta corja no poder, desde Monstrinho. Eu digo isso para Dona Therezinha, todo dia. Pessoas que falam como se fossem estúpidos completos, tudo com títulos de “doutor”. Mesmo que a bajulação seja uma prática constante, mas não se precisa repetir as idiotices alheias, como a tal de Floresta em Pé que tem muito babaca pensando que está dizendo grandes coisas, como o discurso de que a Ecologia só podia existir se colocasse o “homem” como o centro de tudo que teve muito otário repetindo, quero ver dizer o mesmo, hoje. Só se for para ser chamado de imbecil. Não quer divergir do “dono”, pelo menos fica calado.
O mocinho é o bandido, o bandido é que é o chefe da segurança, fodeu-se! Ninguém quer pensar, só repetir o que acha “bonitinho”, mas muitas vezes é uma ignorância muito grande.
O Estado grilou as terras de um cidadão que fechou a área de treino do Detran, na marra. Imagina, mas não é único, no Governo Braga, o George Tasso grilou as terras do AlphaVille, de uma família de grileiros, para dar a outro grileiro que vive dando e está com AIDS, no Gabinete de Estado. O “dono” do Porto de São Raimundo, diz que não sai, continua cobrando e caro para todo mundo, um porto que custou centenas de milhares de reais dos Governos Federal e Estadual e um paranaense que deveria tomar conta da coisa pública, deu o aval, mas agora diz que não sabia bem o que ele queria, apenas disse que tudo bem. Imagina como estamos! Enquanto houver subsídios, tudo bem, no tempo em que acabarem os incentivos e se tiver de pegar pessoas competentes mesmo, aí não vai ficar um. É muito fácil cantar de galo, com dinheiro no bolso, quero ver ser competente, tendo de dar soluções.
[...]
Certa vez, quando uma parente nossa estava com o marido servindo em Manaus, fomos convidados a uma festa na casa deles. Dessas recepções da Aeronáutica, Eu resolvi ir, já que de outras vezes havia faltado e me diziam que perguntavam por mim, mas nesta específica, não era esperado, tanto que todos ficaram à mesa principal, com o Brigadeiro, marido da parente e o pai do Eduardo Braga e Senhora, Dona Therezinha e Dona Themis, mas eu, fui colocado na reserva, à mesa de segundo time. Coronéis para baixo. E todos os nomes estavam impressos, o meu, teve de ser feito à mão, acrescentaram mais talher e pratos. O pessoal ficou constrangido, eu achei normal, até mesmo, para não ficar ao lado do pai do outro. Eu hein! Tudo bem, tudo legal. Eu não tenho essas frescuras, antes do jantar ficamos todos juntos, é normal as coisas serem restritas.
- Fica com os teus amigos.
Encontrei um casal que foi colega meu colega na Economia. Na verdade, a Iracema, pois o marido dela que já era da Aeronáutica, era meio antipático e ela nem namorava  com ele, mas com outro colega, onde estudávamos juntos. Ainda bem que conversando, ela falou que era parente do Senador de Roraima, de onde é. Eu ia sacanear com o cara, ele fala tatibitati, aquele do PSDB, ela foi Secretária de Estado, quando ele foi Governador, pelo menos esse fora, eu evitei. Mas ficamos conversando e um dos militares que eu já conheço de antes, não sei aonde, dizia que não sai mais de Manaus. E perguntou de um Coronel que é um negro alto, forte, uma estampa onde chega.
- Você não acha? Manaus é uma beleza.
Até lembrei dos filhos da minha prima Fátima, o Diogo e a Bárbara, quando vieram passar uns dias em Manaus e não queriam voltar.
- Aqui é muito bom, é igual à Inglaterra.
Eles haviam chegado de um período na Inglaterra, onde foram muito novos e depois é que entendemos, é igual à Inglaterra, porque ainda não havia tantos prédios altos, em Adrianópolis, quando morávamos lá, havia uma regra que não se podia fazer prédios com mais de 3 andares, mas sabe como é, dinheiro compra até moral, agora, tudo é prédio alto e com o aval do meu ex-Professor/Vizinho Jefferson Peres. Pareciam um inglês com quem conversei na sauna e ele dizia que Manaus parecia Londres. Eu pensei que meu Inglês estivesse pior do que era, perguntei por que.
- Manaus e Londres, quando se sai, é preciso levar muitas roupas e bagagem. Em Londres, de manhã está nublado, mais tarde chove, então sai o sol, daqui a pouco faz frio, é preciso levar guarda-chuva, capa, camiseta, botas, chapéu, bagagem para poder atravessar tudo isso e trocar de roupa todo tempo.
Pelo menos esse inglês era educado, uma inglesa que me perguntou muita coisa, eu falei onde ir, o que fazer, quando já estava satisfeita, depois de tudo, ela veio me dizer que eu não falava bem o Inglês. Graças a Deus, eu sou brasileiro.
- You do not know to speak THURSDAY. It is like TUESDAY, with a H between T and U.
Mamãe me ensinou a ser educado, porque naquele momento só me veio uma palavra no idioma dela.
- Fuck off son o’ bitch!
Uns caras que pegam um boi cheio de chifres, se fosse ela falando Português, duvido se falaria melhor.    
Mas a resposta do Coronel ao “apaixonado” por Manaus, foi muito bacana.
- Olha, com dinheiro no bolso, qualquer lugar é ótimo. Rio, Manaus, São Paulo, Nova Iorque, agora tenta viver sem dinheiro!
Concordo completamente. Vai se divertir sem dinheiro, em Manaus. No Rio, tem agenda bancada pela União em todos os lados, de graça, CCBB, CCCEF, show de graça em praças, Manaus se não gastar pelo menos R$ 50,00, nem uma punhetinha ao menos. A diferença do Rio para Manaus, é que sempre os outros patrocinam, é como, quando eu pago para fazer uma especialização, uma pós-graduação, ou quando vou ao motel. Eu pago com o meu dinheiro. Agora, tem um monte de gente que até para nos foder, nós é que pagamos para ter ejaculação precoce, ou brochar no motel, ou nos cursos. Assim é fácil. Assim é Brigadeiro com queijo.
E quanto a constrangimento, eu não tenho disso não. Ontem subi no Elevador de Serviço e desci no Elevador Social, a mesma coisa, não fossem as placas de fora. Mas uma garota passou uns 30 minutos esperando o Elevador Social, com o Elevador de Serviço com a porta escancarada ao lado. É o que eu digo, um povo que fala tanto em Deus, tão esnobe e pior, tão estereotipado. De trocam as placas, é capaz dela pegar o outro, só por ter o nome de Social, ao invés de Serviço.  
[...]
A posse do Senhor Governador, foi uma piada. Muita tolice como autoridade, das duas horas de transmissão se deu para assistir sem congelar a imagem trinta minutos, foi muito e pior de tudo, o Governador fez um discurso dentro, fez uma coletiva de imprensa fora e depois de tudo, ainda concedeu entrevista para os repórteres que estavam presentes. É, ou não, uma papagaiada? Coletiva de Imprensa, depois uma Privativa de Imprensa? E olha que o pessoal do Cerimonial, tanto da Assembleia, quanto do Governo, foi muito elogiado, como muita coisa em Manaus, por gente incompetente, que não atenta para nada, vai na valsa. Começamos mal!
- Lindo!
- Lindo!
Um Cerimonial que faz três discursos vazios? Gostei da Coletiva de Imprensa e da Privativa de Imprensa, eis aí uma novidade. Pensei que sinal de trânsito embaixo de viaduto, fosse o máximo, não a Posse de Governador é mais risível ainda.
No fim de Governo nosso colega dá o testemunho, duvido se não. Tem aquele jeitinho de casar com mulher feia, mulher velha, ou mulher que ninguém tem coragem de comer, depois vai dar o testemunho, porque enganava, escondia a verdade de todos, inclusive da mulher que achava que era amada. Muiiiiito!
Manaus nem está tão quente assim, estamos no período chuvoso, apesar de não ter tanta chuva quanto antes, nem em intensidade, nem em periodicidade, mas ninguém acredita no aquecimento global, um pessoal que acredita muito em Deus, não suporta acreditar nas coisas palpáveis diante de nós, prefere acreditar no que não tem base em nada. Mas o que tem de turco-circuito, os empreendimentos pegando fogo direto, como na Rua Marechal Deodoro, onde a comunidade palestina, árabe em geral se concentrou e bateu crise, quando bater palmas não chama mais clientes, os comércios pegam fogo, sempre como resultado de falha na mesma fonte, eletricidade. Turco-Circuito. Que em eletricidade, conhecia-se como curto-circuito. Os “brimos” inventaram outra modalidade.
Mas na padaria que virou atração, o Capitão perguntou ao Sargento.
- Sarja, fechou circuito?
- Não Capita, abriu e deu merda.
A plateia não estava entendendo bulhufas, de repente o carro da Polícia Federal passou com a dondoca dando ciao para todo mundo, lá no fundo do camburão, achando que estava abafando, ou era Miss Brasil eleita, encima do carro de bombeiros. Estava “se achando”.
- Mana, a gente pensou que “estávamos abafando”, a gente “se fodemos” em todos os sentidos. O Pau de Mel saiu de cena, ficamos só as duas boas moças de família!
Tudo formada nessas “falcudades” da vida.  
E Dona Therezinha perguntou se o marido da dondoca encarcerada a acompanhava.
- Rapaz, basta ser chamado de corno pelos jornais, ele é publicitário, iria querer queimar mais ainda o filme?
E alguém falou por perto.
- Bem feito, se eu fosse a ex dele, iria ao Aeroporto, ficaria distante, quando ele passe, gritaria: “Corno!”
Todo mundo religioso, mas tanta raiva no coração. E eu vou para o Inferno sozinho? Mas nunca. Mas ora já então!
As pessoas ainda não entenderam a questão de ter amantes. O cara casa novo, muitas vezes a mulher não evolui, ou não quer evoluir, ou pode até estar melhor do que o marido, mas ainda hoje, o homem acha que mulher envelhece e ele não, sempre é gatinho, aí o cara está lascado, velho, o saco murcho, mas é a hora em que procura uma amante, como se fosse vampiro de juventude alheia. Quem pode pagar por mulher-objeto, troca, ou “banca” uma amante e acha que tudo se resolve e todos vão admirá-lo por ser homenzinho. A amante nem precisa ser atraente, como a cidadã em questão, presa na aeronave ainda, ele manda fazer uma lipoaspiração, dá uma dentadura nova, faz uma plástica naquele olho fechado, opera os olhos caolhos, manda colocar hidrogel nas nádegas, nas pernas, nas coxas, para ver se a mulher adquire um ar de mulher, manda pintar os cabelos de louro, transforma a mulher toda, não para foder com ela, mas para mostrar aos outros, como um troféu de quem se acha com poder, ou quem está querendo mostrar poder aos outros. O mundo mudou, mas muita gente ainda age e pensa como séculos passados. Tanto do lado masculino, quanto do feminino. O que tem de mulher-objeto achando que é feminista, nem te digo!
E a viatura da Polícia Federal parou exatamente na frente da padaria que estava pegando fogo. A multidão não entendeu nada, quando saiu uma pessoa algemada, para fazer companhia à dondoca, sem cueca, sem calça, de bunda para cima.
Quem é, quem não é, é o Piromaníaco da Floresta em Pé, é o Padeiro do Pandeiro, até que no fim da noite tudo foi esclarecido pelo Jornal do Amazonas, aquele telejornal que mais parece programa de rádio. Não mostra porra nenhuma, os apresentadores ficam de pé em frente às câmaras, ou câmeras, só falam, falam e nada de imagem. É muita incompetência.
- A cara e a voz do Amazonas!
Podemos ser mais do que só isso!
Desde que não nos conformemos só com o Polo Incentivado que já deu o que tinha de dar, está entrando em falência rápida, mas só se discute economia amazonense, se for com a perenização do sistema “que deu certo”, mais recursos para Manaus, mesmos privilégios aos outros Estados, tem quem acredite que vai ser sempre assim, mas disso não sai e ficamos amargando problemas que poderiam ser resolvidos com uma Política Econômica Regional, além da Zona Franca e da descoberta de alguma jazida de minério como em Coari e em Presidente Figueiredo que apenas leva o mesmo tipo de imigração que está havendo no Amazonas, em Manaus e é o mesmo modelo de quando se “Aboliu” as Escravatura e se legou os negros à sarjeta e se foi buscar uns europeus boçais, ignorantes, sujos, que seus descendentes, hoje, acham que são de uma linhagem de nobres e intelectuais europeus. O que houve no Brasil de ontem, está acontecendo no Norte de hoje, sem diferença alguma. Um pessoal que vem do Sul, com a mão na frente outra atrás, um pessoal avesso à cultura, à educação, com uma ideia atrasada ambientalmente, trazendo conceitos que já eram, pensando ser pós-moderno, ou seja, os descendentes, dos descendentes, dos descendentes daqueles analfabetos imigrantes que vieram “tentar” a sorte no Brasil Antigo, a Dona Jurubeba, uma puta rameira e muloher sem outra habilidade qualquer, senão dar a xoxota em troca de dinheiro, uma safada do caralho no país dela, o Seu Geringôncio de Almeida, assassino e pistoleiro de aluguel, ignorante que se achava superior, com a arma na mão e um covarde em condições iguais, chegaram ao Brasil, sem dentes, sem contribuir com nada, visto que os escravos é que fizeram o desenvolvimento estrutural e como virou moda nas academias, estruturante, cheios de doenças, botando uma banca do cacete. Agora os mais analfabetos dos seus descendentes, vieram para o Norte, e botam a mesma banca do vovô, da vovó, mas têm ódio de índio que é sujo, de puta atual, são neonazistas e até segregadores em sua alma. Não sabem da História do Brasil, nem querem saber, para não saírem do seu pedestal. Se contam a História de verdade, muita gente que vive nas tamancas iria se esconder embaixo do tapete. O luxo que veria que é apenas lixo.
Ontem mesmo, fui cortar a juba no outro Shopping, eu pedi à fada-madrinha para não ficar careca, acho que ela não entendeu, meu cabelo cresceu tanto, fui torar, pensei que havia fila, tinha uma velhinha na minha frente e perguntei se estava na fila, a atendente me chamou. Era o desafeto da Acácia, a “vampira” da energia dela, pensava que era uma velhinha de verdade. Nessas horas eu me dou conta que já estou com 54 anos, menino, é por isso que até puta me chama de “senhor”. Coisa ridicula.
- O senhor que chupe, o cu, ou só uma punheta?
O que é a idade. Como elas descobrem?
[...]
Dia desses num supermercado novo, minha nova “musa”, uma morena bacana que adora pegar sol em Presidente Figueiredo, falando, falando, falei que tenho 54 anos.
- Não parece! 24 anos de diferença?
Eu posso não parecer, mas o pessoal da minha idade denuncia. Como falou o Jésus, amigo meu da Economia.
- Rapaz, tu estás muito bem.
- Porra, eu estou gordo, todo lascado.
- É que tu não viste o pessoal da nossa época. Está todo mundo escroto pra caralho!  
A ex-esposa dele que acho, a conheci antes dele namorar com ela, também sempre me encontra, ela só acha que eu sou muito engraçado. Ela sim, ainda é nova, mas se veste como uma freira enclausurada. Que porra é essa das pessoas agirem e se vestirem, conforme a idade, como fazia o Seu Orlando em 1935, quando até a expectativa de vida mudou, avançou, mas a cabeça das pessoas custa para mudar. E olha que especialistas descobriram que pessoas que pensam e agem como pessoas mais novas, vivem mais, mas tem gente que continua com a mesma concepção de seus tataravós, como contemporâneo.
[...]
Mas um senhor, bem trajado, no meio do Shopping, acho que foi jogador de futebol, o Redemoinho - naquela novela péssima, idiotizante, não era o Tufão? -, tampou uma das narinas e deu aquela escarrada pelo nariz.
[...]
Por favor, se alguém souber por que jogador de futebol, cospe tanto e joga tanto catarro do nariz, avise-me. Eu pratiquei algumas modalidades esportivas, inclusive Atletismo, também no campo, ainda mais quando fazia o Cross-Country, mas não tinha tanto catarro assim, a não ser quando gripava, mas ficava em casa. Jogador de futebol tem de orar com as mãos espalmadas dentro de campo e se não escarrar todo tempo, parece que não sabe jogar bola.
Dizem que quem cospe muito, é mulher grávida, o que não é o caso dos jogadores, gente que não escova os dentes, mas muita gente escova-os, só não sabe que se tem de escovar a língua também e menino com vermes no bucho, devem ser os casos.
Mas me lembrei logo de quando estava treinando Basket, na pré-adolescência e o técnico estava dando uma preleção. Ele ia para lá e para cá, quando estava de costas para nós, cuspi no chão, o técnico perguntou quem foi eu me acusei, levei uma esculhambação que nunca mais esqueci. Nunca mais também cuspi nem na grama, imagina num Shopping.
Então esclarecido. O cara num Shopping, jogando catarro pelo nariz, como se estivesse em campo de futebol brasileiro, onde se aprende desde criança tudo o que deveria ter acabado há muito tempo. Gente cuspindo para todo lado, inclusive na cara dos outros e gente que desde o Dente de Leite, desde a “Peneira”, aprende que ser esperto é fingir, é cair em campo, para enganar o árbitro e fingir para a plateia.
[...[
A apresentadora do telejornal, de cima de seu banquinho, esclareceu os fatos, sem imagem, lógico, apesar do pool, da TV Assembleia, com aquela voz arcaica de quem está peidando pela boca e a TV Cultura do Amazonas, um grande cabide de emprego para quem não conseguiu um emprego de Administrador, como virou moda, esse pessoal que estuda para uma área e agora não é mais Economia, mas Administração e quer dar pitaco no que não sabe, por não ter a visão holística da coisa, é limitado até nas opiniões, mas acha que é competente na ultraespecialização. Ela esclareceu tudo.
- A Policia Civil, depois da Polícia Militar resgatar o padeiro das mãos daquela dondoca ensandecida, na Polícia Federal, esclareceu o que ocorreu na padaria. Chegou um bonitão pela primeira vez, a garçonete se encantou e deu mole.
[...]
Não, nada de Maria-mole, aquele docinho de filho da puta, o Tofu de açúcar, a gente coloca na boca, parece pastel de uma lanchonete em Manaus, nos anos de 1980, que se comprava por tipo – carne, queijo, presunto, queijo e presunto, verduras – mas só tinha vento. Era um sabor inconfundível, só tinha lá na Suprema. Pastel de Vento, com água, ou caldo de cana sujo, Chush credo, Grapette, esses líquidos para harmonizar, naquele tampo se dizia, acompanhar, e tinha um monte de gente que dizia que era uma delícia. E pior, parecia amostra grátis, tudo menor do que foto 3X4.
Em dia de muito calor em Manaus, era pegar uns pastéis da Suprema e morder na frente de quem se queria ventilar. É como dizem, fazem quando está muito calor no Céu, ou no Nosso Lar. Alguém que entende das coisas me disse que um dia estava sentindo muito calor e reclamou ao Dono do Mundo. Ao Filho. A resposta foi inusitada.
- Abana louca! Eu te dei! Dei umas asinhas, bate as asas maluca. Deixa as penas voarem. É assim que fica mais fresco por aqui. Tá pensando que só Red Bull te dá asas? Eu dou muito!
Jesus!
[...]
- Mas a garçonete apaixonada foi à cozinha, mostrar o bofe para o padeiro. Ele também se encantou, foi até o salão, mas o garanhão queria comer o bolo da menina, o padeiro ficou fulo e disse que não, não, não. Ele iria se vingar. Foi queimar a rosca lá encima, o cliente ficou com a bisnaga chamuscada e deu chabú.
[...]
Sim irmãos em Cristo, deu chabú, ele queria dar o boga, mas deu chabú, pronto. O padeiro era evangélico, sabe o cara que fala por metáforas? Vive tomando no ânus, mas jura que só dá o testemunho? Ou a galinha que não pode ver um pinto que senta para chocar e jura que depois do testemunho, é outra mulher? Mas nunca foi, desde a infância era piranha, agora quer ser mulher? Está pensando que o templo religioso é circo, com a Monga a mulher-macaco?
[...]
- E assim termina o Jornal do Amazonas. Assista tudo na Rádio Amazonas, porque internet, ainda é muito moderna para a Voz e a Vez do Amazonas!
É isso, apesar de fazerem tablets e motos no Polo Incentivado de Manaus, nossa sociedade rastaquera pensa que dinheiro é tudo, e não precisa evoluir além da conta bancária. Os macaco-prego são mais inteligentes do que muitos das elites locais.
E tudo se queima, mas sempre veladamente, além da rosca, também se queima a roda, a boquinha, o aro, o anel e muitos desses incendiários, viram políticos, sem nada a oferecer senão a queimação do boga, para fazer parte do grupo no poder.

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