São 12:30h de um dia útil. O inútil do auxiliar de interpretação e tradução, Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, o funcionário que sabe usar a língua, ainda não parou de trabalhar no escritório de uma pequena empresa no médio de Breezy Manô City que apesar do nome, faz um calor danado. A Microsoft Apple iPod Matsushita Ferrari Boeing da Silva, uma empresa quase desconhecida do grande público, encravada no coração de Kosovo. Apesar da matriz estar em Kosovo, Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, gostava mesmo, era de outro ovo e era dos Estados Unidos da América, republicano a serviço de seu país, para sacanear o país dos outros. E como se sabe, republicano que sai com mulher, é visto como um traidor.
De repente, um grito:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, eu não agüento. Tu vais me matar assim. Aiiiiiiiiii. Pára. Pára.
- Agüeeenta floxa!
O sentido poderoso de Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, para não ficar escrevendo muito, vamos simplificar essa coisa. Chamemo-lo apenas de Howard que já está bom demais.
Como dizia, o pobre Howard sentiu os sentidos, quero dizer, os esfíncteres intumescidos, escancarados, tesos, o próprio Holy, como chamava carinhosamente, o sentido do perigo, chamando-o para o serviço.
O Batman tem um holofote que parece os holofotes das casas de forró, chamando para a batalha. O Super-Homem tem super visão, super audição, super tato, mas uma micharia, bem no meio das pernas que apesar de usar uma sunga bem apertada, fora da calça de bailarino, não aparece nada. O Homem-Aranha, pressente com o sentido aranha. Engraçado como ele consegue armar a teia, para se deslocar por toda a cidade, mas não consegue pegar ninguém. Por isso é que é magrinho. Não come nada, coitado. Por que o Homem-Osga, não pode ter os sentidos, na parte mais sensível de seu ser, os esfíncteres? Ele sente tudo no rabo.
Howard correu para o banheiro feminino, retocou a maquilagem, jogou os cabelos loiros para dentro da capa e seguiu o pedido de socorro, pelo cheiro. Ele conhecia o cheiro daquela porra, de longe. E quando sentia, arrepiava do dedão do pé, até o último fio de cabelo, sempre muito bem penteado, aparado e cortado no melhor salão da cidade. Ninguém sabia que aquele homem discreto, másculo, malhado e bronzeado, na verdade se transformava em Homem-Osga, quando pressentia o perigo. Pressentia e sentava.
De repente nos céus de Icy Manô City, aquele ser, rabeava para cá, rabeava para lá, deslocando-se com toda sua graciosidade, para atender um chamado. Ele era antenado, conectado, amiga!
Aquele chamado de socorro vinha exatamente do “Gimme Your Pussie My Baby Inn”. Na verdade, o pessoal colocava in, até o feijãozinho. Era um local onde os executivos iam almoçar as secretárias, no intervalo do almoço. Quero dizer, exatamente, onde os executivos executavam as secretárias que serviam de comida. Ou melhor, onde as secretárias, secretamente, comiam os executivos. Ou seja, onde, por pura filantropia, sem outras intenções, iam o vovô da diretoria, com a netinha da secretaria, ver se conseguiam dar um upgrade nas coisas. Mas pelo andar da carruagem, up, ficava só no nome. O que mais os executivos praticavam, era exercício de língua. Espalhavam para todo mundo que tinham saído com a secretária, só não diziam que nem com a pílula azul, dava resultado. Com tanto stress, tanta preocupação, a única coisa que conseguiam endurecer, era a língua. Fazer o quê? Melhor uma língua ativa do que uma posição passiva.
O Homem-Osga tinha identificado os gritos vindos do motel GYPMBI, mas qual dos quartos? Era terça-feira, dia de novena e o horário do intervalo do almoço. Só com hora marcada, para conseguir uma vaga. Quanta vaga abunda. Seus esfíncteres não mentiam, alguém pedia socorro. Colocou sua concentração para funcionar. De onde virilha esse pedido? Tinha de se concentrar. Assobiou o grande sucesso do É O Tchan e foi descendo na boquinha da garrafa, para aguçar os sentidos. E olha que a garrafa não era da Coca-Cola 0, era daquelas de 5 litros. Era preciso ser muito macho para fazer aquilo. Ele desceu até engolir tudo. Parecia a Carla Peres, nos bons tempos, quando quem requebrava no país, era ela e não o marido. Este mundo está perdido.
Então sentou para identificar. O mais difícil, era que o motel, era dividido em alas e passar da Ala Amazônia, para a Ala Pantanal, passando pela Mata Atlântica, até a Caatinga, sem deixar cair nada, sobre tantos espinhos, era preciso gostar da coisa. Quanto mais ele concentrava, mais ele sentava. Era a melhor parte. Como concentrava. Com, não sei, mas que entrava, entrava, até o botãozinho. Era tão eficiente que dispensava KY, K-Gel, K-Med, Vaselina, saliva, ou qualquer outro aparato que dizia, ser coisa de maricas. Ele gostava de mostrar que era macho. Macho, macho man!
Em cada ala do motel, estava representado um ecossistema, e ele podia prever, quem estava utilizando cada suíte. Tinha muita gatinha na Mata Atlântica. Piranha, era o que não faltava no Pantanal. Já na Amzônia, estava diversificado, algumas galinhas, umas antas, uns bicho-preguiça e outros pandas. Fofinhos, fofinhos, mas na hora de fazer bonito, que feio. Só se manifestavam se sentiam a energia. E para tanto, a parceira tinha de se fazer de Eletronorte e mandar o “terra”. E como já estavam deveras acostumados, pediam uma ligação trifásica, para evitar curto. De curto, já basta o instrumento que nem faz cócegas.
Sons não faltavam pelos corredores. As camareiras fofocando o que viam pelas brechas, os rádios ligados, dando ordens ao pessoal, o chef na cozinha, dando ordens, para mais um Executivo.
O Homem-Osga tinha de entrar em ação logo. O perigo era iminente. O negócio era colar nas portas de cada quarto. Em alguns, ele só ouvia: Hum, hum, hum. Parecia canção popular: Carolina. Hum, hum, hum. Carolina...
Em outras suítes ouvia: Vai gostoso, vai. Vai pagar um sapato e uma bolsa novos pra deixar de ser leso. Vai!
Era um emaranhado de sons que não o deixavam antever de onde vinha o perigo. De repente de novo:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, eu não agüento. Tu vais me matar assim. Aiiiiiiiiii. Pára. Pára.
- Agüeeenta floxa!
Vinha da Amazônia, só podia ser. Açaí, guaraná, copaíba, camu-camu... É muita energia. O Homem-Osga entrou sem pestanejar. Aliás, o olho que ele mais usava, não tinha pestana, só piscava, em determinadas situações. Avistou na cama a secretária, de Itacoatiara e o chefe, um japonês que veio ensinar como se faz para ligar o set top box, atrás do blu-ray, em duas rodas. Sim, eu sei que pode dar choque, fazer o quê? Ele achava que podia. E logo na Amazônia, coitado.
O japa não sentia nada. Não sentia nem as beiradas. Era muito churrasco, para a farofa do oriental.
Ela mexia para cá, serpenteava para lá e nossa pobre vítima, do mesmo jeito que entrou. Ainda não tinha conseguido acertar um local sequer, para fazer fricção. Se dependesse daquela situação, iria ficar mais de oito horas teso e nada feito.
O Homem-Osga entrou por baixo da porta.
- Pelos poderes de réptil, vim salva-lo desta mocreia.
- Oh geléia de parede, mocreia, é a digníssima senhora que deu para o teu pai e do fuck-fuck, nasceu essa coisa pálida e sem vida. Totalmente frio.
- Frígida é você mocreia. Eu sou quentura. Vamos meu Bofe-San, venha sentir prazer comigo. Arrebenta que eu sou apertadinha que nem barril de cerveja.
- Non, non. Bofe-San, só gosta de mulher.
- Deixa de frescura oh japa. Fresco aqui, só eu. Tu nunca vais sentir prazer com mulher. Quero dizer, mulher na Amazônia. O cabo coaxial, não foi feito para este canal. Vais querer encher a Santa Sé, com a torcida do Fast Club? Deixa de orgulho e vem pra mim. Eu, quando pressinto o perigo, solto o rabo, eu sou o Homem-Osga. Vamos japa, atraca por trás. Pensa que és balsa de companhia de gás, navegando pela região e me empurra.
A secretária de Itacoatiara, sentiu-se ofendida.
- Ah, perdi o tesão!
- Não disse japa? Esta itacoatiarense, é falsa. É paraguaia e está querendo te enganar. Mulher de Itacoatiara, nunca perde o tesão. É 24 horas a postos. Triscou e ela completa o serviço. Nem os caixa-eletrônicos, conseguem tanto. Ela é fal-sa. Ela não é daqui. Vem comigo, bem. Eu sou original de fábrica. Um rabo amigo e um corrimão para segurar, pela frente. Tudo o que se pode ter, para colocar todo o teu amor. Deixa essa moquereia – falando que nem o Agnaldo Timóteo, aquele outro super-herói - para lá. Ela é mais frouxa do que cueca velha.
E o japa finalmente pode se satisfazer com todos os seus delírios. Começou como National Kid, acelerou como Speedy Race e acabou se sentindo o próprio Godzila. Finalmente a espada funcionou, como um verdadeiro samurai.
Depois de lavar as partes e dar um vale-transporte para a secretária voltar de ônibus, Bofe-San voltou para a Moto Honda Panasonic Hitachi Mitsubishi Kubota na Amazônia e como primeira providência, despediu a secretária que o enganou por anos. E o pior, até por ânus. Ele pensando que ela era da cidade e na verdade, era de Ciudad del Leste. Tão confiável, quanto scotch 2 years old. Hecho en Paraguay.
Bofe-San não conseguiu tirar o mais novo super herói da cabeça. Sentia mais, quando tinha de entrar debaixo do chuveiro. Tudo ralado, ardia que nem dava vontade de lavar as partes. Ele radicalizou, espremeu limão encima das rachaduras, para estar preparado para o caso de o ver de novo. Como fazer, para que o Home-Osga voltasse? Ele não conseguiu concentrar por uma semana. Ficava com o olhar fixo nas paredes.
E depois de dois dias, Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, conseguiu voltar para o trabalho, como um sério e competente homem de línguas, um republicano que não pode trair os idéias do partido, com mulher. Se é para foder, que seja com homem. Republicano tem que mostrar que é macho.
Howard só conseguira se desvencilhar da capa de Homem-Osga, naquele dia. Ela grudo que quase não sai. Antes, estava subindo pelas paredes, para ver se alcançava a rainha. Na altura do campeonato, a rainha já era, há muito.
Ninguém desconfiava que por baixo daquele boné azul marinho, existia na verdade, um super-herói. O Homem-Osga que na hora do almoço, sempre se dispunha a salvar alguém em perigo, das garras das mocreias sem coração que só queriam tirar a carteira dos bolsos dos patrões. Ele tinha como missão, desmascarar essas mulheres que fazem os pobre homens de tolos. Usam e abusam daquele objeto. A conta corrente e o cartão de crédito.
O Homem-Osga tem como lema: Mulher, só gosta de olhar a bunda dos homens, para ver se a carteira está recheada. Quem olha para a braguilha é biba, para saber se está em forma. E o Homem-Osga, estava sempre preparado, para salvar os bofes do perigo, oferecendo o Holy, como dizia. O holyfault, mano velho!
Se tu gostas da coisa e estás a perigo, chama o Homem-Osga que chegou para grudar. Se o perigo é iminente, ele solta o rabo, para ver se tiram o couro.
E já se enturmou com o ritmo do Brasil. Tanto que adotou a árvore do D25[1], ou Dem. Ele não pode deixar de admirar a copa da árvore. Mais parecia um prepúcio com alguma anomalia. Já fez amizade com o boca-mole, líder do partido. Estão vendo se atuam juntos, para salvar os outros do perigo.
De repente, um grito:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, eu não agüento. Tu vais me matar assim. Aiiiiiiiiii. Pára. Pára.
- Agüeeenta floxa!
O sentido poderoso de Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, para não ficar escrevendo muito, vamos simplificar essa coisa. Chamemo-lo apenas de Howard que já está bom demais.
Como dizia, o pobre Howard sentiu os sentidos, quero dizer, os esfíncteres intumescidos, escancarados, tesos, o próprio Holy, como chamava carinhosamente, o sentido do perigo, chamando-o para o serviço.
O Batman tem um holofote que parece os holofotes das casas de forró, chamando para a batalha. O Super-Homem tem super visão, super audição, super tato, mas uma micharia, bem no meio das pernas que apesar de usar uma sunga bem apertada, fora da calça de bailarino, não aparece nada. O Homem-Aranha, pressente com o sentido aranha. Engraçado como ele consegue armar a teia, para se deslocar por toda a cidade, mas não consegue pegar ninguém. Por isso é que é magrinho. Não come nada, coitado. Por que o Homem-Osga, não pode ter os sentidos, na parte mais sensível de seu ser, os esfíncteres? Ele sente tudo no rabo.
Howard correu para o banheiro feminino, retocou a maquilagem, jogou os cabelos loiros para dentro da capa e seguiu o pedido de socorro, pelo cheiro. Ele conhecia o cheiro daquela porra, de longe. E quando sentia, arrepiava do dedão do pé, até o último fio de cabelo, sempre muito bem penteado, aparado e cortado no melhor salão da cidade. Ninguém sabia que aquele homem discreto, másculo, malhado e bronzeado, na verdade se transformava em Homem-Osga, quando pressentia o perigo. Pressentia e sentava.
De repente nos céus de Icy Manô City, aquele ser, rabeava para cá, rabeava para lá, deslocando-se com toda sua graciosidade, para atender um chamado. Ele era antenado, conectado, amiga!
Aquele chamado de socorro vinha exatamente do “Gimme Your Pussie My Baby Inn”. Na verdade, o pessoal colocava in, até o feijãozinho. Era um local onde os executivos iam almoçar as secretárias, no intervalo do almoço. Quero dizer, exatamente, onde os executivos executavam as secretárias que serviam de comida. Ou melhor, onde as secretárias, secretamente, comiam os executivos. Ou seja, onde, por pura filantropia, sem outras intenções, iam o vovô da diretoria, com a netinha da secretaria, ver se conseguiam dar um upgrade nas coisas. Mas pelo andar da carruagem, up, ficava só no nome. O que mais os executivos praticavam, era exercício de língua. Espalhavam para todo mundo que tinham saído com a secretária, só não diziam que nem com a pílula azul, dava resultado. Com tanto stress, tanta preocupação, a única coisa que conseguiam endurecer, era a língua. Fazer o quê? Melhor uma língua ativa do que uma posição passiva.
O Homem-Osga tinha identificado os gritos vindos do motel GYPMBI, mas qual dos quartos? Era terça-feira, dia de novena e o horário do intervalo do almoço. Só com hora marcada, para conseguir uma vaga. Quanta vaga abunda. Seus esfíncteres não mentiam, alguém pedia socorro. Colocou sua concentração para funcionar. De onde virilha esse pedido? Tinha de se concentrar. Assobiou o grande sucesso do É O Tchan e foi descendo na boquinha da garrafa, para aguçar os sentidos. E olha que a garrafa não era da Coca-Cola 0, era daquelas de 5 litros. Era preciso ser muito macho para fazer aquilo. Ele desceu até engolir tudo. Parecia a Carla Peres, nos bons tempos, quando quem requebrava no país, era ela e não o marido. Este mundo está perdido.
Então sentou para identificar. O mais difícil, era que o motel, era dividido em alas e passar da Ala Amazônia, para a Ala Pantanal, passando pela Mata Atlântica, até a Caatinga, sem deixar cair nada, sobre tantos espinhos, era preciso gostar da coisa. Quanto mais ele concentrava, mais ele sentava. Era a melhor parte. Como concentrava. Com, não sei, mas que entrava, entrava, até o botãozinho. Era tão eficiente que dispensava KY, K-Gel, K-Med, Vaselina, saliva, ou qualquer outro aparato que dizia, ser coisa de maricas. Ele gostava de mostrar que era macho. Macho, macho man!
Em cada ala do motel, estava representado um ecossistema, e ele podia prever, quem estava utilizando cada suíte. Tinha muita gatinha na Mata Atlântica. Piranha, era o que não faltava no Pantanal. Já na Amzônia, estava diversificado, algumas galinhas, umas antas, uns bicho-preguiça e outros pandas. Fofinhos, fofinhos, mas na hora de fazer bonito, que feio. Só se manifestavam se sentiam a energia. E para tanto, a parceira tinha de se fazer de Eletronorte e mandar o “terra”. E como já estavam deveras acostumados, pediam uma ligação trifásica, para evitar curto. De curto, já basta o instrumento que nem faz cócegas.
Sons não faltavam pelos corredores. As camareiras fofocando o que viam pelas brechas, os rádios ligados, dando ordens ao pessoal, o chef na cozinha, dando ordens, para mais um Executivo.
O Homem-Osga tinha de entrar em ação logo. O perigo era iminente. O negócio era colar nas portas de cada quarto. Em alguns, ele só ouvia: Hum, hum, hum. Parecia canção popular: Carolina. Hum, hum, hum. Carolina...
Em outras suítes ouvia: Vai gostoso, vai. Vai pagar um sapato e uma bolsa novos pra deixar de ser leso. Vai!
Era um emaranhado de sons que não o deixavam antever de onde vinha o perigo. De repente de novo:
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, eu não agüento. Tu vais me matar assim. Aiiiiiiiiii. Pára. Pára.
- Agüeeenta floxa!
Vinha da Amazônia, só podia ser. Açaí, guaraná, copaíba, camu-camu... É muita energia. O Homem-Osga entrou sem pestanejar. Aliás, o olho que ele mais usava, não tinha pestana, só piscava, em determinadas situações. Avistou na cama a secretária, de Itacoatiara e o chefe, um japonês que veio ensinar como se faz para ligar o set top box, atrás do blu-ray, em duas rodas. Sim, eu sei que pode dar choque, fazer o quê? Ele achava que podia. E logo na Amazônia, coitado.
O japa não sentia nada. Não sentia nem as beiradas. Era muito churrasco, para a farofa do oriental.
Ela mexia para cá, serpenteava para lá e nossa pobre vítima, do mesmo jeito que entrou. Ainda não tinha conseguido acertar um local sequer, para fazer fricção. Se dependesse daquela situação, iria ficar mais de oito horas teso e nada feito.
O Homem-Osga entrou por baixo da porta.
- Pelos poderes de réptil, vim salva-lo desta mocreia.
- Oh geléia de parede, mocreia, é a digníssima senhora que deu para o teu pai e do fuck-fuck, nasceu essa coisa pálida e sem vida. Totalmente frio.
- Frígida é você mocreia. Eu sou quentura. Vamos meu Bofe-San, venha sentir prazer comigo. Arrebenta que eu sou apertadinha que nem barril de cerveja.
- Non, non. Bofe-San, só gosta de mulher.
- Deixa de frescura oh japa. Fresco aqui, só eu. Tu nunca vais sentir prazer com mulher. Quero dizer, mulher na Amazônia. O cabo coaxial, não foi feito para este canal. Vais querer encher a Santa Sé, com a torcida do Fast Club? Deixa de orgulho e vem pra mim. Eu, quando pressinto o perigo, solto o rabo, eu sou o Homem-Osga. Vamos japa, atraca por trás. Pensa que és balsa de companhia de gás, navegando pela região e me empurra.
A secretária de Itacoatiara, sentiu-se ofendida.
- Ah, perdi o tesão!
- Não disse japa? Esta itacoatiarense, é falsa. É paraguaia e está querendo te enganar. Mulher de Itacoatiara, nunca perde o tesão. É 24 horas a postos. Triscou e ela completa o serviço. Nem os caixa-eletrônicos, conseguem tanto. Ela é fal-sa. Ela não é daqui. Vem comigo, bem. Eu sou original de fábrica. Um rabo amigo e um corrimão para segurar, pela frente. Tudo o que se pode ter, para colocar todo o teu amor. Deixa essa moquereia – falando que nem o Agnaldo Timóteo, aquele outro super-herói - para lá. Ela é mais frouxa do que cueca velha.
E o japa finalmente pode se satisfazer com todos os seus delírios. Começou como National Kid, acelerou como Speedy Race e acabou se sentindo o próprio Godzila. Finalmente a espada funcionou, como um verdadeiro samurai.
Depois de lavar as partes e dar um vale-transporte para a secretária voltar de ônibus, Bofe-San voltou para a Moto Honda Panasonic Hitachi Mitsubishi Kubota na Amazônia e como primeira providência, despediu a secretária que o enganou por anos. E o pior, até por ânus. Ele pensando que ela era da cidade e na verdade, era de Ciudad del Leste. Tão confiável, quanto scotch 2 years old. Hecho en Paraguay.
Bofe-San não conseguiu tirar o mais novo super herói da cabeça. Sentia mais, quando tinha de entrar debaixo do chuveiro. Tudo ralado, ardia que nem dava vontade de lavar as partes. Ele radicalizou, espremeu limão encima das rachaduras, para estar preparado para o caso de o ver de novo. Como fazer, para que o Home-Osga voltasse? Ele não conseguiu concentrar por uma semana. Ficava com o olhar fixo nas paredes.
E depois de dois dias, Howard Johnson Edward Stewart von Daniken, conseguiu voltar para o trabalho, como um sério e competente homem de línguas, um republicano que não pode trair os idéias do partido, com mulher. Se é para foder, que seja com homem. Republicano tem que mostrar que é macho.
Howard só conseguira se desvencilhar da capa de Homem-Osga, naquele dia. Ela grudo que quase não sai. Antes, estava subindo pelas paredes, para ver se alcançava a rainha. Na altura do campeonato, a rainha já era, há muito.
Ninguém desconfiava que por baixo daquele boné azul marinho, existia na verdade, um super-herói. O Homem-Osga que na hora do almoço, sempre se dispunha a salvar alguém em perigo, das garras das mocreias sem coração que só queriam tirar a carteira dos bolsos dos patrões. Ele tinha como missão, desmascarar essas mulheres que fazem os pobre homens de tolos. Usam e abusam daquele objeto. A conta corrente e o cartão de crédito.
O Homem-Osga tem como lema: Mulher, só gosta de olhar a bunda dos homens, para ver se a carteira está recheada. Quem olha para a braguilha é biba, para saber se está em forma. E o Homem-Osga, estava sempre preparado, para salvar os bofes do perigo, oferecendo o Holy, como dizia. O holyfault, mano velho!
Se tu gostas da coisa e estás a perigo, chama o Homem-Osga que chegou para grudar. Se o perigo é iminente, ele solta o rabo, para ver se tiram o couro.
E já se enturmou com o ritmo do Brasil. Tanto que adotou a árvore do D25[1], ou Dem. Ele não pode deixar de admirar a copa da árvore. Mais parecia um prepúcio com alguma anomalia. Já fez amizade com o boca-mole, líder do partido. Estão vendo se atuam juntos, para salvar os outros do perigo.
[1] D25 na numerologia franciscana do Egito Antigo é igual a D 4, ou D para 25 e mostre que é macho se conseguir piscar depois..
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