terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

Escavação fidedigna de arqueólogos renomados nos traz a luz, sobre os verdadeiros fatos da História do Brasil.
Vamos nos ater ao fato da independência da colônia dos papagaios que depois virou brasil.
Segundo relatos dos manuscritos apócrifos, Dom Pedro que foi o primeiro, mas ainda não era Primeiro, acordou numa manhã chuvosa de março de 1809 e foi fazer o que sempre fazia. Nada. Nadava daqui para ali, dali para cá e nada.
De repente, não mais do que de repente, presenciou a cena mais dantesca de toda a sua vida. Longe ao mar sem fim, avistou um negão daqueles da defesa de time de futebol americano, carcando Dona Carlota, segurando-a pelo bigode. Roça daqui, rola dali, amassa acolá, então sentiu a terra tremer. Dona Carlota ficou tão excitada que não pode conter um peido direto de sua padaria.
O negão que estava por trás, foi jogado ao chão, desacordado.
Dona Carlota pensando estar sozinha na praia, tentou reabilitar o escravo. Ela olhando de cima, sem querer se baixar para não se rebaixar, tirou os panos e deixou os peitos caírem. Pontaria certeira, bem encima do plexo do amo de leite, como ela o chamava. Dona Carlota, era o que se convencionou chamar, de mulher de peito.
Ele levantou de um supetão.
- Arre égua Lolota o que houve?
- Yo salveite oh gajo.
- Mas Lolota, quando vais aprimorar este teu portunhol? Fica difícil entender, ainda mais que sou africano.
- Entonces crês que tuyo escolhi por que? Tive propostas de algunos japas, pero se no lo so plena com lusitano, imagina con los otros. No los comprendi se enviaranme una tarjeta hablando que son nippo, o micro. Fico con nosotros mismo. Yo me farto contigo! Nunca me falta. Soy plena.
- Êpa rê meu Pai Ogun que me abra os caminhos. Não entendi porra nenhuma, mas vou colocar até a farofa nessa galinha. Axé babá! E vai chupar sem deixar pingar. É hoje meu rei. A boquinha de macaco vai ter de falar orubá, senegalês, nagô, ou vai pra tonga da mironga do cabuletê. Ainda nem chegou o carnaval mais ela vai ver os Filhos de Glande entrando.
Dom Pedro que estava ao mar, correu para a praia por que com a tirada de roupa de Dona Carlota, despencou tudo. Tudo no bom sentido. E as águas ficaram agitadas. Rio 40º.
Despencaram encostas de Petrópolis, as terras no Rio Bonito, a Baixada e inclusive Teresópolis que ficou sentada no Dedo de Deus. Imagina. Deve ser por isso que anos depois, procuravam-na, por todo o Brasil, perguntando: Cadê Teresa, aonde anda minha Teresa...
Desde então, Pedrinho como era chamado carinhosamente na turma, virou um adolescente rebelde, esquivo e chato, chato, chato.
Ele até admitia ser filho de puta. Mas além de tudo, ainda ter um pai que era corno, era demais para sua pubiana cabeça. Quero dizer púbere.
Exatamente no mês de agosto, aquele que dizem que só trás desgosto, Pedrinho foi introduzido na Maçonaria. Não bastava a mãe dar para todo mundo, e ele sendo introduzido na Maçonaria. Para quem não sabe, ser introduzido na Maçonaria, era um rito antigo como o rito de hoje que o pessoal dá o testemunho. E depois, nem sentar pode nos louvores.
Ele foi introduzido naquele tempo, como o Alexandre Frota deu o testemunho dele para toda a igreja, hoje. Também daquele tamanho, deu que sobrou.
Pedrinho chato e chateado, encomendou um plano super rápido para foder a cartola da coroa. Ou seria do coroa? Ou quem sabe, da Coroa? O português além de já ser um idioma difícil de aprender, falado por português, não tem quem entenda. Eu já tentei aprender, mas não consigo entender nada daquela língua falada em Portugal. É melhor falar inglês que eu ainda entendo um pouco. Ou quem sabe, grego?
Os maçons, empenhados no plano, pegaram o esquadro, o compasso, o autocad, a mesa digitalizadora e começaram a arquitetar um plano para lascar os piolhos da aristocracia, sob a égide do Grande Arquiteto do Universo. Mais ou menos um Oscar Le Corbusier Niemeyer Nina Mosca.
O mais rápido que puderam, depois de exaustivas reuniões noturnas, arquitetaram e apresentaram o plano, em 1821. Exatamente no dia 1º de abril. Foi uma plano que se mostrou sólido, pois como se dizia, é pau, é pedra, é o fim do caminho... Mas isso são águas passadas. De março e já se estava em abril. E quando elas passam, levam tudo, até os dias de hoje. Janeiro, fevereiro, março e abril se não morrer afogado, nem de deslizamento, é um felizardo à Sudeste da Colônia Portuguesa. Com toda tecnologia da Escola de Sagres e da Universidade de Coimbra, não tem quem solucione essa problemática. Até hoje, sem solucionática.
- Oh caralho, mas que merda é esta? Eu disse para fodeire a Coroa, não comigo, o cara. Quem foi o filho de uma puta que colocou esta merda do Tietê neste plano? Aqui no Rio de Janairo, já não existe o Rio Maracanã? Por que tenho de me deslocaire nessa lonjura toda, para chegar à foz do Tietê e gritaire Independência, ou morte? Se é para cheiraire merda, morro por aqui, oh raios! O mangue é pior do que o Tietê, nos seus bons tempos. Pelo menos me divirto na Rua Alice, com as polacas.
Voltaram os maçons para a mesa digitalizadora com todo o seu aparato. O Grande Arquiteto quase dá um chilique. Onde já se viu recusar uma obra sua? Era renomado. Tradicional. Também, esta vai sair muito cara, por tamanha insolência. É um abuso.
- Ai meus sais. De frutas e minerais, antiderrapantes.
Reuniões e mais reuniões noturnas, cabeças e mais cabeças e nada de sair o plano.
- Como eire, sai para este ano, ou não?
Em 2 de maio de 1822, eis o plano apresentado. Deslocar-se-iam até o Posto Ipiranga para abastecer, driblariam Santos e São Caetano, entrariam na grande área de São Paulo e chegariam em 4 de julho ao Guarujá e...
- Sim, estou a gostaire. Vamos desceire todo mundo das outras mulas que nos levarão e vamos tomaire o banho do ano, no maire. É isto?
- Não senhor, no Guarujá o senhor grita Independência ou Morte. Quem sabe, algum lusitano escute do outro lado e vá falar ao rei. Oxi!
- Oh, mas tão longe assim? Já estoire a pensaire nas minhas hemo.
- Emo neste tempo senhor?
- Sim, as hemorróidas meu filho. As hemorróidas! Para isso, não tem tempo.
Então o setor de logística do sub-imperador, como era chamado entre amigos, antes de gritar o Grito de Independência, coordenou o plano para chegarem ao Guarujá, no dia 4 de julho, para aproveitar os fogos vindos dos Estados Unidos e fazer uma festa só. A América ficaria iluminada no dia 4 se tudo saísse a contento.
Tudo pronto, hora de picar as mulas, para a grande viagem. Como sempre, um entrevero para atrapalhar as coisas.
- Eu sou português. Me respeite. As mulas estão no estábulo.
Por causa disso, o escravo chefe, levou 200 chicotadas com couro de peixe boi e veia de puraqué.
- Dói mutcho meu camarada. Mas vou anotar mais esta na minha cardeneta. Oxalá, um dia ainda, eu saído desta vida e sou um homem livre.
Então tudo pronto, embarcaram e entraram logo na Via Dutra. O plano começou a dar errado. O que era para ser feito em 12 horas, por causa do engarrafamento, durou 72. Era paulista vindo para o Rio e mineiro para o Espírito Santo. Como naquele tempo, havia só uma mão de ida, outra de volta e sem divisão na pista, todos os caminhos se cruzavam. E as mulas de Dom Pedrito, vendo as ancas das da Anita Garibaldi, não se fizeram de rogadas. Ali mesmo, naqueles inferninhos de beira de estrada.
Dias e dias dormindo mal, comendo pior, só aquelas meninhas de beira de estrada, Dom Pedro já estava sentindo um certo entojo, mesmo não estando grávido.
Em Piracicaba Dom Pedro não agüentou e entrou correndo em uma porta que até hoje, levam a gente para conhecer aquela porra. Uma portinha sem atrativo nenhum. Caindo pelas tabelas. Mas quando se fala da história daquele lugar, é outra coisa. Dom Pedro sentindo fortes cólicas abdominais, correu para dar uma cagada, antes de gritar o Grito da Independência. Imagina o cara segurando a merda e gritando bem alto, para todo mundo ouvir. Ele fez muito bem em jogar o barro fora naquela portinhola filha da puta. Mas a porra da porta é tão pequena, mas tão pequena que Dom Pedro na pressa, bateu o chifre na entrada e quase se caga nas ceroulas. Até se esqueceu por uns momentos que o seu trono era outro. Sentiu-se o próprio rei. Fez daquele barranco, seu trono, para obrar, em nome da futura pátria. E parece que sua obra ficou imortalizada, naquele pedaço de terra. O Brasil começou na maior merda. Não podia dar em outra coisa.
Mas como se isso não bastasse, no meio do caminho, faltou dinheiro para a expedição. Só de pedágio, teriam algo em torno de milhões de euros. E as paradinhas nos restaurantes de estrada? Para entrar num ou outro cagador, R$ 1,50 por cabeça. Papel higiênico, R$ 1,00... Não podemos dizer que era por cabeça. Homens e mais homens, escravos às pampas e mulas para pensar pela tropa. Era um gasto enorme e pelo plano inicial, acabaram ficando presos justamente em um posto em frente à entrada da Academia das Agulhas Negras em Resende, no entroncamento, ou retorno. E o tumulto que se formou naquela parada. Os caminhoneiros querendo passar e aquelas mulas atravancando o caminho. Já não bastavam os buracos que o DNIT nunca fecha. Parece até perna de mulher da zona. Há dias sem nenhuma, como poderíamos dizer, pelo menos uma apalpada nas nádegas de uma mulher, sequer e as meninas, a R$ 2,00, trocando as carnes e aquilo, pelas carnes da comida a quilo, e eles sem dinheiro, nem para pagar pelo menos pelo sabonete líquido do banheiro. Consumiram e não pagaram, para não terem de lavar pratos, tiveram de deixar identidade, alguns, o relógio de pulso e outros, até as ceroulas, em consignação.
Se o carnavalesco botou na Sapucaí os Bandeirantes no Amazonas, num destes carnavais pagos a preço de ouro, com muito dinheiro dos cofres públicos do estado, por que não posso colocar relógio de pulso na minha história que é de graça?
Então uma comissão foi formada em caráter de emergência e não se fez nem licitação pública, ficou tudo no pregão do restaurante mesmo e voltou para pegar mais dinheiro dos cofres públicos. É o único lugar do mundo, onde dinheiro do erário, dá em árvore. É tudo feito a cu de cavalo, ou como estamos falando de fato histórico, por umas mulas, para enganar bestas. Depois que inventaram adendo em projeto, nada sai de primeira. E no fim, quando se vê, é tudo de última.
Pegaram o resto que estava previsto no adendo, ajuda de custas, umas coisas de costas, outros custos, trocaram de mula, por que aquelas eram do ano passado e autoridade no Brasil, não pode andar de carro velho amor. E se for popular, nem pensar. E agora que tem tanto menino bonzinho doando a perder de vista, o contribuinte nem precisa se preocupar. Empresário agora, não tem mais aquela visão de lucro como antes. Agora só tem Papai do [nó] CE[g]O, nas administrações privadas.
Exatamente no dia 2 de abril de 1822, a comissão voltou carregada de dinheiro. As primeiras providências que tomaram, foi comprar televisores de plasma, chamar as meninas da beira da estrada e pagar os R$ 2,00 e mais uma gorjeta de US$ 500.00, para cada uma, banquetearam-se, ou seja, lavaram a égua. Ou melhor, a burra. E as meninas felizes com uns cavalheiros tão refinados. Dinheiro público não é de ninguém mesmo, por que economizar? E depois, justificativa em projeto, parece piada. Justifica-se tudo. É só saber escrever, pronto. Se alEJA até o Português. Está valendo meu povo. Acerte o seu daí que eu acerto o meu daqui. E no fim, tá lá, bem no fundo do fiofó! Vale tudo. E antes, só não podia dançar homem com homem, nem mulher com mulher. Agora vale!
Usaram o adendo com novos gastos e novamente faltou dinheiro para pagar a dívida. Providenciaram um novo aditivo e mandaram cobrar na tesouraria do Paço Imperial, em Petrópolis, quando nascesse um novo e rico país.
Então, depois de barriga cheia e muito “terra” na orgia, Dom Pedrito tomou uma decisão no Posto Ipiranga mesmo.
- Se a gente cavalgaire mais um pouco, abre em botão.
- O quê senhor? Pixinguin, Pixinguin, Pixinguin, era assim que vovó, Pixinguinha chamava... Botão em flor?
- Não, minha hemorróidas. Vamos a paraire aqui no posto mesmo e deixaire eu descansaire um pouco que depois vamos a decidire o que fazeire.
As hemorróidas já vinham doendo na mula e depois da orgia, quando as meninas empurravam o botão em flor, com as unhas pretas e não era por serem punk, emo, dark, góticas, ou coisa parecida. Eram pretas de sujeira mesmo. Pedrinho parecia que tinha engolido uma relojoaria e ficou presa no briôco. As hemorróidas latejavam a cada segundo. Só faltava saírem os cucos. Ele não ia conseguir chegar até o Guarujá.
- Subam na mula e vão a chamaire o Pedro Américo, meu xará. Já!
Então, fora feita a vontade do Imperador. O primeiro e único imperador de uma só terra. A Terra Brasilis. É a História do Brasil.
Enquanto no Vaticano só tem o Trono para São Pedro, na nossa história, tem Pedro a sair pelo ladrão. Opa, foi mal. De repente a gente fala em ladrão e o país fica deserto. Eu quis dizer que era muita gente. E pensar que antigamente, ladrão era só colombiano, paraguaio e juiz argentino.
É Pedro Álvares Cabral, Dom Pedro que parecia figurinha repetida, I e II, Pedro Américo, tanto Pedro que chegamos aos tempos do Pedro Bó.
A tropa parou no Posto Ipiranga só consumindo, esperando o Pedro Américo trazer suas armas.
Então num dia, Dom Pedro chamou os irmãos maçons, para fazerem uma sessão ali mesmo. Passaram a noite inteira na amassa Maria. Aliás, Maria, era um nome muito popular naquele tempo. Como Shirley, Samantha, Jennifer, Sacha, Paris e Britney nos dias de hoje.
A sessão se prolongou noite adentro e afora e adentro e afora e adentro e afora, até que caíram exaustos com a cabeça inchada.
Acordaram no outro dia, com uma baita dor de cabeça para resolver. Um crioulinho metido a falante, levantou dizendo para todos.
- Oxi meu rei, o Rio de Janeiro continua lindo. O Rio de Janeiro continua sendo. O Rio de Janeiro, fevereiro e março... Enquanto dormitava meu sono restaurador, consegui, em um determinado momento, chegar ao Reino de Orfeu, nada contra o seu, num visse? Mas tive como que uma premonição, num sabe? Vi o próprio Paraíso nesta terra. Cavalos de chifre, boi voando e muita gente mamando nas tetas. Os novos bezerros de ouro. Era como que um outro mundo, totalmente diferente do mundo, entende? Um sonho que pode se tornar realidade, na cosmopoliscência da vontade humana de transformar as correntes que nos prendem em flores de todas as cores e odores. Hoje acordei com a muléstia, uma vontade retada de fazer a independência do Brasil. O que o senhor acha de mandar o Pedro Américo trabalhar um pouco? Mande ele fazer um quadro bem policrômico, expressando o sentimento cardinal do povo brasileiro, com cavalos brancos, puros sangues, de raça nobre e um outro quadrinho, para enviar pelo correio mermo. Esse negócio de ficar gritando, não é lá muito refinado mermo. E ademais, vai que quem ouve o Grito do Ipiranga, na outra margem, é um fofoqueiro de carteirinha e que queira ver sua caveira pelas costas? De repente conta uma outra história do Brasil para a puta que o pariu e o seu velho e diga que o senhor já está com rabo, só faltando o chifre que já está na cabeça do corno velho?
Pedrinho, vendo que seu estado era mais lastimável que o rombo deixado nos cofres públicos, depois dos Cartões Corporativos, sentiu-se iluminado a seguir o conselho daquele alvaiade de carro fúnebre.
Mas os outros que não foram introduzidos na Maçonaria, não sabiam quem era o neguinho metido a falante.
De repente, para acalmar o disse-me-disse, alguém falou o nome dele: “É o Zé.” Falar em Zé no Brasil é chover no molhado. Perguntavam se era o Simão, o Dirceu, o Sarney, o Carioca, o Pereira, o Genuino, ou outro Pilintra qualquer.
- Não. O Zé do Patrocínio.
Ah, era o homem que financiava campanhas políticas, injetava dinheiro em projetos verdes, patrocinava o carnaval e um monte de coisas. Para aquele tempo, pode-se dizer que era como a Coca-Cola, a Nova Schin e o Bradesco, mal comparado, nos tempos de hoje.
Logo entraram em formação, todos em suas mulas e Pedro Américo, o único armado de pincel e tinta.
- Senhor meu rei, o senhor não vai montar na mula?
- Não. Pode bateire a chapa que eu fico a seguraire o meu chapéu e as rédeas da mula. E vê se vai pintaire a minha mula que nem o cavalo do Beto Carreiro, bem branquinho. Vê se me pega de frente. Não vai quereire me pegaire pelas costas.
E assim, o Brasil se fez independente, com um rei que não podia sentar no trono. Eram tantas hemorróidas que o orifício real, mais parecia o Jardim Botânico.
Nasceu ali o Brasil.
Por anos, depois que retornaram da empreitada de libertar o país, os comerciantes iam cobrar a dívida. Só podiam ser atendidos nos meses de janeiro, até abril. Quem ia pagar a conta, era o Patrocínio. Tão bonzinho.
Eles até tentaram chegar perto de Petrópolis, na data marcada, mas sempre uma queda de barreira aqui, um desabamento de morro ali, um soterramento acolá e os gastos já estavam se tornando muito altos, para tal empreitada. Quando eles perceberam que já tinham despendido mais do dobro do valor que pretendiam receber, esqueceram a dívida.
Mas no dia em que esqueceram de pagar o IPTU e o ITBR, o IVC, o IPI, o IRPJ, o ITBC, o ITR, o IPVA, o ITBI, o IRPF, o ISS, o INSS..., em dia, não teve perdão. Foram multados por minutos. Quem manda não se adequar ao esquema? Eles não sabiam como fazer para entrar no jogo das licitações públicas, ficaram eternamente pobres. Não sabe brincar, sai da roda!
Mas alguém ficou com aquele dinheiro, pois no balanço do mês, aparecia como conta paga. Dívida computada. Computaria a independência, até os dias de hoje.
E sempre tem um ou outro Patrocínio que aparece como o Pagador de Promessas.

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