Após um coma profundo, várias intervenções médico-cirúrgicas, William Schëfenbachen van der Almeidassen, mas, conhecido como Vandinho – no Brasil, “van der”, virou nome próprio -, entrou em coma induzido por causa de uma patologia pouco conhecida.
Aliás, coma induzido é modo de falar, pois ninguém pergunta se o paciente quer permanecer num estágio desses, mesmo que para mitigar as dores. “- Quer ficar em coma?” “- Não, obrigado. Prefiro viver são.” “- Mas eu tenho de induzi-lo.” “- Aí vai ser difícil. Eu sou advogado e sou eu quem normalmente induzo os outros, nem se for ao erro.”
Finalmente, depois de muito tempo, saiu tanto do coma, como do hospital onde estava internado.
Mesmo assim, nunca mais deu as caras no bordel onde era cliente-preferencial, com direito a Cartão Preferencial Sóciopata e muitas outras mordomias.
Preocupada com a ausência do cliente tão ilustre, mas também com a renda que havia caído bastante, visto que ele era um dos que mais gastavam na Casa das Patas que tinha como lema, a seguinte frase: “Seja mais um sociopata. Venha para a Clínica que Recupera a Ação da Felicidade do Homem, Casa das Patas. Não Viagra. Heleva.”
Dona Esmeraldina, uma mulher gorda, fora de forma - aliás com aquelas banhas flácidas, ficava fora de viagem de avião e até de passeio de ônbus -, feia de dar nó nas tripas, como as cafetinas – cafetina explora os serviços de mulheres que têm de ser pelo menos, um pouco atraentes. Estilista, explora os serviços de modelos que têm de ter alguma beleza. Cirurgião plástico explora a credulidade de mulheres que pensam que médico é mágico e querem ficar bonitas, quando já estão piores do que laranja passada em empresa de suco artificial, quando só sai só o bagaço mesmo que nunca tenham sido chupadas. E todos os exploradores, sem exceção, são uns bichos feios de dar gosto - formou uma comissão, em que contava com algumas patas conhecidas pelo cliente e outros clientes ilustres para irem dar com ele – gosto muito dessas palavras bíblicas – e saber o que acontecia que nunca mais, havia aparecido para elas darem para ele, visto que já havia tempo que tinha se recuperado da grave crise de saúde e nunca mais apareceu. Tinha gente batendo palminhas com os lábios. Os grandes e os pequenos. Podia não parecer, mas a ausência dele era sentida, mesmo que as meninas, profissionais do sexo, já não sentissem grandes coisas, pois encaram de frente e se pagar um acréscimo no valor, até de costas, aquilo que consideram apenas um ganha pão. Escondem a lingüiça entre as coxas, enchem o cú de carne e gargarejaram com o leite alheio, para levar o Sustagen para as crianças. Mas apesar dos apesares, ele fazia falta, não pelo sexo em si, pois era um “coroa” que só aprendeu o básico do “papai-e-mamãe”, mas pela troca de experiências, de afago e carinho que ele sempre deixava na casa. Ele sabia traduzir em valores materiais, todo o amor que sentia. Umas gorjetas de R$ 100,00, pagamento das contas, sempre acima de 50% do valor estipulado, não são coisas que se possam desprezar.
Já na diante do Vandinho, a comissão questionou o por que do absenteísmo prolongado.
- Ordens médicas.
Sentada no colo do cliente, acariciando os cabelos dele – o amor é lindo -, questionava Britney Key, a pata mais fogosa do bordel:
- Poxa Vandinho, mesmo assim, não podes pelo menos nos visitar para matar a saudade?
- De jeito nenhum. A ordem do médico na frente do enfermeiro foi bem clara, dita na minha cara: Só tem um jeito de ficar bom para sempre. Corte zona.
Aliás, coma induzido é modo de falar, pois ninguém pergunta se o paciente quer permanecer num estágio desses, mesmo que para mitigar as dores. “- Quer ficar em coma?” “- Não, obrigado. Prefiro viver são.” “- Mas eu tenho de induzi-lo.” “- Aí vai ser difícil. Eu sou advogado e sou eu quem normalmente induzo os outros, nem se for ao erro.”
Finalmente, depois de muito tempo, saiu tanto do coma, como do hospital onde estava internado.
Mesmo assim, nunca mais deu as caras no bordel onde era cliente-preferencial, com direito a Cartão Preferencial Sóciopata e muitas outras mordomias.
Preocupada com a ausência do cliente tão ilustre, mas também com a renda que havia caído bastante, visto que ele era um dos que mais gastavam na Casa das Patas que tinha como lema, a seguinte frase: “Seja mais um sociopata. Venha para a Clínica que Recupera a Ação da Felicidade do Homem, Casa das Patas. Não Viagra. Heleva.”
Dona Esmeraldina, uma mulher gorda, fora de forma - aliás com aquelas banhas flácidas, ficava fora de viagem de avião e até de passeio de ônbus -, feia de dar nó nas tripas, como as cafetinas – cafetina explora os serviços de mulheres que têm de ser pelo menos, um pouco atraentes. Estilista, explora os serviços de modelos que têm de ter alguma beleza. Cirurgião plástico explora a credulidade de mulheres que pensam que médico é mágico e querem ficar bonitas, quando já estão piores do que laranja passada em empresa de suco artificial, quando só sai só o bagaço mesmo que nunca tenham sido chupadas. E todos os exploradores, sem exceção, são uns bichos feios de dar gosto - formou uma comissão, em que contava com algumas patas conhecidas pelo cliente e outros clientes ilustres para irem dar com ele – gosto muito dessas palavras bíblicas – e saber o que acontecia que nunca mais, havia aparecido para elas darem para ele, visto que já havia tempo que tinha se recuperado da grave crise de saúde e nunca mais apareceu. Tinha gente batendo palminhas com os lábios. Os grandes e os pequenos. Podia não parecer, mas a ausência dele era sentida, mesmo que as meninas, profissionais do sexo, já não sentissem grandes coisas, pois encaram de frente e se pagar um acréscimo no valor, até de costas, aquilo que consideram apenas um ganha pão. Escondem a lingüiça entre as coxas, enchem o cú de carne e gargarejaram com o leite alheio, para levar o Sustagen para as crianças. Mas apesar dos apesares, ele fazia falta, não pelo sexo em si, pois era um “coroa” que só aprendeu o básico do “papai-e-mamãe”, mas pela troca de experiências, de afago e carinho que ele sempre deixava na casa. Ele sabia traduzir em valores materiais, todo o amor que sentia. Umas gorjetas de R$ 100,00, pagamento das contas, sempre acima de 50% do valor estipulado, não são coisas que se possam desprezar.
Já na diante do Vandinho, a comissão questionou o por que do absenteísmo prolongado.
- Ordens médicas.
Sentada no colo do cliente, acariciando os cabelos dele – o amor é lindo -, questionava Britney Key, a pata mais fogosa do bordel:
- Poxa Vandinho, mesmo assim, não podes pelo menos nos visitar para matar a saudade?
- De jeito nenhum. A ordem do médico na frente do enfermeiro foi bem clara, dita na minha cara: Só tem um jeito de ficar bom para sempre. Corte zona.
Nenhum comentário:
Postar um comentário