A tal de Andressa Urach, como boa mulher do Sul
Maravilha, é capaz de se lascar toda, para agradar aos outros. Síndrome de
Sulista Submissa. Até hoje, quando de Barbie, passou a Emília, a boneca de
retalhos do Sítio do Pica-Pau Amarelo, ainda “causa”, vive de futilidade, só se
satisfaz com frivolidades, faz vazar fotos e depois diz que foi esse, aquele,
para se manter na boca do povo vazio. Não acrescenta nada, mas faz muita gente discutir sobre. E há uma
forma de manter a fofoca, o boato como discussão, para mim, justamente, para
desviar de debates mais elevados e com isso, vai se idiotizando toda a
sociedade que se acha muito bacana, fazendo e debatendo sobre basbaquice. É uma
tentativa de não se deixar sair da linha, senão se muda o sistema.
Nós, enquanto cidadãos, temos de decidir, sempre, mas, agora, é
essencial, é imprescindível. Ou mudar, ou se fumar! Não tem mais meio termo.
Os modelos que
nos fizeram crer que eu, ateu, desde a infância, sempre duvidei, têm de ser
questionados, ou vão nos levar à extinção. Depois de tanto tempo que a espécie
humana devastou o mundo, agora, por sua própria ação, vai entrar na lista dos
animais que não existem mais.
A tal de Urach,
colocou tudo o que era gel, para competir, ainda ficou em segundo lugar no Miss
Bumbum, coisa tão “evoluída”, mulher em vitrine como objeto ainda, para ser “comprada”
por causa das medidas, de características físicas. Coisa mais linda, corremos tanto
para voltarmos ao passado. Mas um passado que fazem crer que é progresso,
quando na verdade, ainda tem gente pensando que o Universo gira em torno da
Terra e achando que é o Stephen Hawking.
Depois que essa
mulher-mercadoria se lascou, ainda faz tudo, para aparecer. Não interessam as
consequências, interessa a essa Southern
Woman, apenas o aqui e agora, mesmo que depois, mais tarde ela se foda
completamente, como está se lascando toda. È uma questão de tentar. Como ela se
acha incapaz de ser mulher de verdade, procura um marido que a faça dondoca,
sem precisar fazer nada, além de fazer pose. E ainda dizem que são as novas
feministas, um feminismo onde a mulher pode até ser dependente e acha que é
soberana. A expectativa dela é que existam muitos ricos e todos se casem com
mulher fúteis e vazias, tipo uma troca que há em Nov’ Iorque há tempos, onde os
garotos de faculdades de finanças, economia e administração, têm encontro com
modeletes. Como se pensa que eles serão homens ricos e nem todas elas serão Top
Model, então se prostituem, depois mudam sua biografia, para dizerem que são a
Virgem Maria.
Mas essa característica
não é só dela, Andressa Urach, ela é que segue um modelo que nos colocaram há
tanto tempo que e pensa que é normal, é natural, como diz o Slavoj, e muitos
otários, nem se tocam que estão se fodendo, achando que vão ser lembrados por
seu vazio interior e pessoal.
Não interessa
mais a ninguém, deixar uma obra para a posteridade, o nome em uma contribuição
para o mundo, interessa os 15 minutos de fama e o ego se inflama. É Romero
Brito, Madona, Paris Hilton, grandes exemplos que se não fizerem escândalos,
sempre, são logo esquecidos para o resto da vida.
Pois hoje, temos
de decidir. Acreditar em Deus, ao invés de tomarmos as decisões, tomarmos as
coisas nas nossas mãos, fingirmos acreditar numa porcaria que vem nos salvar;
ou, sermos capazes de lidar com a realidade, sem firulas, mesmo que seja feia
em alguns momentos.
Mantermos a
sociedade de classes, onde cada um tem de puxar a sardinha para a sua brasa e
conviver com crises econômicas, com violência desmedida, corrupção, ladroagem, tudo
o que é ruim; ou procurarmos uma sociedade onde possamos integrar mais, ao
invés de segregar e sempre desconfiar de todos os outros.
E o que
interessa mesmo, termos smartphones
que trocamos todo mês, não por nada que o valha, mas por uma bobagem qualquer,
esgotando os recursos naturais; ou vivermos mais tempo, reutilizando,
aprendendo a ser menos fúteis, curtir mais para nós, do que esperar que os
outros gostem, para nos sentirmos bem.
Eu começo a
acreditar que a maioria é feita de Andressa Urach que pensa em se autopromover
com tolices, sem nada mais consistente e nos foder em breve. Por isso, vamos
continuar desperdiçando para parecermos poderosos, jogando fora, para fazermos
média e acabamos extintos.
Eu faço a minha
parte, mas a maioria é tosca, sectária sem pensar no que segue, Maria vai com
as outras, acredita no sobrenatural, inclusive que existem profissionais
desinteressados, imagina onde vamos chegar.
É isso, estamos
na Encruzilhada da Andressa Urach. O que vale mais, viver de fantasia,
silicone, gel, coisa que não nos representa, mas parecermos bonecas de plástico
e depois nos fodermos, ou começarmos a criar consciência de verdade, a repensar
tudo, a lidar com a vida, ao invés de esperarmos viver depois que morrermos.
Quanta inteligência!
Continuarmos a investir
só em hidrelétrica, mesmo que elas destruam muitos biomas importantes, ou
passarmos a pensar em mudar tanto a matriz energética, quanto em nossas
atitudes, quanto ao que realmente faz diferença, ou o que é só glamour.
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