sábado, 24 de janeiro de 2015

ENCRUZILHADA DE ANDRESSA URACH

A tal de Andressa Urach, como boa mulher do Sul Maravilha, é capaz de se lascar toda, para agradar aos outros. Síndrome de Sulista Submissa. Até hoje, quando de Barbie, passou a Emília, a boneca de retalhos do Sítio do Pica-Pau Amarelo, ainda “causa”, vive de futilidade, só se satisfaz com frivolidades, faz vazar fotos e depois diz que foi esse, aquele, para se manter na boca do povo vazio. Não acrescenta nada, mas faz muita gente discutir sobre. E há uma forma de manter a fofoca, o boato como discussão, para mim, justamente, para desviar de debates mais elevados e com isso, vai se idiotizando toda a sociedade que se acha muito bacana, fazendo e debatendo sobre basbaquice. É uma tentativa de não se deixar sair da linha, senão se muda o sistema.
Nós, enquanto cidadãos, temos de decidir, sempre, mas, agora, é essencial, é imprescindível. Ou mudar, ou se fumar! Não tem mais meio termo.
Os modelos que nos fizeram crer que eu, ateu, desde a infância, sempre duvidei, têm de ser questionados, ou vão nos levar à extinção. Depois de tanto tempo que a espécie humana devastou o mundo, agora, por sua própria ação, vai entrar na lista dos animais que não existem mais.
A tal de Urach, colocou tudo o que era gel, para competir, ainda ficou em segundo lugar no Miss Bumbum, coisa tão “evoluída”, mulher em vitrine como objeto ainda, para ser “comprada” por causa das medidas, de características físicas. Coisa mais linda, corremos tanto para voltarmos ao passado. Mas um passado que fazem crer que é progresso, quando na verdade, ainda tem gente pensando que o Universo gira em torno da Terra e achando que é o Stephen Hawking.
Depois que essa mulher-mercadoria se lascou, ainda faz tudo, para aparecer. Não interessam as consequências, interessa a essa Southern Woman, apenas o aqui e agora, mesmo que depois, mais tarde ela se foda completamente, como está se lascando toda. È uma questão de tentar. Como ela se acha incapaz de ser mulher de verdade, procura um marido que a faça dondoca, sem precisar fazer nada, além de fazer pose. E ainda dizem que são as novas feministas, um feminismo onde a mulher pode até ser dependente e acha que é soberana. A expectativa dela é que existam muitos ricos e todos se casem com mulher fúteis e vazias, tipo uma troca que há em Nov’ Iorque há tempos, onde os garotos de faculdades de finanças, economia e administração, têm encontro com modeletes. Como se pensa que eles serão homens ricos e nem todas elas serão Top Model, então se prostituem, depois mudam sua biografia, para dizerem que são a Virgem Maria.  
Mas essa característica não é só dela, Andressa Urach, ela é que segue um modelo que nos colocaram há tanto tempo que e pensa que é normal, é natural, como diz o Slavoj, e muitos otários, nem se tocam que estão se fodendo, achando que vão ser lembrados por seu vazio interior e pessoal.
Não interessa mais a ninguém, deixar uma obra para a posteridade, o nome em uma contribuição para o mundo, interessa os 15 minutos de fama e o ego se inflama. É Romero Brito, Madona, Paris Hilton, grandes exemplos que se não fizerem escândalos, sempre, são logo esquecidos para o resto da vida.
Pois hoje, temos de decidir. Acreditar em Deus, ao invés de tomarmos as decisões, tomarmos as coisas nas nossas mãos, fingirmos acreditar numa porcaria que vem nos salvar; ou, sermos capazes de lidar com a realidade, sem firulas, mesmo que seja feia em alguns momentos.
Mantermos a sociedade de classes, onde cada um tem de puxar a sardinha para a sua brasa e conviver com crises econômicas, com violência desmedida, corrupção, ladroagem, tudo o que é ruim; ou procurarmos uma sociedade onde possamos integrar mais, ao invés de segregar e sempre desconfiar de todos os outros.
E o que interessa mesmo, termos smartphones que trocamos todo mês, não por nada que o valha, mas por uma bobagem qualquer, esgotando os recursos naturais; ou vivermos mais tempo, reutilizando, aprendendo a ser menos fúteis, curtir mais para nós, do que esperar que os outros gostem, para nos sentirmos bem.
Eu começo a acreditar que a maioria é feita de Andressa Urach que pensa em se autopromover com tolices, sem nada mais consistente e nos foder em breve. Por isso, vamos continuar desperdiçando para parecermos poderosos, jogando fora, para fazermos média e acabamos extintos.
Eu faço a minha parte, mas a maioria é tosca, sectária sem pensar no que segue, Maria vai com as outras, acredita no sobrenatural, inclusive que existem profissionais desinteressados, imagina onde vamos chegar.    
É isso, estamos na Encruzilhada da Andressa Urach. O que vale mais, viver de fantasia, silicone, gel, coisa que não nos representa, mas parecermos bonecas de plástico e depois nos fodermos, ou começarmos a criar consciência de verdade, a repensar tudo, a lidar com a vida, ao invés de esperarmos viver depois que morrermos. Quanta inteligência!
Continuarmos a investir só em hidrelétrica, mesmo que elas destruam muitos biomas importantes, ou passarmos a pensar em mudar tanto a matriz energética, quanto em nossas atitudes, quanto ao que realmente faz diferença, ou o que é só glamour.

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