segunda-feira, 28 de setembro de 2015

CARTA ABERTA AO PAPA CHICO


28 de agosto de 2015
Sua Santidade Papa Francisco, deixe-me primeiro, apresentar-me.
Eu, Rokslany de Oliveira Petraglia, como vosso Bergoglio, sou católico apostólico romântico. Aos três dias de nascido, deram-me aquele banho de imersão que chamam de batismo. O padre, depois de uma noite de bacanal, ainda sob efeito de álcool e outros produtos, deixou-me cair de cabeça na Pia Batismal. O azeite era rançoso e o sal, daqueles que grudam no vidro e não saem nem batendo no fundo. Mamãe teve um trabalho danado, para me limpar depois.
Aos treze anos, fiz minha Primeira Comunhão. Não me avisaram e colocaram uma vela acesa na minha mão. Até hoje, tenho marcas de queimara de segundo grau, sofrida com a prova da minha fé.
Aos dezoito anos, cismei em fazer a Crisma. Bem que eu não me lembre bem o que é isso, pois fui a uma festinha no dia anterior, oferecida pelo Santo José Maria Escrivá de Balaguer que nos primeiros momentos, era um homem rígido em seus princípios, mas assim que começaram a servir os acepipes, virou outra pessoa. Eu tomei um vinho francês, quase um champagne, que até onde deu para ler, estava escrito: SANGUE DE BOI, mas os garçons insistiam de chamar de SANG DI BOÁ, num bom francês sem sotaque, ou melhor, com sotaque do Norte da França. Lá pelas 3:00h da madrugada, o Santo José Maria, já era chamado de Marieta, jogavam um pó braço pelo salão, no que ele ficava em posição indevida, de quatro, para cheirar e mandavam a Marietita tirar a calcinha, num coro de: TIRA! TIRA! TIRA! E o padre dizia, com a cara mais branca do que jogador do Fluminense negro que tinha de usar pó de arroz, para não ser identificado como raça inferior: OPUS DEI! OPUS DEI! E DOU! Viemos direto para a Crisma, por isso não me lembro de nada. Só sinto um ardor no rego, mas deve ser pelo cansaço. Nunca pensei que bacanal assim, fosse permitido na casa do Senhor, ou de quem quer que seja cristão.
O que me trás aqui.
Santo Papa Francisco, tenho ouvido suas sugestões em renovar a Santa Igreja. Aliás, de uns tempos para cá, é mais Santa do que Igreja. Desde o Santo João Paulo II, fez um acordo com a Máfia e a Maçonaria, capitaneado pela CIA, pelos bispos americanos, liderados por Marcinkus, que permitiu a pedofilia, desde que os criminosos dessem apoio a suas ações políticas e até terroristas.
Há quem diga que ao fim da II Guerra, quando os nazifascistas começavam a perder a Guerra, a “Santa” Igreja deu passaporte diplomático para importantes líderes políticos, como Menguele e há quem diga, para Hitler, Mussolini, Göring, Himmler, Hess e outros. E agora, quando se haviam reunido no Vaticano, soldados do Nazismo, como Karol, Ratzinger e Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, juntos com Reagan, Tatcher, Le Penn e a Família (TEXACO) Bush, queriam resgatar sua gente e finalmente criar o IV Reich, ou o Reino do Império Nazista Internacional.  
Não tenho gostado das propostas de “renovação” que nem é carismática. Longe de mim, questioná-lo, visto que quem senta no trono de Pedro, é escolhido por Deus, para representá-lo junto aos pecadores, como um Núncio Apostólico do Céu, neste planeta pecaminoso. Então, segundo os dogmas católicos, o Papa em si, não se representa pois tudo o que faz, está eivado das bênçãos da Pomba. Tudo o que diz e faz, é por ordem direta do Todo Poderoso.
Mas Santo Papa Francisco, eu me sinto como aquele contribuinte que paga em dia seus impostos, como IPTU e outros, e de repente, o Prefeito e/ou o Governador, para fazer demagogia em ano eleitoral, reduz em 80% as dívidas dos maus pagadores, pelo menos pelos 10 anos passados. Eu que paguei em dia, sinto que fui uma besta, deveria deixar rolar a dívida, pois sempre se isenta quem não é correto em seus deveres e quem paga em dia, não tem nem como parcelar.
Eu já segui o Papa Léguas, o Papa Nazista, o Papa Aparvalhado, o Papa Risos, o Papa Kuhl, o Papa Röla e agora o Papa Chico. Foi uma guinada imensa. De Kuhl e de Röla, para Chico. Um Chico limpo, sempre aberto, que não sangra e pelo menos em público, mostrando-se feliz em receber tanta gente.
Explico-vos minha indignação com as novas encíclicas sendo preparadas.
Mamãe, até hoje, diz que pensou em me abortar, quando viu a ultrassonografia e apareceu a minha imagem. Mas muito religiosa, disse que se segurou, comprou logo uma coleira e uma focinheira, para esperar a minha chegada. Era proibido abortar. Deus não permitia nem por brincadeira.
Depois, eu mesmo, pensei em me suicidar, por estar preso neste corpo masculino, se o Senhor não entende o que é isso, pergunte ao Papa Bento XVI que ele é do ramo, entendido, pode explicar melhor. Mas eu sou religioso por parte de mamãe, resisti em não pecar.
Desde os dezesseis anos sinto uma coceira nas partes, na verdade, só na parte de trás do corpo. Uma vontade enorme de sentar e requebrar, para ver se passa. Mas era pecado, segurei a minha onda.
Até que o Santo Papa João Paulo II, deu o maior apoio ao Santo José Marietita de Balaguer, como o exemplo do bom cristão. Se ele podia, eu também. Pensei em entrar na Opus Dei, mas era uma ordem esquisita, rolava até morte de quem desistisse. Entrei nos Folcolares, que era mais amena, um curso pré-vestibular para ingressar na Opus Dei. Mas assim mesmo, não sentei. Depois, como a moda era ser da Renovação Carismática, os neopentecostais da “Santa” Igreja, passei a ser carismático. Parecia um crente, ou protestante, diante do altar dos santos. A primeira ordem era guardar a virgindade, até casar. Mas eu não podia casar, visto minha situação de bom cristão. Teria de ser virgem para todo o sempre. Guardei só para mim. Era conhecido nos sex-shop, toda semana, comprava um consolo novo, pois nenhum aguentava o ritmo de me servir. Os melhores, foram me indicado pelas Irmãs Encarceradas de Tiazinha Arrepiada, uma ordem de freiras que não podem sair de suas celas, mas vivem em salas de sexo na internet e sentadas em consolos de todos os tamanhos. Tem quem se sinta pecadora, em só sentar em tamanho GGG, pois a gula ainda é pecado capital. Essas são da Ordem das Maninhas Gulosas, uma ordem católica que engole tudo o que vier, sem pena.
Sexo era estritamente proibido, mas foder os outros, podia, tanto que uma amiga fiel e próxima ao Santo Papa João Paulo II, desde os campos de concentração nazistas, era a Santa Madre Teresa de Calcutá. Desde quando servia aos nazistas, na II Guerra, dos Balcãs, até a Alemanha, aprendeu a matar gente, sem deixar pistas, o que aplicou depois, com seus abrigos para jovens e idosos, onde fica com a grana e mata os beneficiados. Ela se manteve virgem, mas fodeu muita gente. Era uma serial killer, com cara de bruxa e uma sujeira por todos os lados. Mas mesmo assim, eu beijei aqueles pés fedorentos, como sua alma suja, para mostrar humildade. Mas assim que cheguei em casa, escovei os dentes, pelo menos três vezes, joguei sal-grosso, fiz bochecho, e acabei dois litros de álcool, para tirar a inhaca. Aquela falsidade, pega. Tão boazinha em público e tão malévola por trás das bocas.
Então veio o Papa Bento XVI, o Benedito e todo mundo sabia que ele sentava. Mas sentou, e pediu o chapéu. Não era bem o que queria. Enganou-se. Ainda era proibido fazer sexo anal, uma atividade só aberta aos padres com as criancinhas indefesas; abortar, nem se o feto viesse com muitos problemas; só se podia casar uma vez, até papai que queira pedir o divórcio de mamãe, por não aguentar uma mulher tão carola e tão histérica - nunca rolou nem uma chupetinha, para não pecar -, recuou da ideia.
Minha tatatatatatara-avó, era a Mundawn Safo di Pinguello Düro que foi sacrificada em Gomorra, só por gostar de mulheres, como muitos homens. Quando baixou de boca, acoplou lábio com lábios, já havia virado sal iodado. Até hoje, é uma estátua de bunda para a lua, mas muito macho.
Ou seja, a história de vida da minha família é sofrida, por observarmos os dogmas do Senhor.
Mas Santo Papa Francisco, depois de tanto nazista europeu, finalmente um Papa Argentino, egresso daquela igreja que apoiou o golpe militar e abençoava as execuções de prisioneiros políticos e o sequestro de seus filhos, para serem adotados pela elite argentina, principalmente pelo pessoal do La Nacíon, orgãozinho que junto com o El Clarín, são a nata da propaganda nazista em terras platinas.
Mas, agora quando estou completando 75 anos, Vossa Santidade declara que pode tudo? Pode separar, pode trair o matrimônio, pode abortar, pode até dar o boga que Deus perdoa? Mas só agora?
Não sou contra, mas agora, Inês é morta.
O que tive de propostas de homens divinos, negros musculosos, brancos ricos, miscigenados tarados, de dentro e de fora, altos e baixos, cabeludos e descabelados e sempre me segurei, em nome de Jesus, mas agora, quando tudo está enrugado, mantive a rainha intacta, nem com broca elétrica ela se abre mais, a boquinha parece aparelho bucal de desdentado, pode! Liberou geral.
Santíssima Reverendíssima, só tenho a dizer, uma palavra.
É putaria!

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