28 de agosto de 2015
Sua Santidade Papa Francisco, deixe-me
primeiro, apresentar-me.
Eu, Rokslany de Oliveira Petraglia, como
vosso Bergoglio, sou católico apostólico romântico. Aos três dias de nascido,
deram-me aquele banho de imersão que chamam de batismo. O padre, depois de uma
noite de bacanal, ainda sob efeito de álcool e outros produtos, deixou-me cair
de cabeça na Pia Batismal. O azeite era rançoso e o sal, daqueles que grudam no
vidro e não saem nem batendo no fundo. Mamãe teve um trabalho danado, para me
limpar depois.
Aos treze anos, fiz minha Primeira
Comunhão. Não me avisaram e colocaram uma vela acesa na minha mão. Até hoje,
tenho marcas de queimara de segundo grau, sofrida com a prova da minha fé.
Aos dezoito anos, cismei em fazer a Crisma.
Bem que eu não me lembre bem o que é isso, pois fui a uma festinha no dia
anterior, oferecida pelo Santo José Maria Escrivá de Balaguer que nos primeiros
momentos, era um homem rígido em seus princípios, mas assim que começaram a
servir os acepipes, virou outra pessoa. Eu tomei um vinho francês, quase um champagne, que até onde deu para ler,
estava escrito: SANGUE DE BOI, mas os garçons insistiam de chamar de SANG DI
BOÁ, num bom francês sem sotaque, ou melhor, com sotaque do Norte da França. Lá
pelas 3:00h da madrugada, o Santo José Maria, já era chamado de Marieta,
jogavam um pó braço pelo salão, no que ele ficava em posição indevida, de
quatro, para cheirar e mandavam a Marietita tirar a calcinha, num coro de:
TIRA! TIRA! TIRA! E o padre dizia, com a cara mais branca do que jogador do
Fluminense negro que tinha de usar pó de arroz, para não ser identificado como
raça inferior: OPUS DEI! OPUS DEI! E DOU! Viemos direto para a Crisma, por isso
não me lembro de nada. Só sinto um ardor no rego, mas deve ser pelo cansaço.
Nunca pensei que bacanal assim, fosse permitido na casa do Senhor, ou de quem
quer que seja cristão.
O que me trás aqui.
Santo Papa Francisco, tenho ouvido suas
sugestões em renovar a Santa Igreja. Aliás, de uns tempos para cá, é mais Santa
do que Igreja. Desde o Santo João Paulo II, fez um acordo com a Máfia e a
Maçonaria, capitaneado pela CIA, pelos bispos americanos, liderados por
Marcinkus, que permitiu a pedofilia, desde que os criminosos dessem apoio a
suas ações políticas e até terroristas.
Há quem diga que ao fim da II Guerra,
quando os nazifascistas começavam a perder a Guerra, a “Santa” Igreja deu
passaporte diplomático para importantes líderes políticos, como Menguele e há
quem diga, para Hitler, Mussolini, Göring, Himmler, Hess e outros. E agora,
quando se haviam reunido no Vaticano, soldados do Nazismo, como Karol,
Ratzinger e Anjezë Gonxhe
Bojaxhiu, juntos com Reagan, Tatcher, Le Penn e a Família (TEXACO) Bush,
queriam resgatar sua gente e finalmente criar o IV Reich, ou o Reino do Império
Nazista Internacional.
Não tenho gostado das propostas de “renovação”
que nem é carismática. Longe de mim, questioná-lo, visto que quem senta no
trono de Pedro, é escolhido por Deus, para representá-lo junto aos pecadores,
como um Núncio Apostólico do Céu, neste planeta pecaminoso. Então, segundo os
dogmas católicos, o Papa em si, não se representa pois tudo o que faz, está
eivado das bênçãos da Pomba. Tudo o que diz e faz, é por ordem direta do Todo
Poderoso.
Mas Santo Papa Francisco, eu me sinto
como aquele contribuinte que paga em dia seus impostos, como IPTU e outros, e
de repente, o Prefeito e/ou o Governador, para fazer demagogia em ano eleitoral,
reduz em 80% as dívidas dos maus pagadores, pelo menos pelos 10 anos passados.
Eu que paguei em dia, sinto que fui uma besta, deveria deixar rolar a dívida,
pois sempre se isenta quem não é correto em seus deveres e quem paga em dia, não
tem nem como parcelar.
Eu já segui o Papa Léguas, o Papa Nazista,
o Papa Aparvalhado, o Papa Risos, o Papa Kuhl, o Papa Röla e agora o Papa
Chico. Foi uma guinada imensa. De Kuhl e de Röla, para Chico. Um Chico limpo,
sempre aberto, que não sangra e pelo menos em público, mostrando-se feliz em
receber tanta gente.
Explico-vos minha indignação com as
novas encíclicas sendo preparadas.
Mamãe, até hoje, diz que pensou em me
abortar, quando viu a ultrassonografia e apareceu a minha imagem. Mas muito
religiosa, disse que se segurou, comprou logo uma coleira e uma focinheira,
para esperar a minha chegada. Era proibido abortar. Deus não permitia nem por
brincadeira.
Depois, eu mesmo, pensei em me suicidar,
por estar preso neste corpo masculino, se o Senhor não entende o que é isso,
pergunte ao Papa Bento XVI que ele é do ramo, entendido, pode explicar melhor.
Mas eu sou religioso por parte de mamãe, resisti em não pecar.
Desde os dezesseis anos sinto uma
coceira nas partes, na verdade, só na parte de trás do corpo. Uma vontade
enorme de sentar e requebrar, para ver se passa. Mas era pecado, segurei a
minha onda.
Até que o Santo Papa João Paulo II, deu
o maior apoio ao Santo José Marietita de Balaguer, como o exemplo do bom
cristão. Se ele podia, eu também. Pensei em entrar na Opus Dei, mas era uma
ordem esquisita, rolava até morte de quem desistisse. Entrei nos Folcolares,
que era mais amena, um curso pré-vestibular para ingressar na Opus Dei. Mas
assim mesmo, não sentei. Depois, como a moda era ser da Renovação Carismática,
os neopentecostais da “Santa” Igreja, passei a ser carismático. Parecia um
crente, ou protestante, diante do altar dos santos. A primeira ordem era
guardar a virgindade, até casar. Mas eu não podia casar, visto minha situação
de bom cristão. Teria de ser virgem para todo o sempre. Guardei só para mim.
Era conhecido nos sex-shop, toda
semana, comprava um consolo novo, pois nenhum aguentava o ritmo de me servir.
Os melhores, foram me indicado pelas Irmãs Encarceradas de Tiazinha Arrepiada,
uma ordem de freiras que não podem sair de suas celas, mas vivem em salas de
sexo na internet e sentadas em consolos de todos os tamanhos. Tem quem se sinta
pecadora, em só sentar em tamanho GGG, pois a gula ainda é pecado capital. Essas
são da Ordem das Maninhas Gulosas, uma ordem católica que engole tudo o que
vier, sem pena.
Sexo era estritamente proibido, mas
foder os outros, podia, tanto que uma amiga fiel e próxima ao Santo Papa João
Paulo II, desde os campos de concentração nazistas, era a Santa Madre Teresa de
Calcutá. Desde quando servia aos nazistas, na II Guerra, dos Balcãs, até a
Alemanha, aprendeu a matar gente, sem deixar pistas, o que aplicou depois, com
seus abrigos para jovens e idosos, onde fica com a grana e mata os
beneficiados. Ela se manteve virgem, mas fodeu muita gente. Era uma serial killer, com cara de bruxa e uma
sujeira por todos os lados. Mas mesmo assim, eu beijei aqueles pés fedorentos,
como sua alma suja, para mostrar humildade. Mas assim que cheguei em casa,
escovei os dentes, pelo menos três vezes, joguei sal-grosso, fiz bochecho, e
acabei dois litros de álcool, para tirar a inhaca. Aquela falsidade, pega. Tão
boazinha em público e tão malévola por trás das bocas.
Então veio o Papa Bento XVI, o Benedito
e todo mundo sabia que ele sentava. Mas sentou, e pediu o chapéu. Não era bem o
que queria. Enganou-se. Ainda era proibido fazer sexo anal, uma atividade só
aberta aos padres com as criancinhas indefesas; abortar, nem se o feto viesse
com muitos problemas; só se podia casar uma vez, até papai que queira pedir o
divórcio de mamãe, por não aguentar uma mulher tão carola e tão histérica -
nunca rolou nem uma chupetinha, para não pecar -, recuou da ideia.
Minha tatatatatatara-avó, era a Mundawn
Safo di Pinguello Düro que foi sacrificada em Gomorra, só por gostar de
mulheres, como muitos homens. Quando baixou de boca, acoplou lábio com lábios,
já havia virado sal iodado. Até hoje, é uma estátua de bunda para a lua, mas muito
macho.
Ou seja, a história de vida da minha
família é sofrida, por observarmos os dogmas do Senhor.
Mas Santo Papa Francisco, depois de
tanto nazista europeu, finalmente um Papa Argentino, egresso daquela igreja que
apoiou o golpe militar e abençoava as execuções de prisioneiros políticos e o
sequestro de seus filhos, para serem adotados pela elite argentina,
principalmente pelo pessoal do La Nacíon, orgãozinho que junto com o El Clarín,
são a nata da propaganda nazista em terras platinas.
Mas, agora quando estou completando 75
anos, Vossa Santidade declara que pode tudo? Pode separar, pode trair o
matrimônio, pode abortar, pode até dar o boga que Deus perdoa? Mas só agora?
Não sou contra, mas agora, Inês é morta.
O que tive de propostas de homens
divinos, negros musculosos, brancos ricos, miscigenados tarados, de dentro e de
fora, altos e baixos, cabeludos e descabelados e sempre me segurei, em nome de
Jesus, mas agora, quando tudo está enrugado, mantive a rainha intacta, nem com
broca elétrica ela se abre mais, a boquinha parece aparelho bucal de
desdentado, pode! Liberou geral.
Santíssima Reverendíssima, só tenho a
dizer, uma palavra.
É putaria!
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